A Teia do Homem-Aranha #4


Você já se deparou com algum jogo, filme, ou mesmo história em quadrinhos ruim? Provavelmente sim, e também deve ter pensado que se recebessem uma versão com alguns retoques, ela ficaria bem mais palpável, não é? Isso pode ser exemplificado com Castlevania Adventure: Rebirth (Wii) que em seu original do Game Boy era um jogo horroroso. Acho que me fiz entender, não? Pois bem, quem é fã de longa (longuíssima) data do Homem-Aranha, deve ter se deparado com a controversa Saga do Clone nos anos 90. Tudo começou de maneira inocente, e tinha tudo para ser uma saga simples, comum e curta, porém decisões erradas da Marvel a Saga se alongou por dois longos anos e virou uma bola de neve até ser terminada de maneira patética dois anos depois com dois balões idiotas e o Aranha Escarlate morreu de forma patética.
Muitos anos depois, o roteirista Tom de Falco, em seu último trabalho para a Marvel, decidiu refazer a Saga da maneira que havia sido pretendida originalmente, consertando erros aqui e acolá, e o compilado destas 6 histórias (foi publicado durante seis meses nos Estados Unidos, na minissérie Spider-Man: The Clone Saga) foi lançado aqui no Brasil em dezembro de 2010 na edição numero 4 da revista Bimestral “A Teia do Homem-Aranha” (Não confundam com a publicação antiga de mesmo nome). Vamos ver se ela redimiu os erros do passado ou merece ser jogada na Latrina?
A Teia do Homem-Aranha #4: A Saga do Clone – Edição Definitiva

Editora: Panini

Autores: Tom DeFalco (roteiro), Howard Mackie (edição) e Todd Nauck (Arte)

Preço: R$14,90
O roteiro é uma versão mais compactada dos eventos da Saga do Clone, sumarizando alguns eventos importantes anteriores a ela. E depois, inicia-se a entrada de Ben Reilly na vida do Homem-Aranha e como eles lidam com as consequências disso. Mas basicamente, envolve um plot de clonagem, Tia May e Mary Jane infectadas por algo misterioso e os Aranhas se juntando.
O Enredo não tem muita complexidade, e é bem amarrado. Muitos dos defeitos da Saga original foram consertados, e agradecemos por isso, principalmente eu, que peguei essa fase e gostei bastante do Aranha escarlate. Kaine não aparece só pra foder com o Octopus (no original ele aparecia e matava ele) e tem uma participação melhor e mais significativa na história. A história pode ser dividida em dois arcos: O do Chacal, e o do Novo Homem-Aranha (que tem parte no nascimento da filha de Pete e MJ). No primeiro, temos a chegada de Ben em Nova York e Peter encontrando alguém que realmente entende como ele se sente como Aranha, já que Ben é um clone dele.
A trama como eu disse, é bem melhor feita, mas dá pequenos deslizes como não explorar muito as lembranças de Ben (só sabemos que Kaine fodeu com a namorada dele – não em sentido literal), mas no geral se sai bem.
Os traços podem ser a princípio estranhos, mas não são ruins, são bons. E as capas são melhores ainda. No geral, os traços são melhores que as histórias publicadas na “Teia do Aranha” (Diabos, a Gata Negra de uma das edições parece ser bem mais velha do que é). A colorização é bacana e o acabamento em geral da revista é bom. Só não é tão bom quanto o daquele compilado que a Panini soltou e que tem a origem do Venom, mas isso é assunto pra outro dia.
Finalizando, pelo preço vendido e o conteúdo melhorado, A Teia do Aranha #4 vale a pena a compra, mesmo para aqueles que não pegaram a Saga do Clone e funcionou como um pedido de desculpas pelas cagadas da Saga original. Recomendado!

 

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Post 300 – Análise: Amazing Spider-Man (filme)


Primeiro recado: POST DE NÚMERO 300 DO BLOG, CARAI!

Há algumas coisas que vem para o bem. Apesar de ter sido um sucesso comercial quando lançado, Homem-Aranha 3 não agradou a muitos dos fãs, que foram agraciados com um Aranha Emo, Venom Magrelo (quem tem um mínimo de noção dos quadrinhos, ou assistiu a série dos anos 90), sabe que após ter sua vida desgraçada pela ambição (e involuntariamente pelo Homem Aranha), Eddie Brock começou a fazer musculação e ficou forte, mais ainda ao se unir ao simbionte que o tornou Venom, além de coisas que reclamamos há dois filmes, como a Mary Jane insossa de Dunst. E apesar dos planos de um quarto filme do Homem Aranha, com o mesmo elenco terem sido feitos, eles foram descartados em prol de um reboot na franquia cinematográfica. Será que vai? Bem, lá se foram cinco anos desde Spider-Man 3, veremos se Amazing Spider-Man fez valer a pena a espera e o cancelamento de Spider-Man 4.

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[Nintendo DS]Spider-Man: Shattered Dimensions


Bom dia. Inspirado por uma “resenha” de um dos episódios do cartoon “Spider-Man and His Amazing Friends” (Em que o Aranha dividia a tela com o Homem de Gelo e a… Cara, esqueci o nome dela, ah, sim, Flama!  Pois bem, decidi ir atrás de alguns games do Senhor Parker pra Nintendo DS e comecei com o mais recente lançado (Edge of Time ainda não saiu), e que trazia um conceito interessante de quatro Spider-mans de épocas diferentes. E bem, cá nós estamos com uma análise de Spider-Man: Shattered Dimensions, em sua versão Nintendo DS.

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