Bulletstorm


Os jogos de tiro em primeira pessoa geralmente seguem um tipo de regra: Serem o mais sério possível, realista (condizente com o mundo em que o jogo está) e sisudo. Pegue qualquer Call of Duty, Battlefield (com exceção da sub-série Bad Company), ou Bioshock por exemplo e verá o que eu digo. Exceções a isso existem, como a série Duke Nukem e a série Serious Sam, aonde o clima é mais escrachado, mas hoje em dia, 97% dos FPS são completamente sérios em seu enredo e ambientação. Por isso, quando alguns títulos que fogem disso surge, a expectativa cresce em torno do título. Às vezes pode ser algo engraçado pelos motivos errados (Oi Duke Nukem Forever? Estou falando com você) e em outras vezes você é surpreendido com um FPS engraçado por conta de seus protagonistas (Bad Company não me deixa mentir). E o título a ser analisado hoje se encaixa neste quadro.

 

Desde sua concepção até a sua divulgação, tudo foi feito num clima escrachado. Falo é claro, de Bulletstorm, título da EA em parceria com a Epic Games (criadora da série Unreal e de Gears of War) e a People Can Fly (responsável pela adaptação para PC’s do primeiro Gears). Durante a divulgação do jogo, uma paródia de Call of Duty foi desenvolvida e distribuída gratuitamente pra PC’s (Duty Calls), e o jogo fez até sucesso, mas a pirataria minou as chances de Bulletstorm 2 (que teria piratas) sair do papel. Mas, vamos a análise do jogo.

Leia o texto completo »

Post 300 – Análise: Amazing Spider-Man (filme)


Primeiro recado: POST DE NÚMERO 300 DO BLOG, CARAI!

Há algumas coisas que vem para o bem. Apesar de ter sido um sucesso comercial quando lançado, Homem-Aranha 3 não agradou a muitos dos fãs, que foram agraciados com um Aranha Emo, Venom Magrelo (quem tem um mínimo de noção dos quadrinhos, ou assistiu a série dos anos 90), sabe que após ter sua vida desgraçada pela ambição (e involuntariamente pelo Homem Aranha), Eddie Brock começou a fazer musculação e ficou forte, mais ainda ao se unir ao simbionte que o tornou Venom, além de coisas que reclamamos há dois filmes, como a Mary Jane insossa de Dunst. E apesar dos planos de um quarto filme do Homem Aranha, com o mesmo elenco terem sido feitos, eles foram descartados em prol de um reboot na franquia cinematográfica. Será que vai? Bem, lá se foram cinco anos desde Spider-Man 3, veremos se Amazing Spider-Man fez valer a pena a espera e o cancelamento de Spider-Man 4.

Leia o texto completo »

Spoiler: Sonic & The Black Knight


Depois de um longo, longo e longo inverno, retornamos com a seção Spoiler. O fato é que andei bastante ocupado com muitas coisas, e não tive tempo de pegar algum jogo pra fazer o spoiler dele. Mas, hoje estou excepcionalmente com um humor para tal, então vamos nessa. O jogo de hoje é bastante criticado por fugir da temática do personagem (geralmente esquecem que é um Spin-Off) e pela mecânica repetitiva (o que é de certa forma verdade), mas tem um roteiro muito do bacana, falo de Sonic and The Black Knight. Leia o texto completo »

Outros 10 Jogos de Heróis dos Quadrinhos que você deveria dar uma olhada


 

Há um tempinho, publiquei uma lista com dez jogos de Super Heróis dos Quadrinhos que você deveria dar uma olhada. E como eu havia dito, 10 jogos não foram suficientes, pois ainda tinham diversos jogos bons baseados em Super Heróis que podem valer a pena uma olhada, então vamos listar outros 10 Jogos de Super Heróis que não merecem ser utilizados como Projétil Balístico.

Leia o texto completo »

Pokémon Conquest [DS]


Um dia álguem sentou no escritório da Tecmo Koei, pegou as versões de Dynasty Warriors e viu junto alguns jogos de tactical RPG. Vendo tantas versões contando a mesma história, a pessoa pensou: e se a história do japão fosse contada com duelos Pokémon? Esse gênio então ligou para a Game Freaks e pra The Pokémon Company. A abençoada pessoa aceitou a idéia e entre uns temakis e outros, selaram o acordo para um jogo entre as duas empresas.

Se você considerou bizarra a idéia de colocar Nobunaga, o maior vilão arroz de festa dos games, como um mestre Pokémon diabólico que quer conquistar todos os reinos ao lado do seu Zekrom … chegou a hora de rever seus conceitos e jogar Pokémon Conquest, o novo jogo dos monstrinhos de bolso e que agora trás elementos de estratégia e gente conheciada. Leia o texto completo »

10 Jogos de Heróis dos Quadrinhos que Valem a Pena


Jogos de Super Heróis são sempre vistos com desconfiança. Ou por serem baseados em seus filmes (Iron Man que o diga), ou por sua qualidade inquestionável (Superman 64 inquestionavelmente é um cocô), o anuncio de alguns é cercado por uma ira de incerteza. Mas, em alguns casos, as produtoras se esmeram bastante e acabam criando jogos não somente divertidos, mas que deveriam servir de exemplo para as demais produtoras (ou para si mesmas em alguns casos).

Leia o texto completo »

Metro 2033


O Apocalipse já foi explorado de diversas maneiras em Jogos, Filmes e Livros, cada qual com sua particularidade. Em 2010, a THQ, junto com o estúdio 4A Games lançou o FPS Metro 2033, que com sua mistura de mundo pós apocalíptico e pitadas de horror, ganhou diversos elogios, e sua sequência (Metro: Last Light) deve chegar as lojas no primeiro trimestre de 2013. Mas, o que causou de certa forma surpresa entre alguns, é que o jogo era a adaptação de um livro, e RUSSO! Pois bem, vamos com a análise do Livro Metro 2033, de Dmitry Glukhovsky.
Metro 2033 (livro)

Autor: Dmitry Glukhovsky

Editora: Planeta

Páginas: 416

Preço Médio: 39,90 (Na Saraiva*)

*Na última busca feita, o livro não estava em estoque
Sinopse:

Sem muitas explicações, como se a informação tivesse se perdido no tempo, sabemos apenas que uma catástrofe nuclear assolou a Rússia e a maior parte da população morreu. Algumas pessoas conseguiram se refugiar nos subterrâneos do metrô de Moscou, para se proteger da devastação, e aqueles que não tiveram a mesma sorte sofreram os efeitos brutais da radiação.

Mais de 20 anos se passam e toda uma nova geração cresce dentro dos túneis do metrô e uma sociedade é desenvolvida ali dentro, fazendo com que a sobrevivência seja a regra principal do dia-a-dia. Alimentando-se de cogumelos, ratos, porcos e galinhas, a população moscovita digladia-se com a dura realidade da vida no subsolo.

É neste cenário pós-apocalíptico que acompanhamos a triste jornada de Artyom, sobrevivente da superfície que foi entregue por sua mãe nas mãos de soldados durante uma praga de ratos, e que passa a viver numa longínqua estação de metrô que, além de suportar todas as dificuldades de uma existência precária, é assolada por criaturas terríveis da superfície chamadas por eles de “demônios”, fruto da mutação causada pela radiação.

Sob constante ameaça de ataques das criaturas demoníacas da superfície, Artyom se vê na difícil tarefa de alertar outras estações do risco iminente de uma invasão massiva que porá em risco os últimos humanos da Terra. A missão lhe foi incumbida por Hunter, um dos poucos que fazem excursões na superfície de Moscou em busca de suprimentos para o povo do metrô, que desconfia do medo que assoma às mentes de quase toda população restante.

Narrativa:

Esqueça o clima amedrontador do jogo. Metro 2033 não é assustador como o game originado dele, mas Glokhovsky optou por usar uma narrativa mais carregada, e cheia de incerteza. Artyom é jovem, mas o mundo em que ele vive é aterrorizador (o desconhecido é o maior inimigo) e em sua busca, sobreviver a cada dia já é um prêmio. A cada porto seguro de sua jornada, dúvidas e incertezas cercam o protagonista. Todo esse clima claustrofóbico, é de certa forma muito bem ambientado pelo conhecimento do autor das linhas de metrô de Moscou. Apesar de estarem vivendo no limite, o livro mostra que mesmo assim a raça humana não melhorou muito e continua sendo tão cruel e insana como é nos dias de hoje. Os momentos aonde o passado na superfície é lembrado, carregam um tom de Nostalgia realista, e o final de certa forma surpreende.
Edição Nacional

Apesar da capa original ser melhor, a Editora Planeta caprichou no material nacional, apesar de algumas traduções desnecessárias (Alguns nomes de estação foram traduzidos e acabam não batendo com o caprichado mapa que é usado como guia, aliás, são dois mapas, um com como deveria ser e um como é a realidade) o trabalho no geral é bem feito (bom, melhor que algumas coisas que ouvi sobre as traduções de Game of Thrones).
Considerações finais:

Uma obra de Sci-Fi pós apocalíptica excelente. Com uma ambientação imersiva e um clima sufocante de desespero, com uma pitada de sobrenatural, e um final que surpreende, deixando o leitor curioso sobre o que acontecerá em Metro 2034 (Ainda não publicado em inglês ou português) e sobre o que Artyom vai fazer com aquilo que aprendeu.

Score: 95% – Excelente

Nota pós review:

Os livros Metro 2033 e Metro 2034 podem ser lidos on-line de graça em seus respectivos sites em russo, e o game Metro 2033 para PC está sendo vendido pela revista Fullgames por R$ 17,90

Metro 2033 Website

Metro 2034 Website

Percy Jackson e os Olimpianos: O Ladrão de Raios (As Quatro Visões da Obra)


Acho que muitos de vocês já devem ter ouvido falar em Percy Jackson vez ou outra. Seja por ataques de nojinho na internetz, ou seja no meu caso, por ser fã.

 

A série começou a ser publicada em 2005 nos Estados Unidos, e foi até 2009, com o quinto livro. Gerou um Spin-Off no mesmo universo fictício, intitulado “As Crônicas dos Kane” (2010-2012, 3 Livros + 1 Guia) e uma série sequencial, “Heróis do Olimpo”, cujo terceiro livro será lançado no fim do ano (e a promessa é de mais dois livros). Mas bem, vamos a um resumo rápido sobre a série:
Basicamente, os mitos e lendas gregas da antiguidade não morreram, eles apenas migraram para o centro mais poderoso do Ocidente, mudando conforme o poder mudava, para Roma, Inglaterra, até que chegou a atual potência mundial, os Estados Unidos. E não só os deuses, mas também os monstros. E nesse meio, temos os semideuses, filhos de um pai/mãe mortal e um pai/mãe divino. Percy Jackson é um deles, e a sua chegada no Acampamento Meio-Sangue é o início de um feroz confronto que pode salvar ou destruir o mundo.

Mas, vamos falar das quatro visões diferentes do primeiro livro da série, lançadas ao longo do tempo, entre 2005 e 2011:
Percy Jackson e os Olimpianos ~Livro 1~: O Ladrão de Raios (Rick Riordan, Intrinseca)
Percy Jackson é um garoto-problema. Expulso de suas últimas seis escolas nos últimos seis anos, sofre de TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiper Atividade) e Dislexia. Seu mundo vira de ponta cabeça quando ele descobre que é filho de um deus e que todas as criaturas que ele havia estudado nas aulas de latim existem mesmo, inclusive sua professora de matemática era uma delas, e outra dessas matara sua mãe. Chegando ao Acampamento Meio-Sangue, Percy tem uma difícil missão por encarar, recuperar o Raio Mestre de Zeus que fora roubado, e encarar uma traição pior que a fúria dos deuses.
Comentários:

O primeiro livro é possívelmente o maior da primeira série (Na Coréia ele foi dividido em 2 partes), pois Riordan se preocupou em apresentar o universo da série e aos poucos dita o tom. A Narrativa em primeira pessoa é a princípio estranha pra quem não está habituada. Entre prós e contras, fica apresentado o tom que a série tem, apesar de ainda ter muitos mistérios não revelados, apenas em suas sequências.
Percy Jackson e os Olimpianos: O Ladrão de Raios (20th century fox, com Logan Lerman, Uma Thurman e Pierce Brosnan)
Dirigido por Chris Columbus (dos dois primeiros filmes de Harry Potter), estreou em fevereiro de 2010 nos cinemas. Percy Jackson é um adolescente problemático e seu mundo vira de ponta cabeça quando criaturas vindas de seus livros de latim (não literalmente) tentam matá-lo. Chegando ao único refúgio seguro para pessoas como ele (semideusas), ele descobre sobre sua ascendência divina. E junto com seus amigos Annabeth e Grover, parte numa missão para recuperar o raio mestre.
Comentários:

Assisti a esse filme duas vezes nos cinemas, como filme, não é de todo ruim, tem seus bons momentos. Mas é impossível não comparar com o livro. Tudo bem que o Columbus tomou liberdades em relação a obra original, mas distorcê-la a ponto de transformá-la em um conto adolescente de aventura. (Percy e seus amigos tem 11 anos no livro, e no filme aparentam ter 16). Sem contar os cortes essenciais pro entendimento da trama, como Ares, Clarisse e Cronos. As atuações até que estão razoáveis, e algumas cenas foram bem feitas (como a batalha entre Luke x Percy no Empire State se estendendo por Nova York), do cast de dublagem, reconheci Fábio Lucindo (Percy), Wendel Bezerra (Grover) e Leonardo Camilo (como sempre, a voz de Pierce Brosnan, o centauro Quiron).
Percy Jackson & The Olympians: The Lightning Thief (Activision, Nintendo DS)

É a adaptação do filme para o portátil da Nintendo, é exclusivo e é algo parecido com um RPG, segue mais ou menos o roteiro do filme. Percy Jackson é um adolescente problemático e seu mundo vira de ponta cabeça quando criaturas vindas de seus livros de latim (não literalmente) tentam matá-lo. Chegando ao único refúgio seguro para pessoas como ele (semideusas), ele descobre sobre sua ascendência divina. E junto com seus amigos, parte numa missão para recuperar o raio mestre. (Sim, eu colei o texto do tópico anterior, algum problema?)
Comentários:

Joguei um pouco deste jogo. É mediano. Considerando o prazo apertado não é muito ruim, mas tem alguns defeitos e qualidades notáveis. Tomou algumas liberdades e adicionou personagens não vistos no filme, Victoria, filha de Apolo, mas que apoia Ares (e indiretamente faz o papel que Clarisse tem no livro) e Isaac Schuster (Filho de Hefesto), além de colocar Luke no seu grupo. No Mapa você navega clicando no ponto de destino, e no meio do caminho pode encontrar inimigos, e as batalhas são por turnos. Há técnicas especiais e condições de ataque crítico e defesa que exploram o uso da Stylus. Peca por não te colocar na ação/exploração de um rpg, já as batalhas são ao menos decentes.

Percy Jackson e os Olimpianos: O Ladrão de Raios – Graphic Novel (Robert Venditti, Attila Futaki , Rick Riordan, Jose Villarrubia – Intrinseca)

É a versão em Quadrinhos do primeiro livro de Percy Jackson e os Olimpianos. Vocês não querem mesmo que eu repita o texto de novo, não é?
Comentários:

Não cheguei a lê-la inteira (Eu estava comprando Son of Neptune no dia), mas bem, procurando por algumas informações na internet e folheando uma página aqui e outra ali na livraria. Ela é um pouco mais fiel ao livro, com uma ou outra cena cortada ou alterada. Porém, algumas imagens dão uma ligação maior com o filme. Mas aonde a coisa degringola mesmo é na arte, que é… Feia. Não, sério, eu tenho costume de comprar algumas graphic novels, mas o traço desta não é dos melhores, ainda assim melhor que a de God of War.
Bom, não sei como finalizar o artigo, mas espero que tenham ao menos lido e curtido o artigo, já que estou com uma mega preguiça de escrever alguma análise.

Galeria Cosplay: Vanille (Final Fantasy)


Vamos atualizar novamente o Blog. To devendo análises, mas é porque tem me faltado tempo para postá-las aqui. (eu tenho algumas prontas). Mas, se você quer curtir conteúdo novo, entre lá na fanpage, vez ou outra temos tirinhas de jogos lá. (Inclusive cogito a idéia de postar tirinhas aqui, mas vai ser difícil acontecer)

Mas vamos parar de enrolar, e mostrar o cosplay de hoje. Ela é residente no Japão, mas é Brasileira e fala um bom português.  A personagem é a Vanille, de Final Fantasy XIII. Se quiser curtir o trabalho da Cosplayer, clica no link no final do post

 

Crédito das Fotos: http://www.facebook.com/TiemyCosplay

Angry Birds… No Mega Drive?


Acho que qualquer pessoa na face da Terra já ouviu falar dos pássaros doidos da Rovio. Um jogo aparentemente simples, fez um sucesso estrondoso e dos celulares, foi para redes como o Facebook e consoles como o PSP e PS3. E conforme o tempo passou, novas versões do Game foram criadas, tudo baseado no sucesso dos pássaros malucos e os Porcos de Capacete.

Inúmeros fanvídeos satirizando o jogo foram feitos, é só dar uma busca por Real Life Angry Birds ou coisa do tipo no Youtube. São hilários. Mas, quando ninguém mais esperava, um chinês surge com uma versão… Para Mega Drive!

Um homebrew lançado gratuitamente na Internet para rodar em emuladores, a demonstração conta com apenas dois níveis. (Um básico e um mais difícil) e gráficos bastante semelhantes aos do original, levando em conta a capacidade do Mega. No som, alguma bruxaria foi feita porque os sons de wiiiiii dos pássaros não tem aquela rouquidão das vozes de mega. Já a jogabilidade… Não é que não funcione, mas como foi só uma pessoa que programou, a física ainda é muito crua (ou ruim, se você estiver de mal humor).

A expectativa é que novas versões surjam com o tempo, a rom pode ser baixada aqui  e roda nas versões mais recentes do Kega Fusion e do Gens+.

Achei esse troço lá no Passagem Secreta , mas as screens foram tiradas aqui mesmo XD

Clique em seguir para ver as screens

Leia o texto completo »