AVISO: Dois tópicos importantes (OFF-TOPIC)


 

 

Olá. Este não vai ser um texto de teor engraçado, tampouco humorístico e coisas do tipo. Mas vamos lá.

Meu nome é Geovane, tenho 24 anos e trabalho como atendente de lanchonete (É, é bizarro) há cinco anos. Obviamente meu salário não é lá grandes coisas, como esperado, mas novamente esse não é um foco. Há uns 3, 4 anos uso o nick de Kyo na Internet, desde a época em que eu frequentava fóruns como o do TokuBrasil, Grimmauld Place (fórum integrante do site Potterish) e Fórum Portal Sonic. (Eu utilizava outro nick na época que tinha conta na SNK-Neo Fighters).
Nesse tempo, eu fiz parte de um projeto interno do Grimmauld Place aonde determinados grupos de usuários (Os usuários se separavam em casas, tal qual na saga de Harry Potter) criavam “fanzines” dedicadas a assuntos internos do fórum, brincadeiras e coisas de Harry Potter em si. Eu sempre fui um leitor muito assíduo de revistas de vídeogame, como a (finada) NGamer Brasil, a Game Master, Nintendo World, e Dicas e Truques para Playstation (Atual Revista oficial do Playstation BR), e como jogava, não deu outra, no projeto da minha “casa”, eu acabei falando sobre Games e tudo mais.
Utilizando essa experiência, e visitando blogs de games como o (finado) New Old Players do meu amigão Diogo (Cyber Woo), o Shugames do Cosmão, o Retroplayers do Sabat e o Gagá Games, resolvi criar meu próprio blog. Nascia assim em maio de 2010 com um texto de Colin McRae Rally 3 do PS2 (apesar de ter outros textos espalhados por fóruns) o Blog do Kyo. Seguindo o parâmetro de muitos blogs, me propunha a falar de jogos antigos e jogos do meu PS2 também, mas para não ficar muito nos termos técnicos utilizados em revistas e sites grandes de jogos, acrescentei umas pitadas de humor aqui e ali, coisas que aprendi lendo o Blog do Amer (do jornalista Amer Houchaimi) e deixam o texto um pouco menos com cara de “bla bla bla de revista” (Mesmo meu objetivo sendo fazer faculdade de jornalismo) e mais humano.
O tempo foi passando, e ganhei dois colaboradores que me ajudaram bastante com conteúdo de seus próprios blogs, o Renan Pinheiro (Wakashimazu) e o próprio Diogo, inclusive o Renan me ajudou a segurar as pontas quando eu passei por uma fase ruim no fim do ano, término de namoro e etc (isso em 2010). Avançando um pouco mais no tempo, chegamos em 2012, o blog completava 2 anos e chegava a marca de 100 mil visitas. Mas você pode perguntar: Porque você está contando sua história e a do blog? Eu respondo: Tem a ver de certa forma com o assunto abordado.
Em Agosto, durante uma troca de mensagens rápida a respeito de alguns assuntos banais de blogs e por conta de meus textos, fui convidado pelo Fábio (Tio Cloud) para escrever à respeito de games para o portal Jbox.com.br, um dos maiores portais dedicados a cultura otaku (Anime, mangá, tokusatsu e de maneira tímida) daqui de nossa terrinha amada. Bem, eu já era leitor do Jbox desde 2008, 2009 e de certa forma, mesmo na época em que lia, eu fosse um bocó em termos de textos, era um sonho secreto escrever pra lá, ainda que eu não fizesse idéia do que escrever. Mas enfim, eu aceitei o convite e me tornei colunista do portal e de quebra ajudava com algumas notícias (mesmo com uma equipe grande – cerca de 14 pessoas – nem todos são plenamente ativos o tempo todo, pois tem afazeres como uma tal de vida pessoal, faculdades, trabalho, etc, então uma ajuda é sempre bem vinda).
O primeiro impasse chegou: “Qual vai ser o título de minha coluna?” Depois de pensar, pensar e pensar MUITO. Eu resolvi batizar a coluna, homenageando o blog de um amigo meu, Arildo Ricardo (Que utiliza do nick Mestre Ryu), o Santuário do Mestre Ryu, então coloquei o nome ‘Dedo no Joystick’. E sim, como contei ao Fábio no twitter, a idéia veio enquanto eu estava no banheiro. No domingo de estréia da coluna, eu deixei um tweet divulgando a coluna, e dizendo que o nome dela era em homenagem ao Blog do Mestre Ryu, inclusive deixando a arroba do cara (ás 18:06, de acordo com o Twittario,site utilizado para recuperação do tweet reproduzido lá em cima). Eu teria inclusive taggeado o nome dele quando passei o link no facebook no mesmo dia, mas a compartilhação do link não permitiu a tag.
Essa semana chegou ao meu conhecimento dele (de que maneira, não faço a menor idéia e sinceramente prefiro não saber), mas algo acabou se distorcendo e daí eu vi algo sobre plágio e o tom dele era bem irritado (eu vi na minha timeline do twitter, quando acordei na quinta para ir trabalhar, eu sempre deixo o PC ligado pra checar notícias e se for o caso criar pauta nova pro Jbox), e na sexta-feira (ou sábado), vi algo semelhante no Facebook dele. Mas bem, a despeito disso tudo, eu já estava ciente, e sinceramente achei que ele fosse ME contatar primeiro para conversar, saber qual é a história e esclarecer os fatos, porém, nenhuma notificação no facebook ou menção no twitter.
Aí eu tive o aviso (quando abri o Jbox de manhã e vi a timeline do twitter do Fábio), o aviso de uma DM, e a mudança do nome da minha coluna, aí a ficha caiu. Não li a DM (porque de certa forma já sabia o conteúdo dela devido a análise dos fatos).

Então vamos lá, primeiramente, Arildo (sim, estou usando os nomes), a minha intenção NUNCA foi plagiar seu blog, mas meramente prestar uma homenagem ao blog de um amigo que admiro muito (seus posts enormes e com muitos dados interessantes são extremamente bem feitos, apesar de demorar pra carregar na minha internet discada) e não ofender de maneira alguma seu blog, que gosto muito. Mas, de qualquer forma, peço desculpas se o ofendi, juro pela minha coleção de livros e jogos (na qual gastei uns 1500 reais e muitos esporros da minha mãe) que não foi minha intenção.

Também gostaria de pedir desculpas ao Fábio, que depositou confiança em mim e em meus textos (a despeito de briguinhas de fanboys que acabam rolando) e de certa maneira eu pisei na bola por ocultar esses fatos, sinto muito pelo problema causado, não foi minha intenção.
Outro assunto que tem um pouco de relação com o acima, mas nem tanto é referente às atualizações do blog. Eu realmente tenho deixado a peteca cair nisso em relação ao blog, o trabalho tem sido muito exaustivo como sempre, e algumas coisas de lá e minhas acabam me deixando deprimido e aí acabo passando mais tempo no twitter ou procurando pauta pro Jbox ou pegando jogos pra minha coluna de lá, e sobra pouquíssimo tempo pra eu destrinchar jogos com o detalhe que o blog merece.

Então, para não afetar o conteúdo do blog de maneira grave (e acabar afetando o Jbox), vou dar uma pausada temporária nas atividades do Blog, pra reorganizar as idéias e ver se consigo um pouco de tempo e paz. Também vou dar uma trabalhada junto com a Paula no Layout novo do Blog e ver se resolvo os problemas do PC, porque eu PRECISO jogar Sleeping Dogs e Spec-Ops: The Line que estão fantabulosos! Além de ver se consigo trabalhar em traduções para o scanlator do qual faço parte. Mas, vocês não estarão livres de mim, me acompanhem lá no Jbox porque eu to com umas idéias fantabulosas de textos! Me aguardem!

Desculpem incomodá-los com este texto longo e quilométrico, mas passei boa parte do dia de ontem e hoje pensando em como escrevê-lo e abordar o assunto. Mais uma vez, desculpem

Geovane “Kyo” Sancini

Responsável pelo Blog.

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Michael Jackson’s Moonwalker (Mega Drive)


Olá, primeiramente… Layout novo no Blog!

 

Alguns artistas quando deixam o mundo, deixam um legado que dura pra sempre, com suas músicas de qualidade , ainda conquistam novos fãs e trazem boas e doces lembranças aos seus fãs mais antigos. Elvis Presley por exemplo, faz uma falta tremenda, se compararmos com o que toca hoje em dia nas rádios (Não, Elvis não era só baladinhas do tipo Love me Tender, agora cale-se e deixe-me continuar o artigo), e James Brown ficaria tremendamente desgostoso com as paradas atuais. Mas se existe um artista que faleceu e que eu realmente curto é o Michael Jackson. Seu legado para a música pop foi inestimável, tanto em ritmo, quanto em coreografia. Na turnê do disco Bad, foi criado o filme Moonwalker, que na maior parte era uma compilação de Clipes de Michael, e com um segmento (Smooth Criminal) com um roteiro simples.

 

Esse trecho foi o suficiente para duas empresas se prontificarem a criarem jogos baseados no filme: A SEGA, uma das maiores forças nos Arcades na época (com grandes sucessos como After Burner, Super Hang-On e Golden Axe) e a U.S. Gold (responsável por abominações como Strider Returns). Enquanto a U.S. Gold fez um jogo de visão superior para os computadores caseiros (PC-DOS, Commodore 64, Amiga, ZX Spectrum entre outros), a SEGA fez dois jogos diferentes, um para os Arcades (Do qual falaremos num outro dia quando eu estiver a fim) e um para seus consoles (e portátil) caseiros: Mega Drive, Master System e Game Gear. As versões de Game Gear e Master System ficam pra outro dia, já que a que será analisada por mim hoje, vamos ver se Michael é Mau como ele diz… WHO’S BAD? (mais…)

Toe Jam & Earl


Existe sempre no mundo, obras que são cultuadas por algumas ou muitas pessoas, e que você simplesmente… Não vai com a cara, seja um cantor, banda, ou um filme, uma série… No mundo dos jogos é a mesma coisa, sempre tem aquele jogo (ou série) que é adorada por muitos, mas você simplesmente não está a fim de jogar ou não curte. Esse é o caso do jogo de Hoje, Toe Jam & Earl, do Mega Drive. E eis que resolvo num rompante idiota, fazer uma série de análises baseadas em exatos 30 minutos de jogatina para… Porque eu quero! É isso, e pra começar, Toe Jam & Earl.

(mais…)

Galeria Cosplay Gamer: Bloodelf Priestess (World of Warcraft)


A maioria das pessoas sabe que eu não curto RPG’s Online. Já passei da idade de ficar uppando por horas e horas personagens nesse tipo de jogo. E gosto ainda menos de World of Warcraft, pelos mais diversos motivos.

Mas bem, há de se convir que quando um cosplay fica legal, não importa o que façamos, temos que aplaudir. E aqui temos um cosplay da BloodElf Priestess, de World of Warcraft

Curtiu a pequena galeria? Dá um like lá na Fanpage do Blog no Facebook

 

Até Sexta!

Ninja Assault (Playstation 2)


Algumas idéias são muito loucas para serem postas em prática nos jogos, na verdade essa frase que eu acabei de dizer é uma tremenda mentira, se jogarmos qualquer jogo do Suda Goichi (Suda 51, o produtor favorito do Lula) veremos isso. Pois bem, a Namco é tradicional por seus rail shooters (tá, pela Série Time Crisis), mas… E se adicionarmos NINJAS ao conteúdo de um Rail Shooter? A SEGA viu que Zumbis (da maneira certa) funcionam (Ouviu isso Capcom? Eu cuspo em Seus Rail Shooters de Resident Evil), a Própria SEGA fez parceiria com a Namco para fazer um Rail Shooter com Vampiros, mas a Namco fez um com NINJAS, e tivemos Ninja Assault, jogo a ser analisado hoje.

Ninja Assault
Produtora: Namco
Plataformas: Arcade/Playstation 2
Gênero: Tiro Sob Trilhos

Na era Feudal, o terrível Shogun Kigai (que é só uma cabeça demoníaca num corpo de robô, ops, SPOILER) conquistou a nação de Tenshin e sequestrou a inocente princesa Koto. Para dar um fim ao reino de terror de Kigai, três Ninjas desocupados resolvem pegar pistolas e saírem fuzilando tudo o que se mexe, o que significa dar cabo de um exército de demônios DO MAAAAAAAAAAAAL (como diria o Homem Sereia, do Bob Esponja) e salvar a princesa.

Ninja Assault é um Rail Shooter, ou seja, um jogo de tiro sob trilhos, aonde apenas atiramos em tudo o que se mexe e derrotamos hordas e hordas de inimigos. O jogo é feito para a Guncom 2, se você tiver uma, a experiência de jogo melhora exponencialmente. Você tem três personagens para se escolher, em quatro modos de jogo, um que vem do arcade, outros três que são protagonizados por cada um dos protagonistas, com um parceiro diferente. Basicamente o que muda é o estágio inicial, que difere.

Quem está acostumado com a série Time Crisis, vai sentir falta do sistema de cobertura, o que acaba deixando o jogador mais exposto aos inimigos, que surgem de diversos locais e agilidade é o ponto chave. São no total, seis fases, que podem ou não ter um chefão esperando no fim (às vezes é só um inimigo mais forte). Há ítens (bem) escondidos nas fases, que vão desde itens de pontuação, até ninjutsus (Técnicas que são boas para limpar a área) ou recuperadores de HP. Aliás, ao contrário da série Time Crisis, que usa pontos de HP (e que independente do inimigo, o dano será de 1), em Ninja Assault temos uma barra de vida e os danos variam conforme a força do inimigo (Shuriken, Flecha ou uma Bola de ferro cheia de espinho, espada e etc), o que pode ser ao mesmo tempo bom e ruim.

A dificuldade varia conforme sua experiência em Rail Shooters, mas a falta de cobertura aumenta isso, e não sinta-se acanhado em começar da dificuldade mais baixa. Caso queira prolongar o tempo do jogo, pode ir tentando os desafios desbloqueados após finalizar o jogo, dão um tempero a mais.

Graficamente ele, apesar de ser um jogo posterior a Crisis Zone (que no Arcade saiu em 1999), não é superior a este, as cenas não são lá muito caprichadas e os modelos dos protagonistas ainda é aquela coisa de início da geração PS2. Já os cenários e inimigos estão bem feitos, com destaque para a fase da Neve e a Raposa de Fogo (Boss do Homura Shrine) quie tem bons efeitos.

Sonoramente é mediano, as músicas são simples e não ferem seus ouvidos, alguns efeitos sonoros (o da caminhada dos heróis) são estranhos e exagerados e dublagem americana oscila entre o bom e o CADÊ A EMOÇÃO?, apesar de não serem muitas falas.

Finalizando, Ninja Assault é um jogo para quem curte o gênero e vale a pena o aluguel, nada mais.

Mortal Kombat: Deadly Alliance


Minha história com a série Mortal Kombat é longa. No tempo de 1900 e guaraná bolinha, eu via muita gente jogando o primeiro nos fliperamas. Tempos depois, num fliperama próximo a minha humilde residência (que é a mesma a uns 18, 19 anos – em cima da antiga) estava com Mortal Kombat 3, e vivia cheio. Meu Meguinha e meu SNES (ambos falecidos), passaram por muitas jogatinas de MK 1, 2 e 3, e também o Ultimate. Só zerei o 1 (no SNES), o 2 (no Mega) e o Ultimate no mega. No N64 cheguei a trocar tapas no MK 4 e no MK Trilogy (joguei mais no PS1). Tempo vai, pulei um monte de MK’s e na geração PS2, eu comecei pelo Deception, fui para o Armageddon e Infelizmente (devido ao Azar), não consegui jogar o Shaolin Monks. Mas, o jogo a ser analisado hoje, é o início de MK na geração PS2, com Mortal Kombat Deadly Alliance.

 

Mortal Kombat: Deadly Alliance

Produtora: Midway

Plataforma: PS2, GameCube, Xbox GBA

Gênero: Luta

 

Depois que Quan Chi foi mandado de volta para Netherrealm após a derrota de Shinnok para Raiden e seus guerreiros, Quan Chi acaba conseguindo fugir novamente e no caminho acaba encontrando a tumba do exército morto de Onaga. Com isso também descobre que o Rei Dragão Onaga, pode voltar a vida caso se junte um grande número de almas sacrificadas em nome de Onaga. Mas, para que isso pudesse realmente acontecer Quan Chi precisava de ajuda. Procurou então um antigo feiticeiro de Shao Kahn. Um feiticeiro muito bem conhecido dos guerreiros das Forças da Luz. Seu nome era Shang Tsung. E assim, foi formada a “Aliança Mortal”. A “Aliança Mortal” faz sua primeira vítima de muitas matando o monge Liu Kang. Liu Kang foi morto com o intuito de impedir que atrapalhasse os planos da Aliança. Após a morte de Liu Kang, um novo torneio do Mortal Kombat foi criado, incluindo guerreiros da luz como Jax, Johhny Cage, Kung Lao, Sonya Blade e Raiden e os guerreiros do lado maligno como Kano, Shang Tsung, Reptile e Quan Chi. Além desses novos guerreiros foram convocados e lutam por interesses diferentes como Mavado, Hsu Hao, Li Mei, Bo’ Rai Cho, Kenshi e Mokap.

 
O jogo peca de certa forma no começo, ao não agregar um modo história convincente, estando ele embutido no modo Arcade. Além disso, apenas um modo de Treino e um de Missões está disponível para jogo. Nem Puzzle, nem Xadrez e nem corridas de Kart. Suas performances em missões e nas jogatinas do Modo Arkade rendem moedas (de diferentes tipos) que podem ser usadas na Kripta para desbloquear outros personagens e artes conceituais, roupas novas e etcs.

 

 

Mas, o jogo também não tem lá muitos extras, você pode rever os finais, assistir ao Making-of, e também ao bacana vídeo History of Mortal Kombat (a franquia comemorava 10 anos), além de um Music Video que ninguém liga a mínima.

 

 

A jogabilidade é um tanto confusa, nem tanto por ser 3D, mas por sei lá… Não é muito fluído, antigamente nos jogos 2D tinhamos botões para soco alto e baixo, agora, com os 3 estilos de combate, até você aprender o que cada coisa faz leva tempo, e cada lutador tem 3 estilos intercambiáveis de combate, e cada estilo tem combos e golpes exclusivos, o que por si só já dá um nó na cabeça de qualquer jogador novato, some-se a dificuldade de jogar com cada um que é dividida em cinco níveis, e aí temos um jogo que afasta os novatos. Nem falemos dos comandos dos fatalities, ou sua cabeça irá explodir.

 

 
Graficamente o jogo não é de todo ruim, conta com bons modelos e os uniformes estão bacanas. Os cenários estão bem legais, o problema nos gráficos, são os efeitos especiais, de sangue e etc… Não gente, sério, os efeitos são ruins, e o pior é que esses efeitos continuaram até Armageddon, sério. Mas vou te contar, que o balanço dos magumbos da Li Mei… Ô, lá em casa!

 
Sonoramente é competente, as músicas são boas, não marcantes e o narrador não tem o mesmo impacto do cara dos três primeiros jogos. As vozes estão na medida do possível, boas, não sendo nada doloroso aos ouvidos. Os efeitos sonoros são digamos, descartáveis.
Gente, a Review ficou curta (até demais), mas enfim, Mortal Kombat Deadly Alliance foi um começo estranho para a série no PS2. Coisas demais, extras de menos e só a história realmente vale a pena, os fãs da série, dêem ao menos uma jogada, todos os outros, o console tem melhores opções de jogos de luta, a todos os jogadores, evitem a versão de Game Boy Advanced como o Diabo evitaria a cruz.

SPOILER: Kingdom Hearts


Olá, bem vindos a mais uma coluna da seção Spoiler. No domingo, conhecemos um pouco mais sobre a origem de Xehanort, e o sacrifício daqueles três guerreiros em deter a destrtuição dos mundos pelas mãos dos Unversed, em Kingdom Hearts: Birth By Sleep. Hoje avançaremos cronológicamente e regressaremos ao primeiro jogo da série, Kingdom Hearts, lançado há 10 anos e que encantou muitas pessoas desde então. Vamos aos dados técnicos. (mais…)

Spoiler: Kingdom Hearts – Birth by Sleep


Em primeiro lugar, se tudo deu certo, estarei no Anime Wings (15/04) enquanto você lê este post, e vou explicar mais ou menos como vai funcionar a seção (Em termos de organização), começaremos com dados técnicos, como ficha do jogo, e a pontuação dele em sites agregadores de nota (O Metacritic e o GameRankings), em seguida, apresentaremos os protagonistas, e finalizamos com o enredo do jogo em si. No fim, se necessário, alguma curiosidade sobre a série e tudo mais.

AVISO:  Se você não gosta de spoilers,  pare de ler imediatamente. A todos os outros: Boa leitura.

(mais…)

Naruto Shippuuden: Ultimate Ninja 5 (Playstation 2)


O Blog tem quase 2 anos (falta pouco mais de um mês), e a intenção era fazer reviews dos jogos conforme eu os ia jogando. Eu já joguei nesse período de Maio de 2010 até esse período de 2012 que estamos, uma quantidade imensa de jogos, alguns eu quis resenhar, mas me faltaram palavras pra descrevê-los, outros foi por preguiça. Enquanto alguns títulos foram praticamente jogados a força para resenhas. O fato é que já fiz análise de diversos jogos, inclusive baseados em licenças da Marvel, como Homem-Aranha, Capitão América e X-Men, a títulos baseados em licenças de Anime, como Saint Seiya, Full Metal Alchemist e Bleach. E bem, hoje não será uma exceção, vamos ver como foi a despedida do Naruto no Playstation 2?
Naruto Shippuuden: Ultimate Ninja 5

Produtora: Namco-Bandai

Desenvolvimento: Cyber Connect2

Plataforma: Playstation 2

Gênero: Luta
Para quem acompanha a saga atual de Uzumaki Naruto e espera pelo desfecho dela (e secretamente ri do fim do Anime de Bleach) e também lê os desdobramentos de Kishimoto no mangá, Ultimate Ninja 5 soa até nostalgico. Ele cobre o primeiro arco da Saga Shippuuden, mas de forma mais completa que seu antecessor (Ultimate Ninja 4) que terminou de forma incompleta. Aqui temos o arco completo do Sequestro de Gaara, e o combate contra Deidara e Sasori (que culminou com o sacrifício de Chiyo). De quebra, ainda tem uma side-story com o Sasuke, mas coisa bem boba e fechada.
Ao contrário de Ultimate Ninja 4 que começava com uma história original pré-Shippuuden, aqui já começamos com a história em si, e o jogo é dividido em duas partes no modo História, o modo RPG tradicional, aonde você vai percorrendo alguns dos pontos da história, combate bandidos aleatórios na estrada e cumpre side-quests normais, e os combates mano-a-mano já tradicionais.

 

Os combates contra bandidos aleatórios envolvem uma arena fechada, e esmagamento do botão de ataque, contando com o auxílio de até dois parceiros controlados pela IA, e Jutsus especiais para cada um. Essas batalhas dão experiência que podem aumentar os atributos dele. Na jornada, podem ser encontradas armadilhas, itens escondidos em barris e caixas (destrua-os e desarme as armadilhas com as shurikens) e coisas relativas a sub-quests.
As lutas seguem o mesmo estilo da franquia (que se estabeleceu com o Ultimate Ninja 3), um botão de ataque, um de pulo, um para liberar o chakra da técnica devastadora (estou usando termos mais simples), um de shuriken. Os botões de ombro da frente trocam a shuriken pelos itens adquiridos durante o combate (tem uma roda de itens) e os botões de ombro de trás defendem. Com combinações realmente simples, cria-se um combo (ou algo parecido com isso), e movimentos igualmente simples, soltam-se os Jutsus.
Os combates apesar de rápidos, tem sua estratégia, não basta ficar apertando o bolinha igual esses babacas que jogam em evento de anime, pois cada personagem tem seu estilo próprio de jogo, por exemplo, o Lee é para quem gosta de combate corpo-a-corpo, pois a maioria dos ataques dele é melhor com o oponente próximo, já o Gaara é bom para jogadores que preferem jogar longe do oponente. E tem a questão do parceiro de combate, sabendo escolher a dupla certa (como Naruto-Sakura por exemplo), pode desencadear Especiais em dupla mais poderosos.
O elenco do jogo não fica restrito a Shippuuden, e a maneira de desbloquear os outros personagens, é pelas marionetes localizadas por todo o mapa do modo RPG, totalizando uma caralhada de Personagens e confrontos que cronológicamente não deveriam existir. A localização dessas marionetes, acrescenta algum tempo extra ao jogo, assim como missões paralelas e a história paralela do Sasuke, desbloqueada após concluir o modo história. Fora que após terminar tudo, o modo versus com todos os personagens fica BEM melhor, pra jogar com os amigos.
Os gráficos do jogo são bons, apesar de terem envelhecido rapidamente desde o lançamento do jogo. Nas batalhas (tanto nas tretas versus, quanto no espancamento de inimigos genéricos) e no mapa do modo RPG, eles são bons, e as animações dos Jutsus estão bem feitas, mas… Aquele cel-shading envelheceu rápido, o que é um sinal de que é hora de migrar para a geração seguinte. Nas cenas a coisa é mais evidente, no jogo em si, fica bom. Os cenários estão fiéis aos da série, oferecendo um bom look da Vila da Folha, da vila da Areia e daquele esconderijo de Sasuke.
A trilha é muito boa, e conta com as composições do anime, sempre no clima exato para cada momento da ação. A dublagem do jogo, graças a deus eliminou a possibilidade de escolher a terrível dublagem americana. Cada Seiyuu emprestou suas vozes e dublaram as falas do jogo, culminando num trabalho bastante competente, mesmo os habitantes aleatórios da sua vila tem falas próprias e (uma só, mas relevem, são coadjuvantes dos coadjuvantes) o grito do Ebisu quando recebe o livro do véi tarado (vulgo Jiraya) é simplesmente impagável (é uma das sub-missões).
Finalizando, hoje em dia, Naruto Shippuuden: Ultimate Ninja 5 é mais nostálgico (para quem acompanha o anime), mas ainda assim é bastante competente e oferece boa dose de conteúdo pros fãs da série. Mesmo para quem não é fã de Naruto, recomendo o jogo, dá umas boas horas de diversão.

Nota: 8,8/10

F1 2010 (X360/PC/PS3)


Jogos de formula 1 sempre tiveram a eterna dúvida: Simulação ou Arcade? Ao longo dos anos, diferentes produtoras mostraram sua visão do esporte. Desde a Namco com o eterno Pole Position dos anos 80, passando pela SEGA com os 2 Super Monaco GP, a Microprose com a sua série Grand Prix nos PC’s (e que por pouco não esteve na geração passada), a Human com o F1 de N64, a EA também fez parte desse pelotão, a Atari e a Sony, todas com jogos diferentes. Eis que uma empresa que é uma das melhores em jogos de corrida, a Codemasters assume a franquia oficialmente em 2009. A experiência anterior em jogos de corrida do tipo fórmula da Codemasters vem do jogo de F-Indy do PS2. Será que ela se deu bem com a edição 2010 de F1? É o que veremos! F1 2010

Produtora: Codemasters

Plataformas: Xbox 360/PC/PS3

Gênero: Corrida

O jogo é baseado na temporada de 2010 da Fórmula 1, mas caso você queira, poderá criar seu piloto e gerenciar sua carreira. Vitória, Glamour, troca de equipes, contratos milionários, tudo ao seu alcance. Mas…

Não pense que ser um superstar das pistas será tarefa fácil, o jogo foi feito com a versão (até então) mais recente da Ego Engine, da própria Codemasters, o que garante certa semelhança com Grid e DiRT 2. Antes de mais nada, boa parte do que você joga pode ser customizado, desde a quantidade de voltas, até o nível de simulação de danos do carro, desgaste dos pneus e gasolina.

Nas pistas, você pode escolher se será um fim de semana curto (dividido em treinos livres, o classificatório e a corrida), ou o fim de semana longo, aonde é mais parecido com as regras da F1 do ano corrente, aonde o treino classificatório é dividido em três partes. A dirigibilidade é ao mesmo tempo acessível e complexa. Ligando as ajudas, o necessário a se fazer é apenas acelerar e fazer as curvas, tendo o cuidado de frear quando necessário. Ainda assim, será difícil dominar os circuitos, e qualquer deslize pode significar uma visita ao muro mais próximo.

Os traçados dos circuitos, obviamente são recriações fiéis dos reais, embora eu que esteja acostumado com o F1 2006, estranhei um pouco as curvas finais do circuito da Catalunha. Correr na chuva é algo realmente bonito de se ver, e por exemplo, o circuito de Cingapura (corrida noturna) é bem bonito.

Os modelos dos carros estão bacanas, semelhantes as contrapartes reais, embora os mecânicos pareçam meio robóticos, na minha opinião. Uma das coisas que não gostei, foi a falta de pilotos nos cockpits durante as provas, não que isso seja algo pra se alardear, mas poxa, um jogo de 16 anos atrás (GP 2) tem. Aliás, esse “defeito” é visto aqui nas screens, mas em screens do jogo que estão na internet, há pilotos, algo que averiguarei melhor posteriormente.

Outra coisa que incomoda pessoas com olho clínico ou que não tem mais o que fazer, são algumas texturas em baixa nas árvores em torno dos circuitos. Os destaques aqui, ficam para o circuito de Cingapura, um colírio para os olhos (não é a toa que ele ilustra o review) e as corridas na chuva, principalmente quando se usa as cameras do cockpit.

No modo carreira, você não apenas tem que correr, mas cumprir os objetivos estipulados pela sua equipe, e lidar com a imprensa em suas entrevistas, pois suas respostas lá, podem influenciar a maneira que seus chefes lidam com você (sempre cheque sua Agente para saber) e como as outras equipes vêem você, então isso é bem importante.

Sonoramente é agradável, tem umas músicas de elevador como temas de menú, uma dublagem até que bem feita (apesar de não serem tantas falas), e durante as sessões de treino, quando se acelera o tempo, tocam umas faixas bacanas, de artistas conhecidos (ou não). Barulhos de motor, giros e tudo mais estão ótimos.

E voltando um pouco ao quesito de jogabilidade, uma coisa que F1 2010 herdou de GRID (e da Ego Engine), é a função Rewind. Quando você faz uma curva mal feita e acaba rodopiando ou sofrendo um acidente, acione imediatamente a opção de Replay Instantâneo, e com o apertar de um botão (F12 no PC), você poderá voltar no tempo para um pouco antes do momento fatídico. Essa mãozinha útil é limitada de acordo com a dificuldade, então use com sabedoria.

Finalizando, F1 2010 ainda não é a experiência definitiva de Fórmula 1, mas é um grande jogo para os fãs do automobilismo e obrigatório para estes. Os demais, dêem uma jogada antes de comprarem em definitivo, pois o jogo não pega leve em NENHUM MOMENTO.

Nota: 9/10