Road Rash 64


Peraí gente, deixa eu tirar a poeira aqui do Blog… Fuuuuuuuu… Bem, o Blog não foi muito atualizado por um tempo, já que eu acabei convidado a escrever pro JBox.com.br e desde a semana passada sou colaborador de lá, e bem, já consegui parte dos meus objetivos de provocar Otakus com comentários ferinos. Então, se quiserem ver textos meus, dá uma passadinha lá (a coluna de jogos é minha), ok… Vamos lá…

 

Transição 2D-3D. Hoje em dia é algo considerado normal e até inovador em algumas franquias, pela mudança de perspectiva e visão, mas nos anos 90 era motivo de medo. Muitas franquias clássicas tentaram o 3D, como Contra, Castlevania, Metal Gear, Sonic, Mario, Megaman, Top Gear, F-Zero entre outras e os resultados variam entre espetabuloso (Metal Gear Solid), Meh (Megaman Legends) e Diarréia Abissal (Castlevania 64), inclusive algumas franquias hoje em dia sequer existem. Mas bem, entre essas franquias estava Road Rash, que começou modesta no início da década com o primeiro jogo do Mega, e suas duas sequências (além do jogo de Sega CD). No 3DO, a franquia começou a ensaiar a ingressão ao 3D com o Road Rash, que usava cenários tridimensionais, porém usava de Sprites. O jogo ganhou adaptações pra PC, Saturn e PS1. Tempos depois, a EA ingressou no PS1 com Road Rash 3D em 1998 que era mais Road do que Rash já que muitas corridas terminavam sem sequer um soco trocado, porém o jogo era razoavelmente bom. Em 2000, também no PS1, a despedida da franquia com Road Rash Jailbreak que tinha mais porradaria, mas escorregava (e feio) na pista, com uma dirigibilidade difícil (imaginem jogar futebol de sabão, era parecido com isso). A coisa foi consertada na adaptação portátil do GBA, cujo problema é a pouca quantidade de pilotos. E em 1999, a EA entregou nas mãos da THQ a versão do Nintendo 64 de Road Rash… E bem, veremos como ela se sai, não é?
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SuperNerdCON (19/08/2012)


Domingão, dinheiro acabando, cansado da semana, o que fazer? Descansar as baterias? Nada disso… Dia de pegar câmera e ir de mala e cuia para a SuperNERDCon. Equipado com livro (para metrô), uns trocados, vamos nós lá para Copacabana, a aprazível Copacabana, local de gente velha! Depois de utilizar minhas técnicas de Assassino para seguir pessoas sem ser visto (que consiste de procurar pessoas ÓBVIAMENTE NERDS e seguí-las de longe), chego no local por volta do Meio Dia, 11 e alguma coisa, sei lá, eu não tenho relógio, porra! Vamos ver no que deu isso? (mais…)

Toe Jam & Earl


Existe sempre no mundo, obras que são cultuadas por algumas ou muitas pessoas, e que você simplesmente… Não vai com a cara, seja um cantor, banda, ou um filme, uma série… No mundo dos jogos é a mesma coisa, sempre tem aquele jogo (ou série) que é adorada por muitos, mas você simplesmente não está a fim de jogar ou não curte. Esse é o caso do jogo de Hoje, Toe Jam & Earl, do Mega Drive. E eis que resolvo num rompante idiota, fazer uma série de análises baseadas em exatos 30 minutos de jogatina para… Porque eu quero! É isso, e pra começar, Toe Jam & Earl.

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Forte Bomba! #1 Captain America & The Avengers (SNES)


 

 

Essa é uma coluna nova aqui no Blog, dedicada a posts rápidos sobre bombas do mundo dos games, com o objetivo de prevení-los de jogar tais abominações. Então vamos lá.

Com o filme dos Vingadores fazendo o sucesso que fez, era de esperar que houvesse um jogo baseado nele. Até teria, se a THQ não tivesse fechado os estúdios responsáveis pelo jogo. Então, aos fãs desesperados por algo dos Vingadores restou procurar algo para jogar. Eu particularmente recomendaria algum dos Marvel Ultimate Alliance, ou Marvel Super Heroes: War of The Gems que tem alguns dos Vingadores no elenco, ou no caso dos próprios Vingadores, o Captain America and The Avengers de NES (Da Data East), mas como não estamos aqui para falar de bons jogos, não os brindarei com textos sobre os jogos supracitados.

O jogo tem um enredo simples. O Caveira Vermelha criou uma máquina para dominar a mente das pessoas e com isso tenta dominar o mundo, os Vingadores são os únicos que podem detê-lo. Não é nenhum Irmãos Karamazov da vida, mas já é mais profundo que o primeiro Gears of War. Não, eu não vou parar de zoar a falta de enredo do primeiro Gears até o fim de minha vida.


O jogo tem uma apresentação formidável. Os personagens não são grandões, mas são bem detalhados e construídos, e os cenários também são limpos e bem feitos, assim como os vilões e inimigos regulares do jogo, eu não teria nada a reclamar disso. É um jogo bem bonito, para o padrão do SNES e para a época.

As músicas do jogo não são ruins, são bem bacanas até. Tipo, não são espetaculares nem fodonas, mas são competentes e não agridem o jogador. Já os efeitos sonoros… Não que sejam aterrorizantes, são um pouco ruins, mas o que piora é que em todo santo golpe que recebe, o personagem grita. E sério, isso irrita demais, principalmente aqui no SNES, aonde você vai apanhar mais que boi Ladrão.
Se o jogo fosse julgado até ali acima, não seria ruim, certo? Um beat’em up com um defeitinho sonoro e gráficos bacanas? Dá pra encarar, mas parece que a Realtime Associates (responsável pelas adaptações do jogo Originário do Arcade para SNES, Game Gear e Game Boy) não leu a bíblia dos Beat’em up’s escrita por São Double Dragon, Santo Final Fight e Papa Streets of Rage e simplesmente errou TUDO na jogabilidade. A detecção de colisão é horrenda, metade dos seus golpes não vão acertar o oponente e quando você consegue acertar alguma sequência de golpes, em pelo menos 8/10 das ocasiões, o inimigo vai quebrar ela com um ou dois golpes.

Algumas empresas se aproveitam do carinho que temos por alguns super heróis e lançam bombas em forma de jogo… O porquê? Eu não sei, talvez seja uma estratégia dos Super Vilões que querem que percamos a fé nos Heróis assim podem dominar o mundo mais livremente. Bem, pessoal, até o Próximo Forte Bomba e já dou a dica… Na na na na na na na na na na na na na na…

P.S: Se quiserem um beat’em up bom dos vingadores, joguem o de Mega Drive (portado do Arcade pela própria Data East), que é inferior graficamente, mas a jogabilidade ao menos é bem feita.

Outros 10 Jogos de Heróis dos Quadrinhos que você deveria dar uma olhada


 

Há um tempinho, publiquei uma lista com dez jogos de Super Heróis dos Quadrinhos que você deveria dar uma olhada. E como eu havia dito, 10 jogos não foram suficientes, pois ainda tinham diversos jogos bons baseados em Super Heróis que podem valer a pena uma olhada, então vamos listar outros 10 Jogos de Super Heróis que não merecem ser utilizados como Projétil Balístico.

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10 Jogos de Heróis dos Quadrinhos que Valem a Pena


Jogos de Super Heróis são sempre vistos com desconfiança. Ou por serem baseados em seus filmes (Iron Man que o diga), ou por sua qualidade inquestionável (Superman 64 inquestionavelmente é um cocô), o anuncio de alguns é cercado por uma ira de incerteza. Mas, em alguns casos, as produtoras se esmeram bastante e acabam criando jogos não somente divertidos, mas que deveriam servir de exemplo para as demais produtoras (ou para si mesmas em alguns casos).

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Galeria Cosplay: Poison (Final Fight, Street Fighter X Tekken)


Esse post era para ter sido feito ontem, mas como escrevi aquele texto sobre Donkey Kong Country, deixei o post para hoje.

Mas vamos parar de sacanagem e de introdução, e vamos com o cosplay da homossexual mais amada da Capcom (há uma pequena distinção entre nos EUA, aonde Poison era um cara que entrou no machado e operou e no Japão, aonde Poison é um cara que esconde seu Johnson) e que tem o nome de umas bandas mais legais dos anos 80: Poison

A cosplayer é a carioca Carla Yue, curtam aí:

 

 

Até a próxima!

Trilogia Donkey Kong Country: Um olhar crítico sobre a série!


Recentemente, quem me tem no Facebook me ouviu falar que terminei Donkey Kong Country 3 no GBA (na verdade usei a entrada pra GBA do meu DS :p), e comecei a escrever um review, mas parei por motivos de força maior (vulgo preguiça e coisas do serviço, tanto de trabalho quanto de tradução). E decidi também que só irei escrever os reviews da trilogia DKC pro GBA quando eu terminar os 3 (Atualmente estou jogando DKC 1). Mas, por alguma razão desconhecida, decidi escrever um mini especial sobre a trilogia da Rare. Como é um mini especial, não espere informações detalhadas, coisas de bastidores, aliás, não esperem por porra nenhuma interessante, apenas minha opinião sem importância e comentários sobre bons tempos. Maaaas, vamos em frente!
Começando voltamos no tempo, com os 3 arcades que deram origem ao personagem: Donkey Kong, Donkey Kong Jr. e Donkey Kong 3. Os 3 convertidos para variadas plataformas dos anos 80. Apesar de serem muito simples, o 1 e o 2 são jogos especialmente competentes, já o terceiro é tão chato quanto cliente indeciso na sua frente com fila enorme atrás dele. Depois disso (e de DK Jr. Math), Donkey Kong ficou um tempo no limbo até ser ressucitado em Super Mario Kart. Pouco tempo depois…
Donkey Kong Country (1994)

A Rare, produtora de excelentes games, usou uma tecnologia inovadora para dar vida ao fantástico universo da série. Com um enredo basicamente simples (O estoque de bananas de Donkey Kong foi roubado, e DK e Diddy parem em busca dele), e jogabilidade igualmente simples e sem firulas de Plataforma, o jogo decidiu o duelo SNES x Mega. O visual embasbacante e a trilha sonora fantástica de David Wise foram igualmente impactantes no resultado final.

Para Mim:

Donkey Kong Country não é o meu favorito da série (esse posto é de DKC 3), mas o meu segundo favorito. Lembro da minha doce época do SNES, e alugava esse jogo com uma certa frequência, revezando com os amigos, conseguimos zerá-lo. Tenho um carinho muito grande por ele.
Donkey Kong Country 2 (1995)

Uma sequência aumentada, melhorada e tudo o que havia de bom em DKC, melhorou em sua sequência, os níveis estão mais criativos, o desafio maior e o mundo secreto é algo do caramba. O roteiro é simples, e por si só funciona. DK foi sequestrado, e Diddy tem que ir ao seu resgate, com a ajuda de sua namorada Dixie. Apesar de não ter o mesmo número de vendas de DKC, é considerado (justamente) por todos os fãs como o melhor da série. As músicas estão mais inspiradas ainda, o que por si só já vale a jogada.

Para Mim:

Eu considero Donkey Kong Country 2 o melhor da trilogia, mas ele não é meu favorito pelo fato de eu não ter jogado tanto ele como DKC 1 ou DKC 3 na minha infância/adolescência, o zerei com a ajuda do meu (na época) cunhado. Preciso passar mais tempo com ele.

Donkey Kong Country 3 (1996)

O jogo adquire um ar maior de exploração, com colecionáveis pelo mapa mundi, veículos e mundos secretos. Donkey Kong Country 3 tinha tudo para ser o melhor da saga, mas não tem estágios tão criativos como os antecessores (apesar de ainda serem bons), as músicas são boas, mas não tanto quanto as de DKC 2. O roteiro segue o mesmo esquema dos anteriores, dessa vez DK e Diddy foram raptados, e Dixie, com a ajuda de Kiddy Kong tem que resgatá-lo. O jogo tem seus momentos criativos e motivadores para explorá-lo. Não marcou tanto por focar demais nos colecionáveis para finais.

Para Mim:

É o meu favorito. Sei que não é o melhor (DKC e DKC 2 são melhores), mas o tempo que passei com DKC 3 foi inesquecível, a bela trilha do jogo, a sensação de progredir fase a fase e derrotar os chefes descobrindo seu padrão de ataque. Não é a toa que foi o primeiro que joguei na jornada DKC do GBA. Será sempre o meu favorito.
Adaptações:

Os três jogos receberam adaptações para o Game Boy Monocromático, chamados Donkey Kong Land 1, 2 e 3 que se aproveitavam dos layouts das fases e criavam estágios novos. O primeiro DKC ganhou uma nova adaptação pro Game Boy Color, dessa vez sendo uma adaptação mais literal e adicionava um estágio novo. Desses 4 jogos, apenas o DKC de GBC foi testado por mim (antes da tela de cima do meu DS dar pau).
A trilogia revivida:

Entre 2003 e 2005, os 3 jogos receberam ports para o GBA (como muitos jogos do SNES), falemos um pouco sobre eles.
Donkey Kong Country (2003)

Graficamente, a paleta de cores está um pouco mais clara que a original, e infelizmente não tem o estágio novo do GBC, porém, há dois minigames novos e a possibilidade de salvar a qualquer instante, e não somente nos savepoints como no original. A trilha é a mesma do SNES (as faixas), porém adaptada para o GBA, ficou um pouco estranho, mas ainda estão boas e reconhecíveis.

Donkey Kong Country 2 (2004)

A palheta de cores está mais clara que a original, o mapa mundi foi reformulado levemente (talvez devido as dimensões do GBA) e há novos minigames extras. As músicas seguem o mesmo tom do DKC 1 de GBA, as mesmas do SNES, mas adaptadas ao GBA

Donkey Kong Country 3 (2005)

A paleta de cores também está mais clara que a original, o mapa mundi foi completamente redesenhado (mesmas localizações, mas novo mapa). Adicionaram mini-games para cada veículo adquirido. Há um chefe inédito em um dos mundos, e o chefe original deste tal mundo, foi deslocado. O mundo secreto (no original) agora é acessível normalmente (e estas fases são mais burlescas que as originais) e neste mundo secreto não há mais o confronto no submarino de Kaos, mas sim a luta contra o chefe deslocado. A trilha sonora, com excessão do tema da tela título que se assemelha aos temas originais, foi toda refeita e apesar das músicas funcionarem no jogo, não tem o mesmo clima da trilha original.
O artigo, está incompleto, mas espero editá-lo em breve com o que falta de DKC 2 no GBA. Espero que tenham gostado e até a próxima matéria aleatória sem nenhum motivo aparente!

Galeria Cosplay Preview: Morrigan Aensland


É, fazia um bom tempo que eu não postava um Cosplay no blog (Apenas algumas fotos lá na Fanpage, dêem um “like” lá e curtam o material feito exclusivamente pra lá – Algumas fotos e tirinhas de games), e então recentemente eu fiz aniversário e tudo mais (nada a ver), mas então a minha amiga Mari Plu Moon está fazendo (ainda não terminou) uma das personagens mais deliciosas da história da Capcom, ninguém menos que a sucubus Morrigan Aensland, da série Darkstalkers.

 

Por favor, inspirem-se e não babem muito porque ainda faltam algumas coisas!

 

 

Curtiram? Então faça como eu e aguarde a versão completa! Não esqueçam de deixar seus comentários!

Super Street Fighter II Turbo Revival


Todos amam Street Fighter. Não adianta, não negue isso. Mesmo que com um controle duro feito tijolo e a falta de um sistema decente de colisão, Street Fighter fez sucesso o suficiente para garantir uma sequência, que de acordo com a Capcom tinha que ser grande, colorida e barulhenta. E assim surgiu Street Fighter II: The World Warrior, que logo ganhou novas versões (Champion Edition e Turbo) e ganhou uma expansão com mais personagens, cenários reformulados e mais potência, assim surgiu Super Street Fighter II, que fez milagre no Mega e no SNES, e depois mais uma versão, a definitiva, Super Street 2 Turbo (pelo menos até o Hyper Street Fighter 2 no PS2 e Xbox e a Super Street 2 Turbo HD Remix). E como a Capcom faz suas franquias aparecerem no maior número de consoles possíveis; não tardou em Street Fighter aparecer no pequeno notável da Nintendo, o Game Boy Advance. E com novas adições, será que o jogo justifica o título de Turbo Revival? É o que veremos na análise de Super Street Fighter 2 Turbo Revival.

 

Super Street Fighter II Turbo Revival

Produtora: Capcom/Ubisoft

Plataforma: Game Boy Advance

Gênero: Luta.
Super Street Fighter 2 nada mais é do que a repaginação do Street Fighter 2, com novos lutadores, reformulação em alguns cenários. A versão Turbo, veio acrescentando a possibilidade de se lutar contra o personagem secreto Akuma. Super Street Fighter 2 Turbo Revival é a versão portátil, que traz novas adições e tenta tornar o jogo melhor. Além dos novos cenários, alguns eventos do jogo foram alterados para se conectarem com os da série Alpha.

A decisão da Capcom em relação aos botões foi errônea (mas não pior q a da Crawfish em SfA 3), ao invés de deixar apenas botão fraco e forte, deixaram os botões fraco, médio e forte… Mas se o Game Boy Advance só tem 4 botões, fica meio impossível, então. Um dos botões terá que ser pressionado e segurado por um certo tempo,o que atrapalha a jogatina, a não ser que você dê preferência a ficar só no soco forte e chute forte, vai levar um tempo tempo pra se acostumar com isso. Também foram diminuidos os números de confrontos, de 12 para 10 e eliminaram um dos bonus stages (o dos latões). Novos modos, como o Survival e o Time Attack foram adicionados, e são liberados após algumas lutas. As lutas dão pontos de vs e eles são usados pra desbloquear esses modos extras.

Nesses modos extras são pequenos desafios, como cumprir as fases bonus, ou coisas insanas como derrotar 100 adversários num survival mode, vencer Akuma, lutar contra a dupla Ryu/Ken, derrotar os quatro mestres entre outras coisas.

A apresentação gráfica não tem o portento da versão Arcade ou da SNES (que era o Ryu se preparando para um Hadouken), mas a escolha de arte foi muito boa, e as artworks e portraits são excelentes. Os cenários estão fiéis aos do Arcade, e os novos são muito bem feitos, com destaque aos cenários do Ken, Ryu e Guile (com o Helicóptero descendo e subindo), os personagens estão bem feitos, mas há um “defeito” por assim dizer, coisa que aconteceu com alguns jogos de Game Boy Advance, o clareamento das cores. Percebe-se por exemplo que a Chun-Li e o Fei Long estão claros demais.

Sonoramente é competente, a trilha não decepciona, mas está aquém do que podia. As músicas da série Sonic Advance podem não ser memoráveis por exemplo, mas estão bem melhor executadas. As vozes são as mesmas, e graças a deus foi mantida a diferença de tom entre os hadoukens de Ken e Ryu, introduzido em Super Street, porém a Chun-li continua com aquele Kikouken fanho introduzido no original (sério, eu não engulo aquele Kikoken da Chun-li).

Finalizando, apesar de eu ter malhado os defeitos do jogo, Super Street Fighter 2 Turbo revival é uma experiência boa da série Street Fighter, longe do ideal, mas pelo menos não tem os problemas gráficos de Guilty Gear ou as falhas de Mortal Kombat.

Score: 79% Bom