Outros 10 Jogos de Heróis dos Quadrinhos que você deveria dar uma olhada


 

Há um tempinho, publiquei uma lista com dez jogos de Super Heróis dos Quadrinhos que você deveria dar uma olhada. E como eu havia dito, 10 jogos não foram suficientes, pois ainda tinham diversos jogos bons baseados em Super Heróis que podem valer a pena uma olhada, então vamos listar outros 10 Jogos de Super Heróis que não merecem ser utilizados como Projétil Balístico.

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10 Jogos de Heróis dos Quadrinhos que Valem a Pena


Jogos de Super Heróis são sempre vistos com desconfiança. Ou por serem baseados em seus filmes (Iron Man que o diga), ou por sua qualidade inquestionável (Superman 64 inquestionavelmente é um cocô), o anuncio de alguns é cercado por uma ira de incerteza. Mas, em alguns casos, as produtoras se esmeram bastante e acabam criando jogos não somente divertidos, mas que deveriam servir de exemplo para as demais produtoras (ou para si mesmas em alguns casos).

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Angry Birds… No Mega Drive?


Acho que qualquer pessoa na face da Terra já ouviu falar dos pássaros doidos da Rovio. Um jogo aparentemente simples, fez um sucesso estrondoso e dos celulares, foi para redes como o Facebook e consoles como o PSP e PS3. E conforme o tempo passou, novas versões do Game foram criadas, tudo baseado no sucesso dos pássaros malucos e os Porcos de Capacete.

Inúmeros fanvídeos satirizando o jogo foram feitos, é só dar uma busca por Real Life Angry Birds ou coisa do tipo no Youtube. São hilários. Mas, quando ninguém mais esperava, um chinês surge com uma versão… Para Mega Drive!

Um homebrew lançado gratuitamente na Internet para rodar em emuladores, a demonstração conta com apenas dois níveis. (Um básico e um mais difícil) e gráficos bastante semelhantes aos do original, levando em conta a capacidade do Mega. No som, alguma bruxaria foi feita porque os sons de wiiiiii dos pássaros não tem aquela rouquidão das vozes de mega. Já a jogabilidade… Não é que não funcione, mas como foi só uma pessoa que programou, a física ainda é muito crua (ou ruim, se você estiver de mal humor).

A expectativa é que novas versões surjam com o tempo, a rom pode ser baixada aqui  e roda nas versões mais recentes do Kega Fusion e do Gens+.

Achei esse troço lá no Passagem Secreta , mas as screens foram tiradas aqui mesmo XD

Clique em seguir para ver as screens

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Galeria Cosplay: Poison (Final Fight, Street Fighter X Tekken)


Esse post era para ter sido feito ontem, mas como escrevi aquele texto sobre Donkey Kong Country, deixei o post para hoje.

Mas vamos parar de sacanagem e de introdução, e vamos com o cosplay da homossexual mais amada da Capcom (há uma pequena distinção entre nos EUA, aonde Poison era um cara que entrou no machado e operou e no Japão, aonde Poison é um cara que esconde seu Johnson) e que tem o nome de umas bandas mais legais dos anos 80: Poison

A cosplayer é a carioca Carla Yue, curtam aí:

 

 

Até a próxima!

Trilogia Donkey Kong Country: Um olhar crítico sobre a série!


Recentemente, quem me tem no Facebook me ouviu falar que terminei Donkey Kong Country 3 no GBA (na verdade usei a entrada pra GBA do meu DS :p), e comecei a escrever um review, mas parei por motivos de força maior (vulgo preguiça e coisas do serviço, tanto de trabalho quanto de tradução). E decidi também que só irei escrever os reviews da trilogia DKC pro GBA quando eu terminar os 3 (Atualmente estou jogando DKC 1). Mas, por alguma razão desconhecida, decidi escrever um mini especial sobre a trilogia da Rare. Como é um mini especial, não espere informações detalhadas, coisas de bastidores, aliás, não esperem por porra nenhuma interessante, apenas minha opinião sem importância e comentários sobre bons tempos. Maaaas, vamos em frente!
Começando voltamos no tempo, com os 3 arcades que deram origem ao personagem: Donkey Kong, Donkey Kong Jr. e Donkey Kong 3. Os 3 convertidos para variadas plataformas dos anos 80. Apesar de serem muito simples, o 1 e o 2 são jogos especialmente competentes, já o terceiro é tão chato quanto cliente indeciso na sua frente com fila enorme atrás dele. Depois disso (e de DK Jr. Math), Donkey Kong ficou um tempo no limbo até ser ressucitado em Super Mario Kart. Pouco tempo depois…
Donkey Kong Country (1994)

A Rare, produtora de excelentes games, usou uma tecnologia inovadora para dar vida ao fantástico universo da série. Com um enredo basicamente simples (O estoque de bananas de Donkey Kong foi roubado, e DK e Diddy parem em busca dele), e jogabilidade igualmente simples e sem firulas de Plataforma, o jogo decidiu o duelo SNES x Mega. O visual embasbacante e a trilha sonora fantástica de David Wise foram igualmente impactantes no resultado final.

Para Mim:

Donkey Kong Country não é o meu favorito da série (esse posto é de DKC 3), mas o meu segundo favorito. Lembro da minha doce época do SNES, e alugava esse jogo com uma certa frequência, revezando com os amigos, conseguimos zerá-lo. Tenho um carinho muito grande por ele.
Donkey Kong Country 2 (1995)

Uma sequência aumentada, melhorada e tudo o que havia de bom em DKC, melhorou em sua sequência, os níveis estão mais criativos, o desafio maior e o mundo secreto é algo do caramba. O roteiro é simples, e por si só funciona. DK foi sequestrado, e Diddy tem que ir ao seu resgate, com a ajuda de sua namorada Dixie. Apesar de não ter o mesmo número de vendas de DKC, é considerado (justamente) por todos os fãs como o melhor da série. As músicas estão mais inspiradas ainda, o que por si só já vale a jogada.

Para Mim:

Eu considero Donkey Kong Country 2 o melhor da trilogia, mas ele não é meu favorito pelo fato de eu não ter jogado tanto ele como DKC 1 ou DKC 3 na minha infância/adolescência, o zerei com a ajuda do meu (na época) cunhado. Preciso passar mais tempo com ele.

Donkey Kong Country 3 (1996)

O jogo adquire um ar maior de exploração, com colecionáveis pelo mapa mundi, veículos e mundos secretos. Donkey Kong Country 3 tinha tudo para ser o melhor da saga, mas não tem estágios tão criativos como os antecessores (apesar de ainda serem bons), as músicas são boas, mas não tanto quanto as de DKC 2. O roteiro segue o mesmo esquema dos anteriores, dessa vez DK e Diddy foram raptados, e Dixie, com a ajuda de Kiddy Kong tem que resgatá-lo. O jogo tem seus momentos criativos e motivadores para explorá-lo. Não marcou tanto por focar demais nos colecionáveis para finais.

Para Mim:

É o meu favorito. Sei que não é o melhor (DKC e DKC 2 são melhores), mas o tempo que passei com DKC 3 foi inesquecível, a bela trilha do jogo, a sensação de progredir fase a fase e derrotar os chefes descobrindo seu padrão de ataque. Não é a toa que foi o primeiro que joguei na jornada DKC do GBA. Será sempre o meu favorito.
Adaptações:

Os três jogos receberam adaptações para o Game Boy Monocromático, chamados Donkey Kong Land 1, 2 e 3 que se aproveitavam dos layouts das fases e criavam estágios novos. O primeiro DKC ganhou uma nova adaptação pro Game Boy Color, dessa vez sendo uma adaptação mais literal e adicionava um estágio novo. Desses 4 jogos, apenas o DKC de GBC foi testado por mim (antes da tela de cima do meu DS dar pau).
A trilogia revivida:

Entre 2003 e 2005, os 3 jogos receberam ports para o GBA (como muitos jogos do SNES), falemos um pouco sobre eles.
Donkey Kong Country (2003)

Graficamente, a paleta de cores está um pouco mais clara que a original, e infelizmente não tem o estágio novo do GBC, porém, há dois minigames novos e a possibilidade de salvar a qualquer instante, e não somente nos savepoints como no original. A trilha é a mesma do SNES (as faixas), porém adaptada para o GBA, ficou um pouco estranho, mas ainda estão boas e reconhecíveis.

Donkey Kong Country 2 (2004)

A palheta de cores está mais clara que a original, o mapa mundi foi reformulado levemente (talvez devido as dimensões do GBA) e há novos minigames extras. As músicas seguem o mesmo tom do DKC 1 de GBA, as mesmas do SNES, mas adaptadas ao GBA

Donkey Kong Country 3 (2005)

A paleta de cores também está mais clara que a original, o mapa mundi foi completamente redesenhado (mesmas localizações, mas novo mapa). Adicionaram mini-games para cada veículo adquirido. Há um chefe inédito em um dos mundos, e o chefe original deste tal mundo, foi deslocado. O mundo secreto (no original) agora é acessível normalmente (e estas fases são mais burlescas que as originais) e neste mundo secreto não há mais o confronto no submarino de Kaos, mas sim a luta contra o chefe deslocado. A trilha sonora, com excessão do tema da tela título que se assemelha aos temas originais, foi toda refeita e apesar das músicas funcionarem no jogo, não tem o mesmo clima da trilha original.
O artigo, está incompleto, mas espero editá-lo em breve com o que falta de DKC 2 no GBA. Espero que tenham gostado e até a próxima matéria aleatória sem nenhum motivo aparente!

Top 10: As garotas mais sexy dos games


Sim, amigos, por mais que eu ame as mulheres da vida real, nenhuma delas me dá bola. Então, como sou homem e preciso me sentir amado, farei uma lista das 10 garotas QUE EU ACHO mais sensuais nos games. Assim como o top 10 dos coadjuvantes, os números não representam minha preferência, mas sim a ordem em que lembro.

 


10) Tyris Flare (Golden Axe)

Em Golden Axe e Golden Axe 2, haviam três personagens disponíveis para se jogar, e havia um que ignorávamos por completo. Aquele Conan Genérico, sério. Acho que só quando estávamos entediados jogávamos com ele, pois claramente o Anão (Gilius Thunderhead) era mais forte e a Tyris Flare. Sim, a mina de Biquini que parecia saída de um disco do Manowar. O fato é que quando jogávamos sozinhos usávamos ela torcendo mentalmente por um patch de nudez pro jogo (sim, éramos – e ainda somos – sujeitos tarados por natureza). Além de seus dotes fartos (explorados no *AVC ocorrendo só de lembrar do jogo* Golden Axe Beast Rider), ela invocava com sua magia no máximo A PORRA DUM DRAGÃO! Sim amigos, imaginem ter uma namorada gostosa que invoca A PORRA DUM DRAGÃO? Pois é, também sonhou, não é?

9) Maki Genryusai (Final Fight 2)

Final Fight. O jogo que elevou os níveis de porradaria instaurados por double dragon. Protagonizado por um lutador de Luta-Livre, o namorado da sequestrada e um ninja Panguão, fez um puta sucesso em 1989. Aí como todo sucesso dos arcades, ele ganhou versões caseiras. A do SNES era uma porcaria e os sete usuários do Mega Drive que tinham um Sega CD com sua versão de Final Fight olhavam pra versão de SNES, apontavam e faziam “HA-HA” igualzinho ao Nelson. Aí a Capcom lança exclusivamente pro SNES Final Fight 2. Em que a noiva e sogro do Ninja Panguão do game anterior foram sequestrados pela Mad Gear. E aí Haggar e seus amigos espalham violência pela Eurásia. O fato é que só Haggar do original permanece. Cody foi substituído por um Brasileiro Folgado chamado Carlos (O sujeito é tão folgado que ele tem uma espada nas costas e NÃO USA ELA. Exceto em seus especiais) Miyamoto e uma ninja… Chamada Maki Genryusai… E que pernas, que roupa, que corpo! Sério, se é pra eu ser espancado por uma mulher, que seja por ela! A propósito, os fãs quase incendiaram a Capcom ao saber que Maki não estaria em Final Fight Revenge… Aliás, só não incendiaram porque três pessoas no mundo jogaram esta bomba. E duas delas tiveram ataque epilético, a terceira era o Amer, que nos alertou de tal bomba em seu gameblog.

8 ) Kitana (Mortal Kombat)

Sim, eu sei que a foto acima é de uma cosplayer e eu pergunto E DAÍ? Meu blog, minhas regras. Acontece que Kitana é filha da Rainha Sindel, que foi apossada pelo Shao Khan, o MAAAAAAAAAAL (como diria o Capitão Sereia) em pessoa. Criada como filha de Shao Khan, tinha Mileena (que mais tarde seria revelada como clone de Kitana) como irmã e Jade como melhor amiga. Depois de descobrir a verdade, ela se rebela e arma um dos exércitos de resistência a Shao Khan. E durante a história da série, ela desenvolve uma paixão por Liu Kang, o Bruce Lee de MK que se transforma NA PORRA DUM DRAGÃO e essa paixão permanece mesmo após Liu Kang ter recusado ela e este morrer nas mãos da Aliança Mortal (Em Deadly Alliance), depois ele volta como A PORRA DUM ZUMBI, mas isso é história pra outro dia. O fato é que mesmo vestindo trajes reveladores, Kitana não se portou como uma cuzona, e ficou sexy sem parecer vulgar. Sério, dá uma olhada no artwork oficial do MK9 e vê se isso parece sexy e não vulgar. Viram?

Uma curiosidade: A Cosplayer que estampa essa colocação é a Beatriz Rachel, se puderem, dêem uma olhada no Deviant-Art  dela, por favor. O Kyo Recomenda ^^

7) Reiko Hinomoto (Rumble Roses)

Sim, Rumble Roses é um poço de testosterona. Imagine um jogo da série Smackdown que substitui aqueles marmanjos descamisados por um monte de gostosas diferentes. Sim, esse é Rumble Roses (que foi feito pelo time que faz a série Smackdown Vs Raw), um bom jogo de luta livre. Tenho um certo xodó pela Aigle e pela Candy Cane, mas se eu pudesse escolher uma para estar comigo e brincar de “WOOHOO! VAMOS TESTAR A RESISTÊNCIA DESTA CAMA!” seria a Reiko. Ela é uma garota legal, e não tem tampouco muito peito e sua bunda não é tão grande quanto a de outras lutadoras. Mas de fato, sua personalidade e seu jeito de agir, definitivamente deram um sexy appeal pra personagem. Afinal, quem não gostaria de ter uma japonesinha mignon gostosinha pra fazer cafuné e ouvir ela contar de como causou concussões em suas rivais?

6) Ayane (Dead or Alive)

Dead or Alive começou como um fanservice em forma de jogo de luta que tinha O PORRA DO NINJA GAIDEN e peitos que balançavam mais que a mão de um sujeito com mal de parkinson num terremoto. Aí depois virou um sólido jogo de luta que evoluiu, caiu de novo pra Fanservice e agora volta a ser jogo de luta no 3DS. A série tem um elenco de gostosas pra ninguém botar defeito. Uma Japonesa que bate com a destreza do Kamen Rider, uma francesa que barbariza como Jean Reno (uma das poucas coisas legais que a França nos deu), uma chinesa que faria cair uma lágrima de orgulho em Bruce Lee e uma texana que brutaliza como Hulk Hogan. Entre o elenco de gost… Lutadoras, minha favorita é Ayane, meia irmã da protagonista Kasumi (aparentemente, fora o Ryu Hayabusa, ninguém tem sobrenome nessa série), que conta com um corte de cabelo bacana, corpo menos recheado que as outras lutadoras e plus. Ela é assassina. Sim, nada como fazer cafunés numa garota, enquanto ela conta quantos pescoços de punks, meliantes e cruz credos ela fatiou. Plus, ela tem uma personalidade e aparência mais adorável e parece querer apenas seu lugar ao sol. (pelo menos isso foi o que a esparsa história de DoA 2 me mostrou).

5) Blaze Fielding (Streets of Rage)

A primeira coisa que lembramos em Blaze Fielding é LAMBADA. Sim, e depois que a mudança da Blaze de SoR do 1 pro 2 foi da água pro vinho. Sim, de uma garota gostosa pra uma UBER GOSTOSA! E com direito a aparição de calcinhas na versão Japonesa do jogo! Qualquer um que foi moleque nos anos 90 e jogou SoR escolhia a Blaze. Esse era um fato que determinava quem seria amigo ou não, se o cara fosse Filho da Puta, ele escolhia a Blaze, se ele fosse seu amigo, faria o código pra personagens iguais. Bons tempos em que meros pixels seduziam jovens inocentes que ainda não tinham descoberto a pornografia no armário do pai. Aliás, o estilo de luta de Blaze é Judô, o que significa: AGARRÕES A VERA! Ou seja, não é a toa que os meliantes ficavam parados perto da Blaze, era apenas para ela agarrá-los e eles sentirem seu perfume… Antes de sofrerem fraturas multiplas e concussões graves, o que mostra que homens são tarados por natureza E IDIOTAS!

4) Yukiko Amagi (Persona 4)

Yukiko é herdeira do hotel Amagi e tem que lidar com as pressões da família de ter de cuidar do hotel. De fato, essa pressão acaba a fazendo ser uma garota solitária, apesar de ter Chie como melhor amiga, apesar de se darem bem, ela sonha em ser mais “comunicativa” como sua amiga. Seus desejos acabam por fazer ela desenvolver seu lado “Shadow” e sua dungeon em Persona 4 exemplifica o castelo do qual ela sonha sair. Depois que o Protagonista e seus amigos a ajudam a sair dessa “enclausura”, ela se torna mais aberta e animada. E aí, além de sua inteligência, notamos os fartos dotes da moça. Sério, Yukiko tem uma comissão de frente invejável. Além do fato dela não ligar para isto, o que a torna ainda mais atraente. Sério, não existe nada melhor que uma garota gostosa que NÃO BANQUE A GOSTOSA E SE EXIBA FEITO UMA VADIA. Se ela se comportar como ela mesmo e é claro, não agir como uma vadia, ela será melhor reconhecida.

3) Nina Williams (Tekken)

A irmã de Nina (Anna) é uma vadia e jogar com ela (A Anna) é uma porcaria. Sério. Pois bem, Nina tinha desde cedo uma relação de rivalidade com Anna, que foi se tornando cada vez mais agressiva com o passar dos anos, a ponto de elas destruírem um Shopping a cada vez que se encontram. Mas enfim, Nina está aqui mesmo por conta do jogo solo que ela estrelou no PS2. Que tinha a infamia de usar o analógico direito para os golpes, se tornando limitado de certa forma. Mas tinha gráficos ótimos e o biquini que Nina usa na sua primeira aparição no navio é de tirar o fôlego de qualquer marmanjo. Digo, com um biquini e um corpaço daqueles, eu adoraria ser estrangulado até a morte. Seria excitante… Ou não, já que eu estaria morto, como disse acima, somos tarados na mesma proporção de idiotas.

2) Lulu (Final Fantasy X)

Final Fantasy não é uma série aonde o fanservice gritante impera (tem um aqui e um ali, em doses moderadas ou cavalares, mas nunca de maneira total). Eu escolheria uma das Oerba, mas como não pus minhas mãos em FF 13, vamos a mais gostosa de FF X. Lulu é uma feiticeira da mesma vila de Yuna. E após Tidus aparecer lá, ela, Yuna, Wakka e o próprio Tidus saem na caça do Sin, a ameaça do mundo de Spira. Assim como a maioria da lista, Lulu tem uma comissão de frente invejável, porém, cuidado com suas magias que podem acabar com seu instrumentozinho, seu tarado. Pois bem, durante a história, Lulu se porta como uma espécie de irmã mais velha de Yuna e mais, em Final Fantasy X-2, é revelado que Lulu se casou com Wakka, o que prova que nós idiotas ainda temos chance de arrumar uma gostosa, e por isso, eu saúdo a Square!

1) Chun-Li (Street Fighter)

Olha, sinceramente eu não queria colocá-la no Top, mas a Nostalgia falou mais alto. Quem nunca pausou o SNES ou Mega enquanto fazia o Spinnin’ bird Kick? Pois é, juntamente com Blaze e Tyris, ela povoou a imaginação de muitos fapeiros nos anos 90. Com suas pernas notáveis e dotes fartos na frente, ela caia pro pau com Guile, Ken, Ryu e outros cruz-credos que povoaram os jogos de SF desde 1992. Aliás, a roupa coladinha dela na série Alpha/Zero demonstra que ela também tem uma retaguarda invejável. Além de tudo, Chun-Li é uma das pessoas mais legais, afinal, ela protagonizou aquela cena do banho em SF Movie, aonde aparecia peladinha. E no SF II Victory ela tinha 16 aninhos e era uma garota muito fofa e dublada pela Tania Gaidarji, o que a faz 30 vezes mais sexy. E ponto final.

Menções honrosas

Acredite, ficou MUITA GENTE de fora. Tinha bastante gente que eu gostaria de pôr, mas não ficaram na lista. E tenho uma boa razão para não ter colocado elas.

Eu disse que tinha uma boa razão, não que ia contá-la.

Enfim, eis a lista de quem eu lembrei e ficou de fora:

Isabella (Ivy) Valentine (Soul Calibur)

Apesar de sua história fascinante e da jogabilidade dificil de dominar, jogávamos com Ivy por conta de sua imensa comissão de frente. Eu já disse que homens são babacas? Infelizmente ficou de fora porque eu terminei a lista.

Bayonetta (Bayonetta)

Todos que jogaram (ou pelo menos a maioria) amaram bayonetta. Diabos, a versão de X360 levou 40/40 na Famitsu. E na terra de Jaspion, sabemos como eles amam o Xbox (Medidor de Sarcasmo: ALTÍSSIMO, QUASE EXPLODINDO). E Bayonetta tem uma bundinha muito linda, além dos óculos de bibliotecária e a voz sexy com sotaque inglês. Não entrou na lista porque eu não joguei Bayonetta, e esse era critério.

Lucia (Final Fight 3)

Lucia é uma policial que usa um shortinho de Periguete e que era ultra veloz em FF3. Além de se encaixar no porte físico da Reiko, ela tinha um gritinho sedutor… Pelo menos é o que os 16 bits do SNES permitiam. Não entrou pela limitação de um personagem por franquia.

Cammy (Street Fighter)

Cammy, a agente inglesa de dezesseis aninhos (de acordo com SSF 2) que compartilha de uma bela bundinha e uma voz irritante em sua primeira aparição, parecia não ver problema em andar na base inglesa com aquele maiôzinho sexy (não que eu esteja reclamando). Talvez pela sua capacidade de causar concussões, mas isso é algo que eu não quero discutir. Ela foi mais uma das que não entraram pela limitação de um personagem por franquia.

Jessica Albert (Dragon Quest VIII)

Ruiva! Magumbos sensacionais! Mágicas extraordinárias! Sabe porque Jessica não entrou na lista? Simplesmente porque não joguei mais do que 10 minutos de DQ 8.

Samus Aran (Metroid)

O Jardineiro é Jesus e as Árveres Samus Nozes! Samus é a protagonista de Metroid, e usa uma armadura que esquenta pacaralho! (A Thaís Yuki tá de prova) Ela entraria aqui por conta da Zero Suit, que deixa suas curvas a mostra e são sua arma mortal para distrair Solid Snake em Super Smash Bros. Brawl enquanto o enche de porrada. Mas não entrou porque eu pouco tempo passei com a série em si, e foi a Jayne que me lembrou, eu havia esquecido dela.

Blue Mary (King of Fighters)

Mary Ryan é uma das personagens femininas mais legais de KOF. Enquanto Mai se movimenta como uma atriz pornô (condizente com sua profissão de Kunoichi), e Athena é vítima de todo o fanservice da série, Mary é durona e bacana ao mesmo tempo. E tem uns magumbos ótimos que se mexem bastante, em seu vestuário revelador (ao menos a parte superior). Blue Mary não entrou porque simplesmente eu tinha terminado a lista.

Shanoa (Castlevania: Order of Ecclesia)

Não há muitas personagens femininas na série Castlevania, e como Maria Renard se transformou de garotinha pululante a uma moça elegante (Chi no Rondo e Symphony of Night), temos como gostosa mor da série a Shanoa, de Order of Ecclesia. Com seus belos dotes e roupas levemente reveladoras, a moça só não entrou aqui no Top porque eu me lembrei dela hoje. E porque eu já tinha terminado os dez

E amigos, esse foi mais um Top 10 e espero que tenham gostado. Sintam-se a vontade pra me criticar, elogiar, sugerir mais moçoilas que poderiam estar aqui e eu não lembrei, chupinhar o artigo para um site grande que nem aconteceu com o Amer, enfim, comentem.

Seis Razões pelas quais amamos a Rockstar


Primeiro lugar, se você acha que a Rockstar só se resume a GTA, por favor, saia daqui e vá comer um balde de merda, seu ignorante…

Sinto que acabo de perder uns 10 leitores (tipo 70% do blog), mas vamos em frente. A Rockstar é obviamente conhecida pela franquia GTA, mas existem 6 razões pelas quais você deve adorar os jogos desta produtora. E vou enumerá-las aqui. E como meu top anterior, não são uma ordem, mas sim a ordem que eu lembro.

1) Excelência vem do berço:

O estúdio Rockstar North (o time que desenvolve os principais jogos da série GTA) era conhecido nos anos 90 pela alcunha de DMA Design (nome que perdurou até o lançamento de Grand Theft Auto III em 2001). E você sabe que franquia eles criaram? Lemmings. Um dos jogos mais bacanas de SNES/Mega que é engraçado e divertido, além de fritar legal o seu cérebro. A série perdura até hoje se não me falhe a memória.

2) Tem culhões pra adaptar um filme de forma bacana

Adaptar um filme da moda é fácil. Qualquer empresa meia boca adquire os direitos de fazer um jogo baseado no filme e manda um estúdio qualquer fazer um jogo ruim baseado nele. A Rockstar, regada a provavelmente muitas bebidas e sessões de Double Dragon e Final Fight, adaptou o filme Warriors: Os Selvagens da Noite, um dos filmes que impulsionaram o gênero de jogos beat’em up. E diga-se de passagem, fez um tremendo trabalho, apesar de não ser lembrado por muita gente, The Warriors é um jogo bacana que recria o clima setentista do filme. E descer o sarrafo em meliantes vagabundos NUNCA PERDE A GRAÇA.

3) Maturidade de suas próprias franquias

Grand Theft Auto, Midnight Club e Red Dead. São três franquias da Rockstar e todas possuem jogos na geração anterior e nessa. E todos eles amadureceram bastante conforme o tempo passa. Peguemos como exemplo GTA. Vice City e San Andreas são produtos de mentes férteis, mas focados no adolescente bêbado e irresponsável que existe dentro de todos nós. Ao passo que GTA IV é algo bem mais maduro, moderno (sem relação com a tecnologia empregada no jogo, mas sim no contexto do jogo) como a maioria do público que cresceu jogando estes jogos. É claro, que se você quiser ser um bêbado irresponsável, você pode jogar Saint’s Row (da THQ). Midnight Club e Red Dead se deram bem e evoluíram na geração atual em relação aos seus jogos anteriores. Diabos, Red Dead Redemption é um dos jogos mais aclamados desta geração.

4) Coragem para produzir títulos “polêmicos”

Bully, Manhunt, GTA: The Ballad of Gay Tony (expansão de GTA IV). São títulos da Rockstar que atraíram polêmica por conta de suas temáticas. Embora Bully não seja nada do que sua temática possa sugerir, alguns idiotas que não o jogaram, provavelmente o crucificam por motivos fúteis. De fato, a história do jogo é bem divertida, e é bom ser adolescente de novo e participar de um filme da sessão da tarde. Sério, o enredo do jogo parece um filme da Sessão da Tarde, só que jogável. O fato é que a Rockstar sempre deu a cara a tapa com relação a temática de seus jogos e sempre se deu bem. Exceto no caso de Manhunt 2 que teve de ser censurado para ser lançado.

5) Inovação em seus títulos

Midnight Club se diferencia dos demais jogos de corrida por ter os poderes sobrenaturais, talvez isso não possa ser chamado de “inovação”, mas se tem algo que a Rockstar faz é sempre inovar em algo nos seus títulos, veja o caso de L.A.Noire. O jogo pode não ter sido o megahit que RDR foi no ano passado, mas com certeza ditará algo a ser feito daqui pra frente no futuro. A tecnologia empregada na captura de movimentos faciais. Procure alguns vídeos da produção de L.A. Noire e você vai entender. Ao invés de simplesmente fazer as animações em estúdio baseadas nos atores e depois os chamar para dublar suas falas, a Rockstar simplesmente os chamou para gravar as interpretações. Explicando assim não é surpreendente, mas como eu disse, procure os vídeos, Youtube está aí pra isso.

6) Qualidade de seus jogos (desde que usufruídos de maneira correta)

Mesmo que muita gente deteste GTA e eu entendo essas pessoas, a maioria delas odeia por conta dos moleques que jogam esses mods de San Andreas e se acham os tais. GTA é um jogo basicamente que você pode fazer duas coisas: “O que te der na telha e depois se entediar em cinco minutos” ou “Jogar a história de modo correto e ser agraciado com um bom título”. Sim, porque mesmo que sua mecânica não seja das mais profundas, ela proporciona que você possa aproveitar uma história digna de sessão da tarde ou temperatura máxima com um joystick em mãos e se divertindo com isso. E por mais que você negue, boa parte dos jogos da Rockstar são bons e se você não acha, tem quem ache, só procurar um compilador de notas como o Metacritic ou o GameRankings. E por mais que você negue, dar tiros em zumbis nunca perde a graça… Não é, Undead Nightmare?

E com isso termino o artigo que ficou mais curto que eu gostaria, mas espero que curtam e comentem, pois o comentário de vocês é o gás do blogueiro…

Eu disse GÁS e não GASES, seu sacripanta bestial!

Enfim, são os comentários de vocês que nos estimulam a continuar escrevendo!

Especial The King of Fighters: Os Cosplays de KOF


Infelizmente hoje, devido a correria do meu review pro Gamers Invaders, não haverá Perfil de personagem hoje. Mas entretanto, preparei uma galeria especial de “cosplays” de KOF.

Não, não são Cosplayers, mas sim Cosplays feitos pelos próprios personagens, em suas roupas de King of Fighters Maximum Impact 2, que podem ser desbloqueadas, é só clicar aí embaixo e curtir a galeria. As imagens foram retiradas do Hardcore Gaming 101

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Especial The King of Fighters: Robert Garcia


O personagem de hoje é um dos que eu mais curto jogar em KOF, tanto que ele fez parte do meu random team em KOF 97 (junto com Andy e Yashiro) e do meu time principal em KOF 2003 (Junto com Iori e Terry), falo aqui de Robert Garcia.

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Especial The King of Fighters: K’


Ando meio cabreiro e o trabalho me cansa, mas fazer esses posts diários é uma tarefa árdua, porém divertida, espero sinceramente que estejam curtindo, então vamos nessa.

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