SuperNerdCON (19/08/2012)


Domingão, dinheiro acabando, cansado da semana, o que fazer? Descansar as baterias? Nada disso… Dia de pegar câmera e ir de mala e cuia para a SuperNERDCon. Equipado com livro (para metrô), uns trocados, vamos nós lá para Copacabana, a aprazível Copacabana, local de gente velha! Depois de utilizar minhas técnicas de Assassino para seguir pessoas sem ser visto (que consiste de procurar pessoas ÓBVIAMENTE NERDS e seguí-las de longe), chego no local por volta do Meio Dia, 11 e alguma coisa, sei lá, eu não tenho relógio, porra! Vamos ver no que deu isso? (mais…)

Mudança nas diretrizes do Blog


Não sei se vocês repararam, mas ao longo dos últimos meses, o foco do blog não tem sido somente em jogos, como no início. Desde a longínqua edição aonde analisei a então recém lançada comic de Gears of War no Brasil, passando por algumas figures bacanas que vi por aí, e vez ou outra algo relacionado a música (o álbum de BlazBlue Continuum Shift) ou filmes (O Box da Trilogia Clássica de SW), e mais recente tivemos mais conteúdo do tipo, como a primeira edição de Scott Pilgrim, o livro Metro 2033 e o filme do Homem-Aranha, além da Comic de God of War, além de termos outros artigos fora dos games engatilhados e prontos para irem ao ar. Então, eu estou nada mais do que oficializando a mudança de diretriz do Blog, não apenas focando nos games, mas em outros aspectos da cultura pop (um termo afrescalhado para nerdices) como Comics/Mangás, Cartoons/Animes (não qualquer porcaria, mas material interessante), Filmes e Livros. É claro que isso vai ser feito de maneira gradual, aos poucos, mas é bem por aí, e isso remonta a algumas coisas a mais:
Novo Layout

Alguns testes com o WordPress serão feitos para encontrar um layout mais claro (eu particularmente gosto do tema escuro atual, mas ele impede o uso de cores) para o Blog e um novo Banner (Oi Paula?) para adequar ao novo material feito.
Novo Nome

Sim, é bem possível que o blog mude de nome. Já tem um bom tempo que considero esta idéia (assim como a mudança pro blogspot) e acho que agora é o momento para por em prática. O problema é O NOME, já que eu não sou a pessoa mais criativa do mundo para isso. E bem, isso vai implicar em um redirecionamento em algum serviço (que nem o finado cjb.net) e uma mudança em praticamente todo o material do Facebook.
Novos Colaboradores

Já que o Blog não será apenas do Kyo, é hora de pegar pessoal novo pra ajudar no Blog com alguma coisa. O problema é que eu não sei quem chamar 😄 Mas isso é assunto para outro dia!
Cobertura de Eventos

Estarei indo em alguns eventos e porque não cobrí-los, ao invés de ficar só andando pra lá e pra cá sem fazer nada de produtivo? A SuperNerdCon está aí dia 19 e estarei lá!

Até a próxima pessoal, e me sigam lá no twitter @Kyo_Sancini ou no Facebook

10 Jogos de Heróis dos Quadrinhos que Valem a Pena


Jogos de Super Heróis são sempre vistos com desconfiança. Ou por serem baseados em seus filmes (Iron Man que o diga), ou por sua qualidade inquestionável (Superman 64 inquestionavelmente é um cocô), o anuncio de alguns é cercado por uma ira de incerteza. Mas, em alguns casos, as produtoras se esmeram bastante e acabam criando jogos não somente divertidos, mas que deveriam servir de exemplo para as demais produtoras (ou para si mesmas em alguns casos).

(mais…)

Percy Jackson e os Olimpianos: O Ladrão de Raios (As Quatro Visões da Obra)


Acho que muitos de vocês já devem ter ouvido falar em Percy Jackson vez ou outra. Seja por ataques de nojinho na internetz, ou seja no meu caso, por ser fã.

 

A série começou a ser publicada em 2005 nos Estados Unidos, e foi até 2009, com o quinto livro. Gerou um Spin-Off no mesmo universo fictício, intitulado “As Crônicas dos Kane” (2010-2012, 3 Livros + 1 Guia) e uma série sequencial, “Heróis do Olimpo”, cujo terceiro livro será lançado no fim do ano (e a promessa é de mais dois livros). Mas bem, vamos a um resumo rápido sobre a série:
Basicamente, os mitos e lendas gregas da antiguidade não morreram, eles apenas migraram para o centro mais poderoso do Ocidente, mudando conforme o poder mudava, para Roma, Inglaterra, até que chegou a atual potência mundial, os Estados Unidos. E não só os deuses, mas também os monstros. E nesse meio, temos os semideuses, filhos de um pai/mãe mortal e um pai/mãe divino. Percy Jackson é um deles, e a sua chegada no Acampamento Meio-Sangue é o início de um feroz confronto que pode salvar ou destruir o mundo.

Mas, vamos falar das quatro visões diferentes do primeiro livro da série, lançadas ao longo do tempo, entre 2005 e 2011:
Percy Jackson e os Olimpianos ~Livro 1~: O Ladrão de Raios (Rick Riordan, Intrinseca)
Percy Jackson é um garoto-problema. Expulso de suas últimas seis escolas nos últimos seis anos, sofre de TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiper Atividade) e Dislexia. Seu mundo vira de ponta cabeça quando ele descobre que é filho de um deus e que todas as criaturas que ele havia estudado nas aulas de latim existem mesmo, inclusive sua professora de matemática era uma delas, e outra dessas matara sua mãe. Chegando ao Acampamento Meio-Sangue, Percy tem uma difícil missão por encarar, recuperar o Raio Mestre de Zeus que fora roubado, e encarar uma traição pior que a fúria dos deuses.
Comentários:

O primeiro livro é possívelmente o maior da primeira série (Na Coréia ele foi dividido em 2 partes), pois Riordan se preocupou em apresentar o universo da série e aos poucos dita o tom. A Narrativa em primeira pessoa é a princípio estranha pra quem não está habituada. Entre prós e contras, fica apresentado o tom que a série tem, apesar de ainda ter muitos mistérios não revelados, apenas em suas sequências.
Percy Jackson e os Olimpianos: O Ladrão de Raios (20th century fox, com Logan Lerman, Uma Thurman e Pierce Brosnan)
Dirigido por Chris Columbus (dos dois primeiros filmes de Harry Potter), estreou em fevereiro de 2010 nos cinemas. Percy Jackson é um adolescente problemático e seu mundo vira de ponta cabeça quando criaturas vindas de seus livros de latim (não literalmente) tentam matá-lo. Chegando ao único refúgio seguro para pessoas como ele (semideusas), ele descobre sobre sua ascendência divina. E junto com seus amigos Annabeth e Grover, parte numa missão para recuperar o raio mestre.
Comentários:

Assisti a esse filme duas vezes nos cinemas, como filme, não é de todo ruim, tem seus bons momentos. Mas é impossível não comparar com o livro. Tudo bem que o Columbus tomou liberdades em relação a obra original, mas distorcê-la a ponto de transformá-la em um conto adolescente de aventura. (Percy e seus amigos tem 11 anos no livro, e no filme aparentam ter 16). Sem contar os cortes essenciais pro entendimento da trama, como Ares, Clarisse e Cronos. As atuações até que estão razoáveis, e algumas cenas foram bem feitas (como a batalha entre Luke x Percy no Empire State se estendendo por Nova York), do cast de dublagem, reconheci Fábio Lucindo (Percy), Wendel Bezerra (Grover) e Leonardo Camilo (como sempre, a voz de Pierce Brosnan, o centauro Quiron).
Percy Jackson & The Olympians: The Lightning Thief (Activision, Nintendo DS)

É a adaptação do filme para o portátil da Nintendo, é exclusivo e é algo parecido com um RPG, segue mais ou menos o roteiro do filme. Percy Jackson é um adolescente problemático e seu mundo vira de ponta cabeça quando criaturas vindas de seus livros de latim (não literalmente) tentam matá-lo. Chegando ao único refúgio seguro para pessoas como ele (semideusas), ele descobre sobre sua ascendência divina. E junto com seus amigos, parte numa missão para recuperar o raio mestre. (Sim, eu colei o texto do tópico anterior, algum problema?)
Comentários:

Joguei um pouco deste jogo. É mediano. Considerando o prazo apertado não é muito ruim, mas tem alguns defeitos e qualidades notáveis. Tomou algumas liberdades e adicionou personagens não vistos no filme, Victoria, filha de Apolo, mas que apoia Ares (e indiretamente faz o papel que Clarisse tem no livro) e Isaac Schuster (Filho de Hefesto), além de colocar Luke no seu grupo. No Mapa você navega clicando no ponto de destino, e no meio do caminho pode encontrar inimigos, e as batalhas são por turnos. Há técnicas especiais e condições de ataque crítico e defesa que exploram o uso da Stylus. Peca por não te colocar na ação/exploração de um rpg, já as batalhas são ao menos decentes.

Percy Jackson e os Olimpianos: O Ladrão de Raios – Graphic Novel (Robert Venditti, Attila Futaki , Rick Riordan, Jose Villarrubia – Intrinseca)

É a versão em Quadrinhos do primeiro livro de Percy Jackson e os Olimpianos. Vocês não querem mesmo que eu repita o texto de novo, não é?
Comentários:

Não cheguei a lê-la inteira (Eu estava comprando Son of Neptune no dia), mas bem, procurando por algumas informações na internet e folheando uma página aqui e outra ali na livraria. Ela é um pouco mais fiel ao livro, com uma ou outra cena cortada ou alterada. Porém, algumas imagens dão uma ligação maior com o filme. Mas aonde a coisa degringola mesmo é na arte, que é… Feia. Não, sério, eu tenho costume de comprar algumas graphic novels, mas o traço desta não é dos melhores, ainda assim melhor que a de God of War.
Bom, não sei como finalizar o artigo, mas espero que tenham ao menos lido e curtido o artigo, já que estou com uma mega preguiça de escrever alguma análise.

Angry Birds… No Mega Drive?


Acho que qualquer pessoa na face da Terra já ouviu falar dos pássaros doidos da Rovio. Um jogo aparentemente simples, fez um sucesso estrondoso e dos celulares, foi para redes como o Facebook e consoles como o PSP e PS3. E conforme o tempo passou, novas versões do Game foram criadas, tudo baseado no sucesso dos pássaros malucos e os Porcos de Capacete.

Inúmeros fanvídeos satirizando o jogo foram feitos, é só dar uma busca por Real Life Angry Birds ou coisa do tipo no Youtube. São hilários. Mas, quando ninguém mais esperava, um chinês surge com uma versão… Para Mega Drive!

Um homebrew lançado gratuitamente na Internet para rodar em emuladores, a demonstração conta com apenas dois níveis. (Um básico e um mais difícil) e gráficos bastante semelhantes aos do original, levando em conta a capacidade do Mega. No som, alguma bruxaria foi feita porque os sons de wiiiiii dos pássaros não tem aquela rouquidão das vozes de mega. Já a jogabilidade… Não é que não funcione, mas como foi só uma pessoa que programou, a física ainda é muito crua (ou ruim, se você estiver de mal humor).

A expectativa é que novas versões surjam com o tempo, a rom pode ser baixada aqui  e roda nas versões mais recentes do Kega Fusion e do Gens+.

Achei esse troço lá no Passagem Secreta , mas as screens foram tiradas aqui mesmo 😄

Clique em seguir para ver as screens

(mais…)

Mangás do Kyo ~Ou algo do tipo~


Olá a todos, desde Kirby’s Adventure não tivemos uma atualização no Blog, e o motivo, é que além do cansaço do trabalho, estou envolvido com uma outra coisa que eu havia dito no post de Kirby. Agora, eu faço parte de um scantrad, um grupo de tradução de mangás, no caso, como não manjo nada de edição, estou na parte de traduções do grupo. No caso, faço parte do Origami Scans (jabá time, façam uma visitinha e não esperem mangás conhecidos ou longos, mas mangás legais), no meu caso, estou tocando dois projetos de mangás:

#1 Seitokai Yakuindomo (ou SYD para abreviar) – Traduzindo: Membros do Conselho Estudantil

Uma das páginas de SYD, já traduzida e editada

Tsuda Takatoshi é um novo aluno de uma escola que recentemente começou a aceitar homens, logo em seu primeiro dia ele é convidado a participar do conselho estudantil, sendo o único homen do conselho ele se torna o vice-presidente. Assim começa o seu dia como a única pessoa normal do conselho estudantil e em uma escola que praticamente tem apenas mulheres…

É um mangá lançado no formato 4koma (leitura yon-koma), que basicamente a leitura, ao invés de seguir o padrão dos mangás, ela segue um ritmo de colunas (de quatro painéis – ou quadrinhos) da direita para a esquerda. Um exemplo deste tipo de mangá publicado no Brasil, é o K-On! (Kakifly, editora New POP) e também podemos citar os extras do mangá de Gundam Wing (Koichi Tokita, editora Panini), sendo que esses foram adaptados para a leitura ocidental, apesar de ainda seguir o estilo 4koma, o que resultou em algumas coisas confusas, somadas a edição porca (ruim é pouco) da Panini…

#2 Breath of Fire: O Guerreiro Dragão

Página de teste de Breath of Fire

É a adaptação em mangá do primeiro Breath of Fire e primeiro projeto pessoal meu (apesar de ter sido a terceira opção, falarei sobre isso mais a frente). O mangá é relativamente curto (dois volumes de 3 capítulos cada) e creio eu que vai servir como teste real de minha capacidade como tradutor (já que SYD é relativamente fácil, sendo o maior desafio adaptar os trocadilhos pro português). Planejamos (eu e a editora, a Paula “Dorothy”) lançar tudo em dois meses (um volume por mês, pois ainda temos SYD – no meu caso – e Hidan no Aria – no caso dela – pra traduzir e editar)

Breath of Fire não foi minha primeira opção de mangá para traduzir, houveram outros dois antes:

 

Kaikan Phrase É um shoujo + musical, conta a história de uma banda e tudo mais, tem muitos volumes (apesar do tamanho enoooorme, o motivo é que eu gosto do anime dele), mas como tem um scantrad já o fazendo, parti para outra opção.

 

Guilty Gear Xtra Ele se passa entre Guilty Gear e Guilty Gear X, iriamos começar a fazer, já que o scantrad que fazia ele em português abortou faltando 3 capítulos pro fim, mas o projeto teve de ser posto em hiato indefinido até conseguirmos RAW’s decentes do mangá. (Eu já traduzi o cap. 2)

 

Bem, essa é a razão da diminuição do ritmo dos posts no Blog, mas aguarde que mais tarde tem Galeria Cosplay E Review.

2 anos de Blog do Kyo


 

O dia 23 de Maio se tornou uma data bem especial pra mim. Depois de muito tentar com diversos temas e fracassar em todos eles, finalmente decidi criar um blog de Games. Os jogos são algo que eu lido desde pequeno, comecei jogando num Atari de familiares, com Pac-Man e Enduro e um clone de Pac-Man que no fim dos estágios uma escova de dentes escovava o personagem (que era uma boca). Depois ganhei meu Turbo-Game da CCE com Magic Carpet 1001. Lembro bem. E o primeiro cartucho que compramos foi no Carrefour de Vicente de Carvalho (numa época que ainda nem tinha metrô lá), era Gauntlet. Acho que segurando o saco com a caixinha eu quase quebrei a caixinha com o cartucho =p. Tempos depois, na lendária Feirinha da Pavuna (ou na de Acari, não lembro) consegui um precioso cartucho que me daria horas e horas de alegria. Um 4-em-1 com quatro pesos pesados do console: “Super Mario Bros. 3, Super C, Double Dragon II e Ninja Gaiden II”. Além de ter conhecido muitas outras pérolas como Crystalis, Dragon Spirit, Road Fighter, entre muitos outros bons e ruins.
Avançando um pouco no tempo, ganhei um Mega Drive e posteriormente um SNES no fim da década de 90. Sempre fui um cara que gostava de andar pra procurar jogos, foi assim que vaguei por diversos fliperamas aqui no meu bairro e assim vez ou outra jogava algo. Mas bem, avançando MAIS AINDA no tempo, chegamos em 2010. E eis que no dia 23 de Maio de 2010, criei o Blog do Kyo (eu já adotava o nick de Kyo em alguns locais desde 2008, alternando com outros), e o primeiro review, foi de um jogo de PS2 que comprei usado, Colin McRae Rally 3, da Codemasters. De lá pra cá, bem, fiz muitas coisas tentei focar o blog em alguma coisa, mas ficamos nos reviews alternando com outras coisas. Colaborei com outros blogs ao mesmo tempo, e conheci muita gente legal. E dois anos depois, ainda estamos aqui. E tenho muita gente pra agradecer:
Primeiramente, agradeço ao Orakio “Rob”, o Gagá (do Gagá Games), ao Sabat (do Retroplayers) e ao Diogo (Vulgo Cyber Woo) cujos blogs foram o gatilho inicial para eu começar a jornada. Se eu não lesse o material de vocês, talvez não tivesse iniciado isso aqui.
A todos os amigos parceiros do Blog que estão aqui do lado, na barra lateral. Não vou citar um por um de todos vocês, mas agradeço pela força e pela confiança em colocar meu blog na lista de parceiros.
As Cosplayers Ana “BlackCat”, Nadia “SK” Baiardi e Aura “Rinoa” Nuccio, que concordaram em ceder entrevistas para esse doido aqui, aturando as piadas fracas e perguntas altamente manjadas com bom humor e sem deixar a peteca cair.
Ainda no quesito Cosplay, tem um agradecimento especial aqui para a Mariana “Plu Moon” Callado, que também me cedeu entrevista, mas não apenas isso. De entrevistada, a Mari se tornou uma grande amiga, apesar de não nos falarmos com uma frequência que eu gostaría. Tenho um carinho muito grande por você, principalmente por aturar minhas piadas ruins e cantadas de pedreiro via twitter/Facebook. Amo-te! E ainda vamos nos encontrar pra bater um papo, tomar alguma coisa ou fazer um cosplay juntos, o que vier primeiro 😄
Agradeço também aos amigos e ex-colaboradores do blog, o Renan Pinheiro (Wakashimazu) e o Diogo Batista (o Cyber Woo) que colaboraram com o blog por um tempo, e principalmente o Waka que segurou a peteca aqui no Blog numa época em que tive alguns problemas pessoais que me deixaram sem ânimo pra escrever qualquer coisa.
Também tenho uma lista aqui de meninas pra agradecer, Jayne Thomé, Débora Ribeiro, Dalila “Miya” Diman, Carol “Peace” Medeiros, Carol Studzinski (que aliás, fez aniversário ontem e eu esqueci de dar parabéns), Luma Camargo, Giovana “Ruiva de Farmácia” Loschiavo e Jésica “Jejé” Pinheiro. que toparam dar entrevistas para a coluna Gamer Girls.
A Paola “Asuna Hatsune” que me ajudou bastante com alguns banners antigos, coisas assim e o poster de 1 ano do Blog foi ela quem fez. Sou grato a ti por isso!
E também (e principalmente) a Paula “Ice Queen”, que tem me dado um suporte imenso nesses últimos 2 meses, me ajudou com bastante coisa aqui no Blog, desde o banner novo, o banner especial de 2 anos entre outras coisas aqui no Blog, eu realmente não mereço uma garota dessas na minha vida porque o que ela tem feito por mim vocês não fazem idéia. Sério.
E por último, agradeço a todos vocês que acessam e comentam no Blog do Kyo. O Blog é pequeno ainda, temos apenas 83 mil visitas, mas todos que acessam e comentam aqui, são importantes, porque são vocês que ditam o rumo do blog. Obrigado a todos
E é isso, até a próxima, espero que tenhamos mais melhorias ao decorrer do tempo! Obrigado pela atenção!

Nova Seção: Spoiler


Amigos, bem vindos a nova seção do Blog, Spoiler, dedicada a desbravar o roteiro de excelentes (ok, alguns nem tão excelentes assim, satisfeitos?) jogos e séries, que por muitas vezes estarem numa língua diferente (Inglês ou mesmo Japonês em alguns casos), não conseguem ser apreciados em toda sua plenitude. De aviso, peço aos que ficam incomodados com spoilers sobre os jogos que não tenham finalizado, NÃO LEIAM, pois esta seção traz informações cruciais sobre os momentos chave e finais de jogos. Não é particularmente o meu caso, já joguei alguns jogos e vi algumas séries já sabendo o final, e isso não alterou em nada a experiência. Mas, se você tem mimimi com isso, EVITE. Bem, recado dado, continuemos com isso.
A primeira série que iremos começar a desvendar, será Kingdom Hearts, da Square-Enix, então vamos a um apanhado sobre os jogos, antes de começar o trabalho em si.
Kingdom Hearts é criação de Tetsuya Nomura, que começou a aparecer num RPG antigo que talvez não conheçam, poucas pessoas o jogaram, um tal de Final Fantasy VI (Sim, ele estava na equipe, se você acha que isso é mentira, é porque NÃO JOGOU FINAL FANTASY VI, então abra seu emulador de SNES e o faça, antes que eu vá aí te bater de chinelo), ganhou fama com Final Fantasy VII, e seguiu em Final Fantasy, trabalhou num Tal de Bouncer (beat’em up meio RPG do PS2), e enquanto lançava Final Fantasy X no Japão e deixava os Nintendistas Chupando os Dedos, ele anunciou Kingdom Hearts naquele ano e chocou meio mundo ao juntar os Personagens da Disney, os cabeludos de Final Fantasy, e conseguiu convencer o mundo de que isso não era idiota. A série prosseguiu ao longo dos anos e tivemos jogos lançados em diversas plataformas, vamos listá-los abaixo.
Kingdom Hearts (PS2)

Kingdom Hearts: Chain of Memories (Game Boy Advance)

Kingdom Hearts 2 (PS2)

Kingdom Hearts Coded (Celulares – Apenas no Japão)

Kingdom Hearts Re: Chain of Memories (PS2 – Remasterização do jogo de GBA, que originalmente era um disco bônus da versão Final Mix+ de Kingdom Hearts 2)

Kingdom Hearts 358/2 days (Nintendo DS)

Kingdomn Hearts: Birth By Sleep (PSP)

Kingdom Hearts Re: Coded (Nintendo DS – Remasterização do Jogo de Celulares)

Kingdom Hearts: Dream, Drop, Distance (Nintendo 3DS)
Além dos jogos convencionais, costumam ser lançados (apenas no Japão), por falta de melhor expressão, expansões dos jogos, as versões Final Mix, que tem conteúdo novo e novas cenas, mas, a Square-Enix não quis ganhar dinheiro e não lançou essas versões no ocidente (conheço gente que venderia um rim por elas, incluindo eu mesmo).
A Cronologia da série, até o lançamento de Coded foi bem linear, com KH, o CoM fazendo a ligação entre o 1 e o 2, e o Coded complementando de maneira sutil a conclusão do 2 (ele se passa após o 2), mas chegaram 358/2 Days e Birth By Sleep e adicionaram mais informações na equação, então vamos ver agora como ficou a cadeia de eventos.
Kingdom Hearts: Birth By Sleep, se passa dez anos antes do início de Kingdom Hearts, este é seguido em duas linhas paralelas de tempo, com Chain of Memories cobrindo as aventuras de Sora e Riku (no Castelo Oblivion) e 358/2 days cobrindo o lado de Roxas, e mostrando um pouco mais da Organização XIII, e de certa maneira ligando (de maneira íntima) Chain of Memories e o começo de Kingdom Hearts 2. Logo após Kingdom Hearts 2, temos os eventos de Coded, cujo final (que lembra o de KH 2) explica a missão que Sora, Riku e Kairi terão que enfrentar em Kingdom Hearts 3D, que é segundo Nomura, o último ato antes de Kingdom Hearts 3, jogo que esperamos tem uns sete anos.
No primeiro artigo da série, iremos desvendar os segredos de Kingdom Hearts: Birth By Sleep, então aguarde até domingo.

2 Anos de Blog e muito trabalho pela frente…


E aí pessoal, estamos em Abril já e nesse mês começam as preparações para os 2 anos do Blog do Kyo (no dia 23 de Maio), então. É hora de saber o que está mudando no Blog nesse período (e que espero manter como mudança permanente). A grande verdade é que é difícil manter um blog, sem deixar algumas coisas de lado. O Blog tinha bastante conteúdo variado, mas por conta de preguiça minha (e acúmulo de trabalho em blogs/sites paralelos) acabou sendo deixado de lado. Pretendo voltar a trazer novidades aqui pro blog, e espero poder cumprir isso, se eu tiver como:

Reviews

As análises são parte essencial do blog, porém, tive um sério revés. O Meu Nintendo DS está, sem rodeios, fodido (botões de ombro ruins, tela superior com defeitos graves) e o meu PC de jogos está no momento com a Tela azul da morte, o que me resta apenas é o PS2 guerreiro. E mesmo assim, bem, só tenho uma TV em casa e nem sempre tenho tempo para jogar (ainda mais que minhas férias acabaram), aí as coisas complicam bastante. Meu PC atual (com o de jogos encostado) não dá pra emular muita coisa com resultado satisfatório (não pela potência, mas pelo estado do bicho) e some a isso o cabo VGA do monitor ruim. Mas ainda assim, continuamos com as análises.

Galeria Cosplay

Um trabalho fácil, por assim dizer, se os marmanjos que frequentam o blog quiserem (e colocarem isso nos comentários daqui), poderemos retornar com gost… digo, cosplayers competentes em personagens de jogos. Sério, as Galerias de Cosplay aqui no Blog não só ajudaram nas visitas, como me possibilitaram conhecer algumas pessoas que mantenho contato até hoje (Né, PluMoon?). Por isso, pessoalmente eu gostaria de voltar a ver isso no Blog de novo.

Reformulação do Blog

Quem visitou o blog semana passada e visitou ontem, percebeu a mudança no Blog, alterei o visual dele e junto com uma amiga, um banner novo está em produção, além das sub-páginas terem sido refeitas, e estou preparando um novo guia de Reviews, separados por gênero de jogo.

NOVA SEÇÃO: Vlog do Kyo

Quem me acompanha no Twitter (@Kyo_Sancini, faz bem pra saúde) sabe que tenho feito alguns vídeos de jogatina comentada e vídeo análises de alguns jogos que passaram pelas minhas mãos. Pois bem, esse conteúdo também será integrado ao blog, para melhor agregação de conteúdo.

 

Entrevistas

 

Posso trazer as entrevistas de volta pro blog, temos um bom conteúdo de entrevistas, mas pretendo melhorar nesse departamento, se assim vocês quiserem (mais uma vez, manifestem isso nos comentários, não apenas no twitter) teremos novas entrevistas, mas é tudo meio incerto ainda, mas posso tentar contato com alguns produtores para falar um pouco comigo, mas nada é certo.

 

NOVA SEÇÃO: Spoiler

 

Essa é uma seção que pretendo trazer aqui (e que vai dar trabalho). Ela é dedicada principalmente a pessoas que não tem conhecimento suficiente de inglês para entender histórias complexas tal como a de Metal Gear Solid (não, não farei sobre a série, porque o Gilsomar Livramento – Da Revista Oficial do Playstation no Brasil – já fez isso); E também para aqueles que não tem saco pra terminar alguns jogos, mas querem saber o final deles.

 

NOVA SEÇÃO: Podcast do Kyo

 

Isso vai depender de eu colocar banda larga aqui e conseguir um meio de fazer isso, mas é algo que já venho pensando aqui há um tempo. Um Podcast (quinzenal ou semanal) em que eu e alguns loucos aleatórios comentaremos sobre assuntos irrelevantes sobre jogos. É, não vai ser nada convencional não, pelo menos espero.

 

Surpresa de Dois anos do Blog

 

Sim, estou planejando algo especial para a data de dois anos do blog, não posso confirmar ainda nada porque vai ser surpresa e ainda tenho que elaborar melhor, mas garanto que vai ser legal. Espero que sim, mas torçam aí por mim independente do que for.

 

Até a próxima atualização!

The King of Fighters XIII (Arcade/PS3/X360)


Desastrosa. Assim foi mais ou menos a entrada da SNK-Playmore na atual geração de consoles. Comecemos pela turbulenta saída do Designer Falcoon (artista de KOF 2003 e principal mente por trás da sub franquia Maximum Impact) que gerou o cancelamento do terceiro e derradeiro episódio de Maximum Impact (e que sinceramente, eu esperava) para PS3 e X360 e do Update Regulation A-2 para o PS2 (e lembre-se que era vantajoso ainda lançar jogos pra PS2 em 2008, 2009). Depois, temos de analisar a perda de força da empresa aqui no ocidente, tendo que lançar seus jogos por outras publishers, como Ignition e ATLUS. Por fim, a demora em lançar KOF XII (considerando que o XI saiu em 2005), e a recepção broxante do jogo. Dream Match? Ok, mas nem chefe? Porra SNK… Também tivemos o novo episódio de Samurai Spirits, mas ele foi tão comentado quanto a final do campeonato argentino sênior de bocha. E com o sucesso dos dois remakes de KOF 98 e KOF 2002, parecia que a empresa se importava mais com os jogos passados que com os futuros.

Mas, toda série merece uma segunda chance. E eis que pra aliviar a aposta do Dark Howard (quem frequentou a SNK-Neo na época de lançamento de KOF XII sabe do que falo), a SNK anuncia e lança (com pouco tempo entre os episódios) The King of Fighters XIII. Será que o jogo é digno de carregar o legado do torneio iniciado em South Town ou deverá ser esquecido como aquele movie de KOF?

The King of Fighters XIII
Produtora: SNK-Playmore
Publisher: ATLUS (Consoles)/SNK-Playmore (Arcade)
Plataformas: Arcade/PS3/X360
Gênero: Luta

O jogo é a conclusão da Saga de Ash, iniciada há quase 9 anos (em KOF 2003). Ash Crimson conseguiu os poderes dos Yata e dos Yasakani (conhecidos atualmente como Yagami) e agora aponta aparentemente suas armas para a Espada dos Kusanagi. Com essa ameaça no ar, Rose (e obviamente seu irmão Adelheid) Bernstein organiza um novo King of Fighters para determinar o novo rei dos lutadores. Usando o torneio como chamariz, as pessoas por trás de Mukai e Magaki (“Aqueles que vem do Passado”) junto com seu líder Saiki, buscam a destruição, domínio do mundo ou abraços, sei lá. No encalço deles, está a Equipe Ikari, liderada de longe por Heidern. Convocados, diversos lutadores se degladiarão em arenas para ver quem é o mais forte, mas será que eles serão páreo para Saiki?

Um dos principais motores do jogo (não parte gráfica ou jogo em si, mas o conceito) era a volta às raízes de KOF. Ou seja, batalhas 3-3, sem tactical shift ou quick shift (de KOF 2003 ou XI respectivamente). Mas, digamos que o jogo absorveu o que de bom havia em seus concorrentes. como a série Street Fighter (que simplificou bastante em suas versões mais recentes), então não é difícil aprender o básico do jogo. Vamos começar do princípio, você escolhe times de 3 lutadores e define sua ordem de combate. O que vencer o primeiro round enfrenta o segundo integrante do grupo e etc, etc. Isso qualquer zé ruela que joga bootleg de KOF 2002 na birosca da esquina sabe.

A fluência de movimentos é excelente, o que ajuda na dinâmica das partidas. Na parte superior da tela, pouco abaixo da barra de vida, há uma “mensagem” indicando algo que você opcionalmente deve fazer para encher 50 ou 100% de um stock da barra de POW. A condição da mensagem pode variar entre três pulos ou um Super Special Move (nomenclatura dos Dangerous Moves, ou simplesmente Especiais). De SF vieram os EX Moves, que são ataques comuns como um Power Wave (do Terry), mas executado com dois socos ao invés de um. Os cancels (cancelamentos) também estão presentes e se dividem em três tipos, os Drive Cancels, que utilizam um Stock da barra de POW, que basicamente cancelam um golpe para dar outro (é bom quando cancela um golpe comum para um EX Move), Super Cancels (quando se cancela um golpe para dar um Super Special Move), e os HD Cancels, que utilizam a barra verde acima da barra de POW, estourando-a com os botões B+C (Chute fraco+Soco Forte) e não gastam stocks da barra de POW por um determinado tempo).

De resto, a jogabilidade é excelente, a quantidade de personagens é razoavelmente boa (nas versões de console temos mais gente aí e temos DLC’s), só me pergunto o que diabos o Hwa Jai tá fazendo ali? Porra, ninguém lembra do Hwa Jai, o ponto alto da carreira dele foi servir de Sparring pro Joe no segundo OVA de Fatal Fury! A maioria das pessoas se lembram dele como o manguaça do Muay Thai do primeiro Fatal Fury. Enfim… Aonde eu estava mesmo? Bem, vamos continuar isso aqui logo que meu ombro tá queimando por conta do sol. É, hoje eu saí de casa (coisa raríssima) e fui a praia com a família.

A parte gráfica do jogo é um assombro, a série havia entrado na atual geração com o jogo anterior, mas eu não tinha jogado e valha-me deus! A abertura do jogo está ótima, as animações especiais (no meio e no fim do jogo) são boas sequências de anime e a arte escolhida foi boa! Eisuke Ogura fez novamente um ótimo trabalho, apesar de eu não curtir essa Athena com carinha de bebê, mas pra compensar, Leona colocou seu lado Sexy pra fora e a Yuri ficou muito bonita com cabelo curto (e eu não me amarro muito em garotas de cabelo curto). Os sprites são bem animados e muitos dos uniformes são um retorno às origens, como Robert usando sua roupa de KOF 94 e Kensou usando um traje que lembra o original do jogo Psycho Soldier (Arcade, Commodore 64). E as colorações de roupa variadas fazem “cosplays” de outros personagens (aguarde em breve uma matéria sobre isso), vocês podem ver numa das imagens do review o Robert “fazendo cosplay” de Terry.

Sonoramente tem boas canções. Não excelentes como as dos remakes, mas ótimas canções ainda assim. A dublagem do jogo também está ótima, e Satoshi Hashimoto não força tanto o Engrish dele como vinha fazendo desde Garou: Mark of the Wolves. Não tenho tanto a dizer sobre a parte sonora quanto poderia falar.

Finalizando, King of Fighters XIII mostra que a série ainda tem salvação, e o 2D não morreu. Com bons gráficos e uma jogabilidade segura, o jogo é obrigatório para fãs e essencial para quem curte jogos de Luta em 2D, o jogo é recomendadíssimo.
Nota Final: 97/100