Jogo da Semana #4: Sonic Generations


O jogo da Semana de hoje, curiosamente (já que foi decidido de última hora) continua no ritmo do review de ontem (que era pra ter saído na sexta-feira) e se trata de Sonic. Sim, depois de uma batalha enorme e muita dor de cabeça, consegui por as mãos no novo título do ouriço azul da SEGA, então, vamos a recomendação de hoje?

Sonic Generations

Produtora: Sega
Plataforma: PS3 (Também disponível para X360 e PC)
Gênero: Plataforma 2D & 3D

Do que se trata o jogo?

A nova aventura de Sonic, comemora os 20 anos do ouriço azul, compensando o fracasso dos 15 anos e sendo tão boa quanto o aniversário de 10 anos. O enredo é bem simples e é sobre uma entidade do MAAAAAAAAL (como diria o homem sereia) que quer destruir o mundo e tudo mais, e acaba por juntar os Sonics de duas eras de uma maneira que não me lembro bem.
E isso é uma desculpa para colocar os dois Sonic em um jogo só, tentando agradar os fãs de ambas as épocas, o que bem… Não sei como terminar o parágrafo, então fica assim mesmo.

Como é o jogo?

Antes de falar um pouco sobre a jogabilidade, vou falar dos gráficos, o jogo é bonito pacas! Sério, os cenários são lindos e os detalhes de ambos os Sonics, além dos badnicks são de tirar o fôlego, reflexos, luz e sombras estão bem feitos. E para as pessoas menos abastadas, com pc’s menos poderosos podem aproveitar o jogo (o teste com os gráficos no máximo da versão PC rodou lento – devido ao meu PC que não é tão top assim), pois junto com o jogo, tem a ferramenta de configuração do jogo, aonde você configura resolução de tela e efeitos. Com tudo no mínimo (e a resolução padrão do meu monitor), o resultado foi bastante satisfatório e 70% do tempo do teste foi com esta configuração, o que conta muitos pontos para os desfavorecidos monetariamente.

Agora, falando sobre o jogo, esqueça essas coisas de coisa nova a cada jogo novo, Werehog ou bla bla bla… Aqui você jogará com o Sonic ou com o Sonic. Cada estágio é composto de dois atos, um você jogará com o Sonic Clássico, numa visão 2D clássica, em 2,5 D. Alguns efeitos bacanas em certos trechos do estágio (câmeras dramáticas, pra ser exato) e uma física bastante superior a de Sonic 4, por exemplo. Tudo o que é necessário é apenas uma adaptação rápida. E um pequeno adendo a jogabilidade. Para os preguiçosos que não querem fazer Spin Dash com o comando clássico, a SEGA adicionou um botão para tal coisa.

Já o Sonic moderno, pega emprestada a jogabilidade de Sonic Unleashed, mais precisamente os estágios diários, aonde a ação mescla o 3D veloz e momentos em 2D, coisas como Boost, Side Step e Homming Attack estão presentes, e demais habilidades são adquiridas conforme se avança na história. Vale ressaltar que estou EXTREMAMENTE ENFERRUJADO com relação a Sonic Unleashed (tem mais de 3 meses que não jogo) e nos testes de hoje, passei vergonha jogando, haha.

Um adendo, não coloquei o 3DS nos consoles acima, pois a versão dele de Sonic Generations é diferente e foi feita pela Dimps, contendo estágios diferentes da versão de consoles de mesa, com exceção da Green Hill, subsequentes temos Cassino Night, Mushroom Hill, Emerald Coast, Radical Highway e uma fase de Colors que não lembro . Vale a conferida também.
Porque o recomendo?

A SEGA quando quer, realmente faz algo bom, e isso é a prova, com o melhor de 2 mundos, a SEGA finalmente colocou o ouriço pra funcionar direito em 3D depois do Dreamcast e conseguiu agradar gregos e troianos com uma jogabilidade sólida, uma história simples, mas funcional e gráficos muito bem feitos.

 

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Jogo da Semana #3 Ratchet: Deadlocked (PS2)


Ratchet: Deadlocked

Produtora: SCEA
Desenvolvimento: Insomniac Games
Plataforma: Playstation 2

E vamos com a terceira coluna do “Jogo da Semana”, que é um jogo que joguei bastante esse ano, e faz parte de uma franquia que está forte até hoje nos consoles da Sony. O jogo, como diz o título, é Ratchet: Deadlocked, que foi a despedida oficial da franquia Ratchet & Clank do PS2… Pelo menos até portarem o Size Matters pro PS2.
Antes de produzir a série de FPS Resistance no PS3 (com uma passada no PSP), a Insomniac produziu uma franquia muito bacana no PS2, chamada Ratchet & Clank, que combinava elementos de Plataforma e tiroteio, sempre com muito bom humor. E Ratchet: Deadlocked foi produzido como a despedida da série no PS2, já que o primeiro capítulo da trilogia Future estava sendo planejado para o PS3.
Do que se trata o jogo?

O roteiro é bem simples, um mega empresário da mídia, para obter o “controle” da galáxia, coloca diversos caçadores num torneio ao estilo Gladiador, para se matarem. E Ratchet precisa pará-lo e é forçado a entrar em tal torneio, enquanto o tal empresário usa seu poder sobre os meios de massa para pintar Ratchet como vilão. Como eu disse, o roteiro é bem simples, é como se um dos BBB’s resolvesse se virar contra o Boninho ou contra o Pedro Bial, o que com certeza tornaria o reality mais interessante.,

Como ele funciona?

É um jogo de ação em terceira pessoa, com foco nos tiroteios, um pouco de combate corpo-a-corpo e elementos de plataforma. Ratchet conta com poucas armas no princípio, mas conforme você progride no jogo, termina com um Arsenal que faria John Rambo bater continência em respeito. As sessões de veículos são um dos pontos fracos do jogo, já que de certa forma quebram o ritmo de jogo e os controles nela não são muito bons, destoando da ação no resto do jogo. Ratchet conta com dois bots auxiliares que podem ser customizados e servem tanto pra dar cobertura, quanto para ajudarem a resolver as coisas. Com comandos simples, eles podem desarmar barreiras, girar manivelas e criar “pontes” para atravessar certos abismos.

Porque o recomendo?

Diabos, preciso mesmo explicar o quanto o jogo é divertido? Acredite, quando você dizimar tropas inimigas com uma arma com poder massivo (e que lembra uma cimitarra), você vai me entender!

Jogo da Semana #2 Ace Attorney Investigations: Miles Edgeworth


Estamos de volta, e como sempre, estou jogando MUITA coisa ao mesmo tempo, e ainda tem os jogos aqui do PS2, do DS e agora no PC, além do emulador de Wii. Mas vamos parar de enrolação e falar do jogo que recomendo essa semana, que faz parte de uma franquia da Capcom que completou em 12 de outubro agora, dez anos de seu primeiro jogo. Falo, de Ace Attorney. Os três primeiros jogos, foram lançados para Game Boy Advance, apenas no Japão, e a franquia só deu as caras no ocidente em 2005, nos remakes/portes do Nintendo DS, sendo os títulos nomeados no ocidente: Phoenix Wright: Ace Attorney, Phoenix Wright: Trials and Tributations e Phoenix Wright: Justice for All. Basicamente são visual novels, nos quais você assume o papel do (no primeiro jogo) novato advogado de defesa Phoenix Wright (Ryuichi Naruhodo no Japão) que encarou os casos mais cabulosos possíveis e tinha que fazer das tripas coração para provar a inocência de seus clientes, acusados de algum assassinato. Apesar de se tratar de assassinatos, as tramas tem um desenrolar bem cômico e o humor é um dos fortes da franquia.
E um tempo depois, a Capcom desenvolveu um título inédito pro DS, Apolo Justice: Ace Attorney, que se passa 7 anos depois do último título lançado, estrelando o também novato Apolo Justice, que é pupilo de Wright que (SPOILERS) perdeu sua insígnia de advogado de defesa (/SPOILERS). E eis, que a Capcom em 2008 anuncia Gyakuten Kenji, que estrelaria ninguém menos que… Miles Edgeworth, o amigo e rival de Phoenix Wright, e eis que o título finalmente chega ao ocidente em 2009, com o título que você viu no título deste artigo.
Ace Attorney Investigations: Miles Edgeworth
Produtora: Capcom
Plataforma: Nintendo DS
Gênero: Adventure
Do que se trata o jogo?
O jogo se passa dois anos após Ace Attorney (bom, ao menos é o que o perfil de Dick Gumshoe – com 30 anos em PW: AA – que está com 32 em AA Investigations, ou isso é um furo da Capcom), e conta os casos que Miles Edgeworth tem que desvendar, que a princípio parecem se tratar de meros assassinatos, mas tem uma trama maior em sua volta, e interesses alheios em jogo.
Como é o jogo?
O jogo é um adventure, mas focado, como diz o título, nas investigações. Um crime acontece, um suspeito (inocente) e o culpado (alguém) aparece, e você deve recolher provas, tal qual os jogos anteriores. Mas, ao contrário de Phoenix, Miles é um gênio natural e tem tais coisas a seu favor. Em alguns pontos da aventura, além de pistas, Miles “recolhe” (na falta de expressão melhor) fragmentos de pensamentos, que separados não dizem muito, mas no novo menu [Lógica] (aonde esses pensamentos ficam guardados), eles podem ser juntados para formar um pensamento mais consistente, ajudando a chegar na conclusão do raciocínio. Também há um novo menú [Dedução], aonde se juntando algumas peças, pode-se chegar ao ponto aonde se (obviamente) deduz as coisas que estão acontecendo. Afora isso, as características dos julgamentos estão lá, mas com nomes alterados, obviamente.
Porque o recomendo?
É uma alteração bacana na série Ace Attorney, uma pena que Gyakuten Kenji 2 tenha ficado somente no Japão. Maldita Capcom!

Jogo da Semana #1 – Warhammer 40,000: Space Marine


 

 

 

 

 

 

Essa é uma nova coluna semanal, aonde recomendarei um jogo que estou jogando (poderá aparecer em futuros reviews), mas não terminei e está em curso, em um console, no meu PC novo ou no DS. Pra começar, vamos com um jogo recente, baseado (mais ou menos) numa famosa franquia de jogos de tabuleiro.
Warhammer em si é um jogo medieval (não o que estamos falando), que conta a história de batalhas entre diferentes espécies (Orcs, humanos, essa bodagaiada toda que conhecemos desde Lord of Rings e Dungeons & Dragons) e é jogado, como eu havia dito, com figures e tabuleiros. O jogo ganhou um MMO em torno de 2008 (Warhammer Online: Age of Reckoning, distribuido pela EA), não sei como anda a situação dele hoje em dia. Mas bem, vamos falar de Space Marines em si. Ah, e o próprio Warhammer gerou o Warhammer 40K

Warhammer 40.000: Space Marines
Produção: THQ
Desenvolvimento: Relic Games
Plataformas: PC/Xbox 360/Playstation 3

Do que se trata o jogo?


Trata-se da invasão do planeta Graia (Um planeta que produz equipamentos militares) pelos Orks, e no controle do Segundo Comandante dos Ultramarines, Captain Titus, devemos chutar as bundas dos inimigos e descobrir o que há por trás dessa pataquaiada toda. Sim amigos, isso é mais ou menos superficialmente a base do jogo, detalhes você pode encontrar na wikipédia.
Como é o jogo?


O jogo é uma mistura de shooter em terceira pessoa e hack’n slash (poucos elementos, mas possui), basicamente você deve matar tudo que se mexe e cumprir missões solo ou em grupo. A princípio, para um inapto em teclado/mouse é difícil se acostumar, mas os comandos básicos são simples, o clássico WASD para mover o personagem, mouse mira e o botão esquerdo atira, o botão direito é usado para ataques físicos, que são essenciais para poupar munição e conseguir recuperar sua barra de vida, pois combinado com a tecla [F] pode render finalizações que garantem um pouco de energia.
O protagonista é forte feito um touro, e sua armadura (que apesar do jogo ser futurista, é medieval) aguenta uma certa quantidade de dano antes dos danos chegarem a seus pontos de vida. E mesmo que sua armadura leve um bocado de dano, basta ficar um tempo sem levar dano (parado, longe da ação) que a armadura recupera sozinha (mas não os pontos de vida), o que dá um fôlego extra para o jogador aguentar as missões.

Por que o recomendo?
Bem, pessoalmente eu fiquei empolgado com Space Marine desde que vi os vídeos, e a ação dele é convincente, além de trazer uma ambientação bem bacana e junta dois tipos de jogo distintos para agradar ao jogador. E seus gráficos são bacanas, e mesmo o protagonista sendo parrudão, ele não fala arrotando que nem um certo Marcus Fênix… E sim, farei piadas com Marcus Fênix até o fim de minha vida. Voltamos semana que vem, com um jogo de DS, talvez… Ou falarei de outro jogo de outro console.