Assassin’s Creed: A Cruzada Secreta


Quem me conhece, sabe que Assassin’s Creed em pouco tempo já virou uma de minhas franquias favoritas, mesmo eu só tendo zerado dois jogos dos sete lançados até agora (Revelations), mas tenho bastante conteúdo e ouso afirmar que posso falar com certa propriedade da série (tem análises de três dos jogos da série aqui no Blog). Pois bem, como entusiasta, comprei cada livro da série em seu lançamento nacional (Apenas o Renascença demorou um pouco devido a dificuldades pós férias), além da comic da Panini. No início desse mês, a editora Galera Record (subsidiária da Editora Record, porém voltada ao público jovem, tendo publicadas obras mais ‘femininas’ como o Diário de uma Princesa e outas pieguices da Meg Cabot e séries mais voltadas pro público da Fantasia como Artemis Fowl) lançou num espaço relativamente curto entre este e seu antecessor, o terceiro livro da série Assassin’s Creed, sendo subtitulado “A Cruzada Secreta”. E confira aqui, minha crítica ao livro:

Como todos sabemos, um dos defeitos mais gritantes do primeiro Assassin’s Creed, é que a história de Altaïr não é muito bem desenvolvida, só sabíamos que ele era um Mestre Assassino que foi arrogante demais e se ferrou por conta disso e se tornou novamente um aprendiz que teria de reconquistar seu posto eliminando nove alvos. O foco maior da trama (apesar de não jogarmos), era Desmond Miles. Conhecemos um pouco mais de Altaïr no Bloodlines (e de como ele se envolveu com sua esposa Maria) e nos trechos de Revelations que jogamos com ele. Aqui, temos a história da vida de Altaïr, desde quando seu Pai morreu, até a decisão de fechar a fortaleza de Masyaf, cobrindo os eventos não só de Assassin’s Creed, como de AC: Bloodlines e os eventos de Altaïr em Revelations.
A narrativa do livro se altera entre os trechos com Nicolo e Maffei Polo, em que Nicolo conta a história de Altair e a história em si, o que dá de certa forma uma variedade maior ao conteúdo final. Também conhecemos mais sobre Altaïr, e de sua queda como Assassino, devido a sua arrogância e presunção, sua jornada de redescobrimento a si mesmo, e seus assassinatos, levando-o a uma maior compreensão sobre o credo dos Assassinos e sobre seu dever. Assim como também acompanhamos a jornada dura dele, que dedicou toda a sua vida ao credo.
O livro consegue empolgar mais que seu antecessor, pois não tem aquele começo carregado do anterior, e de certa forma, a trama consegue se levar sem arrastar ou meios termos, por esse lado, é um ponto positivo pro AC original ser tão direto. Por fim, temos a conexão com “Assassin’s Creed: Revelações” (estou usando a tradução do título do livro), quarto livro da série com Ezio fazendo uma pontinha no prólogo e no epílogo do livro chegando em Constantinopla (quem jogou Revelations, sabe que depois do prólogo de Masyaf, Ezio chega em Constantinopla).
A tradução do livro está impecável, sem erros ou typos (coisas perceptíveis em outros títulos), e como a trama é central totalmente em Altaïr, não temos tantos personagens secundários a serem retratados no Glossário. O material é o padrão da editora, nada do que reclamar. A Capa tem um tom mais ameno que o de Renascença ou Irmandade, com um fundo em céu azul.
Finalizando, Assassin’s Creed: A Cruzada secreta é com certeza o melhor da série, altamente recomendado, não tenho mais o que dizer.

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1 comentário

  1. esse livro por aqui custa R$ 29,90. tenho de compra-lo.

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