Percy Jackson e os Olimpianos: O Ladrão de Raios (As Quatro Visões da Obra)


Acho que muitos de vocês já devem ter ouvido falar em Percy Jackson vez ou outra. Seja por ataques de nojinho na internetz, ou seja no meu caso, por ser fã.

 

A série começou a ser publicada em 2005 nos Estados Unidos, e foi até 2009, com o quinto livro. Gerou um Spin-Off no mesmo universo fictício, intitulado “As Crônicas dos Kane” (2010-2012, 3 Livros + 1 Guia) e uma série sequencial, “Heróis do Olimpo”, cujo terceiro livro será lançado no fim do ano (e a promessa é de mais dois livros). Mas bem, vamos a um resumo rápido sobre a série:
Basicamente, os mitos e lendas gregas da antiguidade não morreram, eles apenas migraram para o centro mais poderoso do Ocidente, mudando conforme o poder mudava, para Roma, Inglaterra, até que chegou a atual potência mundial, os Estados Unidos. E não só os deuses, mas também os monstros. E nesse meio, temos os semideuses, filhos de um pai/mãe mortal e um pai/mãe divino. Percy Jackson é um deles, e a sua chegada no Acampamento Meio-Sangue é o início de um feroz confronto que pode salvar ou destruir o mundo.

Mas, vamos falar das quatro visões diferentes do primeiro livro da série, lançadas ao longo do tempo, entre 2005 e 2011:
Percy Jackson e os Olimpianos ~Livro 1~: O Ladrão de Raios (Rick Riordan, Intrinseca)
Percy Jackson é um garoto-problema. Expulso de suas últimas seis escolas nos últimos seis anos, sofre de TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiper Atividade) e Dislexia. Seu mundo vira de ponta cabeça quando ele descobre que é filho de um deus e que todas as criaturas que ele havia estudado nas aulas de latim existem mesmo, inclusive sua professora de matemática era uma delas, e outra dessas matara sua mãe. Chegando ao Acampamento Meio-Sangue, Percy tem uma difícil missão por encarar, recuperar o Raio Mestre de Zeus que fora roubado, e encarar uma traição pior que a fúria dos deuses.
Comentários:

O primeiro livro é possívelmente o maior da primeira série (Na Coréia ele foi dividido em 2 partes), pois Riordan se preocupou em apresentar o universo da série e aos poucos dita o tom. A Narrativa em primeira pessoa é a princípio estranha pra quem não está habituada. Entre prós e contras, fica apresentado o tom que a série tem, apesar de ainda ter muitos mistérios não revelados, apenas em suas sequências.
Percy Jackson e os Olimpianos: O Ladrão de Raios (20th century fox, com Logan Lerman, Uma Thurman e Pierce Brosnan)
Dirigido por Chris Columbus (dos dois primeiros filmes de Harry Potter), estreou em fevereiro de 2010 nos cinemas. Percy Jackson é um adolescente problemático e seu mundo vira de ponta cabeça quando criaturas vindas de seus livros de latim (não literalmente) tentam matá-lo. Chegando ao único refúgio seguro para pessoas como ele (semideusas), ele descobre sobre sua ascendência divina. E junto com seus amigos Annabeth e Grover, parte numa missão para recuperar o raio mestre.
Comentários:

Assisti a esse filme duas vezes nos cinemas, como filme, não é de todo ruim, tem seus bons momentos. Mas é impossível não comparar com o livro. Tudo bem que o Columbus tomou liberdades em relação a obra original, mas distorcê-la a ponto de transformá-la em um conto adolescente de aventura. (Percy e seus amigos tem 11 anos no livro, e no filme aparentam ter 16). Sem contar os cortes essenciais pro entendimento da trama, como Ares, Clarisse e Cronos. As atuações até que estão razoáveis, e algumas cenas foram bem feitas (como a batalha entre Luke x Percy no Empire State se estendendo por Nova York), do cast de dublagem, reconheci Fábio Lucindo (Percy), Wendel Bezerra (Grover) e Leonardo Camilo (como sempre, a voz de Pierce Brosnan, o centauro Quiron).
Percy Jackson & The Olympians: The Lightning Thief (Activision, Nintendo DS)

É a adaptação do filme para o portátil da Nintendo, é exclusivo e é algo parecido com um RPG, segue mais ou menos o roteiro do filme. Percy Jackson é um adolescente problemático e seu mundo vira de ponta cabeça quando criaturas vindas de seus livros de latim (não literalmente) tentam matá-lo. Chegando ao único refúgio seguro para pessoas como ele (semideusas), ele descobre sobre sua ascendência divina. E junto com seus amigos, parte numa missão para recuperar o raio mestre. (Sim, eu colei o texto do tópico anterior, algum problema?)
Comentários:

Joguei um pouco deste jogo. É mediano. Considerando o prazo apertado não é muito ruim, mas tem alguns defeitos e qualidades notáveis. Tomou algumas liberdades e adicionou personagens não vistos no filme, Victoria, filha de Apolo, mas que apoia Ares (e indiretamente faz o papel que Clarisse tem no livro) e Isaac Schuster (Filho de Hefesto), além de colocar Luke no seu grupo. No Mapa você navega clicando no ponto de destino, e no meio do caminho pode encontrar inimigos, e as batalhas são por turnos. Há técnicas especiais e condições de ataque crítico e defesa que exploram o uso da Stylus. Peca por não te colocar na ação/exploração de um rpg, já as batalhas são ao menos decentes.

Percy Jackson e os Olimpianos: O Ladrão de Raios – Graphic Novel (Robert Venditti, Attila Futaki , Rick Riordan, Jose Villarrubia – Intrinseca)

É a versão em Quadrinhos do primeiro livro de Percy Jackson e os Olimpianos. Vocês não querem mesmo que eu repita o texto de novo, não é?
Comentários:

Não cheguei a lê-la inteira (Eu estava comprando Son of Neptune no dia), mas bem, procurando por algumas informações na internet e folheando uma página aqui e outra ali na livraria. Ela é um pouco mais fiel ao livro, com uma ou outra cena cortada ou alterada. Porém, algumas imagens dão uma ligação maior com o filme. Mas aonde a coisa degringola mesmo é na arte, que é… Feia. Não, sério, eu tenho costume de comprar algumas graphic novels, mas o traço desta não é dos melhores, ainda assim melhor que a de God of War.
Bom, não sei como finalizar o artigo, mas espero que tenham ao menos lido e curtido o artigo, já que estou com uma mega preguiça de escrever alguma análise.

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1 comentário

  1. bacana esse Post Kyo, mas o Percy não deu certo porque já tinham Harry e Crespusculo, não necessitavam de outra sensação jovem

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