Urban Reign (Playstation 2)


O Beat’em UP é um gênero que ficou em baixa após a geração 16 bits, as produtoras fizeram algumas tentativas como Fighting Force (o 1 era mais beat’em up raiz, o segundo tinha mais elementos de ação e era single player), e The Bouncer, por exemplo. Mas o gênero acabou se encontrando no 3D evoluindo para o Hack’n Slash com a série Dynasty Warriors (em 1997), e posteriormente com Devil May Cry (que criou o Stylish Action, incorporando alguns elementos de Resident Evil) . Mas, ao longo do tempo, tivemos alguns jogos em 3D que ignoraram a estrutura do Hack’n Slash, como Final Fight Streetwise e Beat Down: Fists of Venegeance, da Capcom e a série Dynamite Deka da SEGA, a Namco também resolveu entrar no jogo, com um Beat’em UP tridimensional, com o jogo que você verá hoje, Urban Reign.

 

 

Urban Reign

Produtora: Namco

Plataforma: Playstation 2

Gênero: Beat’em Up

 

 

 

A História do jogo é bem simples, a cidade (que eu esqueci o nome) sofre com o aumento cada vez maior da criminalidade, tendo o prefeito tomado medidas drásticas, como a instalação de câmeras de segurança por toda a cidade, além de ter dividido a cidade com grades. Brad, um sujeito casca grossa, se alia a uma chinesinha gostosa, e com ponto de partida na tentativa de provar a inocência dela num sequestro, vão botar ordem na bagunça toda, e vão contar com a ajuda de muita gente. O que vem depois disso, são milhares de concussões, hematomas, dentes, clavículas e ossos quebrados… Ah, os bons tempos…

 

 

Existem quatro modos de jogo, o modo história, aonde jogando com Brad, você vai cumprindo as missões do jogo, que explicarei mais adiante. O modo Free, que equivale a um Survival, aonde bem, você vai jogando sem parar até morrer ou algo do tipo, o modo de Missões, aonde você cumpre as missões do jogo de maneira separada, e o modo Multiplayer, que pode ser jogado com a CPU ou até 4 jogadores no Multi-Tap do PS2. Lembrete que os modos de Survival e Missão estarão disponíveis apenas depois de finalizar o jogo (coisa que ainda não fiz, falta mais ou menos 10% do jogo).

 

 

As missões são distribuídas num mapa, e lá, num cenário “fechado”, Brad tem que vencer os inimigos que lá estão. E assim ir avançando na história. Cada combate dá um certo número de pontos para distribuir entre oito atributos de ataque e defesa (Ataques, Agarrões, Golpes Direcionados e Golpes com Arma para Ataque; e Resistência, Defesa na cabeça, Defesa na parte superior do corpo e defesa na parte inferior do corpo para Defesa) e assim evoluir seu personagem para transformá-lo numa máquina de combate pra perto do fim do jogo.

 

 

A princípio você estará sozinho e terá poucos movimentos, mas conforme se avança, novas técnicas serão aprendidas e facilitarão sua vida, e mais pra frente, parceiros lhe ajudarão nos combates. Você tem a princípio ataques simples, agarrões, uma esquiva (que tem que ter um ótimo timming), um botão para corrida. Combinando dois botões (ataque+Agarrão), um especial é aplicado e gasta um pouco da barra de especial (abaixo da de vida). Mais pra frente você poderá pegar em armas, e adquirá mais dois especiais e um especial que dá um aumento temporário no ataque (varia o botão do direcional que se aperta pra aplicar o especial), além de um parceiro, que poderá ser fixo ou variado, dependendo da missão.

 

 

Cada parceiro tem um diferente estilo de luta, que acrescenta variação na jogabilidade e num combo, alguns golpes em dupla podem ser executados quando ambos estão perto de um alvo em comum, e você pode pedir a ajuda do seu parceiro durante o combate, ordená-lo que ataque outro alvo que não o seu ou simplesmente mudar o personagem jogável pro seu parceiro, que é a variação que avisei no começo do parágrafo. E como cada parceiro tem um tipo diferente de estilo de combate (desde Boxe, até Wrestling, passando por capoeira e kung-fu), que dependendo de como você joga, pode facilitar ou dificultar as coisas. Mas tenha em mente que o jogo não te perdoa e é casca grossa a dificuldade.

 

 

As missões geralmente são de vencer um grupo de inimigos, mas podem variar para “derrote tal inimigo” (que geralmente é indicado antes dos combates), ou incapacite as pernas do adversário, às vezes você deve manter seu parceiro vivo ou espancar todo mundo dentro de um tempo limite. No mais, é tudo simples e fácil de ser entendido. Conforme se avança no jogo, você desbloqueia personagens novos pro multiplayer (incluindo rostos bem conhecidos do público da Namco), entre outras coisas.

 

 

Graficamente é bom, contando com modelos razoavelmente decentes e bem construídos, cada personagem (dos jogáveis) tem uma identidade e um estilo de luta próprio. Mesmo os dois pro-wrestlers do seu grupo tem movimentos e estilos distintos de luta. Chris se sairia bem como DLC de algum Tekken novo por exemplo, se alguém na Namco lembrasse de Urban Reign. Os inimigos meio que são separados em gangues, mas não são genéricos, pois geralmente durante a jornada, você irá os reencontrar, o que certamente evita os recolors infinitos que assolam o gênero. Os cenários de combate são legais, com diversos elementos destrutivos e que podem ser utilizado de maneiras apelonas em combinar golpes. Por exemplo, combos próximos a uma parede, ajudam a beça, pode crer.

 

 

Sonoramente é meio fraquinho, não tem músicas marcantes. Elas não doem aos seus ouvidos, mas não são memoráveis ou coisa do tipo. A dublagem é boa, se considerarmos que não tem muitas falas no jogo, a não ser a narração da chinesinha durante as introduções das missões. Efeitos sonoros estão bem feitos, e tudo mais, e não tenho mais nada pra falar.

 

 

Finalizando, Urban Reign é uma boa pedida pra quem gosta de fraturar crânios alheios, causar concussões, enfim, cair na porrada com os outros. E o Multiplayer é o que há de mais divertido, pra quem gosta de dar muita porrada! Recomendado.

O Beat’em UP é um gênero que ficou em baixa após a geração 16 bits, as produtoras fizeram algumas tentativas como Fighting Force (o 1 era mais beat’em up raiz, o segundo tinha mais elementos de ação e era single player), e The Bouncer, por exemplo. Mas o gênero acabou se encontrando no 3D evoluindo para o Hack’n Slash com a série Dynasty Warriors (em 1997), e posteriormente com Devil May Cry (que criou o Stylish Action, incorporando alguns elementos de Resident Evil) . Mas, ao longo do tempo, tivemos alguns jogos em 3D que ignoraram a estrutura do Hack’n Slash, como Final Fight Streetwise e Beat Down: Fists of Venegeance, da Capcom e a série Dynamite Deka da SEGA, a Namco também resolveu entrar no jogo, com um Beat’em UP tridimensional, com o jogo que você verá hoje, Urban Reign.

Urban Reign
Produtora: Namco
Plataforma: Playstation 2
Gênero: Beat’em Up

A História do jogo é bem simples, a cidade (que eu esqueci o nome) sofre com o aumento cada vez maior da criminalidade, tendo o prefeito tomado medidas drásticas, como a instalação de câmeras de segurança por toda a cidade, além de ter dividido a cidade com grades. Brad, um sujeito casca grossa, se alia a uma chinesinha gostosa, e com ponto de partida na tentativa de provar a inocência dela num sequestro, vão botar ordem na bagunça toda, e vão contar com a ajuda de muita gente. O que vem depois disso, são milhares de concussões, hematomas, dentes, clavículas e ossos quebrados… Ah, os bons tempos…

Existem quatro modos de jogo, o modo história, aonde jogando com Brad, você vai cumprindo as missões do jogo, que explicarei mais adiante. O modo Free, que equivale a um Survival, aonde bem, você vai jogando sem parar até morrer ou algo do tipo, o modo de Missões, aonde você cumpre as missões do jogo de maneira separada, e o modo Multiplayer, que pode ser jogado com a CPU ou até 4 jogadores no Multi-Tap do PS2. Lembrete que os modos de Survival e Missão estarão disponíveis apenas depois de finalizar o jogo (coisa que ainda não fiz, falta mais ou menos 10% do jogo).

As missões são distribuídas num mapa, e lá, num cenário “fechado”, Brad tem que vencer os inimigos que lá estão. E assim ir avançando na história. Cada combate dá um certo número de pontos para distribuir entre oito atributos de ataque e defesa (Ataques, Agarrões, Golpes Direcionados e Golpes com Arma para Ataque; e Resistência, Defesa na cabeça, Defesa na parte superior do corpo e defesa na parte inferior do corpo para Defesa) e assim evoluir seu personagem para transformá-lo numa máquina de combate pra perto do fim do jogo.

A princípio você estará sozinho e terá poucos movimentos, mas conforme se avança, novas técnicas serão aprendidas e facilitarão sua vida, e mais pra frente, parceiros lhe ajudarão nos combates. Você tem a princípio ataques simples, agarrões, uma esquiva (que tem que ter um ótimo timming), um botão para corrida. Combinando dois botões (ataque+Agarrão), um especial é aplicado e gasta um pouco da barra de especial (abaixo da de vida). Mais pra frente você poderá pegar em armas, e adquirá mais dois especiais e um especial que dá um aumento temporário no ataque (varia o botão do direcional que se aperta pra aplicar o especial), além de um parceiro, que poderá ser fixo ou variado, dependendo da missão.

Cada parceiro tem um diferente estilo de luta, que acrescenta variação na jogabilidade e num combo, alguns golpes em dupla podem ser executados quando ambos estão perto de um alvo em comum, e você pode pedir a ajuda do seu parceiro durante o combate, ordená-lo que ataque outro alvo que não o seu ou simplesmente mudar o personagem jogável pro seu parceiro, que é a variação que avisei no começo do parágrafo. E como cada parceiro tem um tipo diferente de estilo de combate (desde Boxe, até Wrestling, passando por capoeira e kung-fu), que dependendo de como você joga, pode facilitar ou dificultar as coisas. Mas tenha em mente que o jogo não te perdoa e é casca grossa a dificuldade.

As missões geralmente são de vencer um grupo de inimigos, mas podem variar para “derrote tal inimigo” (que geralmente é indicado antes dos combates), ou incapacite as pernas do adversário, às vezes você deve manter seu parceiro vivo ou espancar todo mundo dentro de um tempo limite. No mais, é tudo simples e fácil de ser entendido. Conforme se avança no jogo, você desbloqueia personagens novos pro multiplayer (incluindo rostos bem conhecidos do público da Namco), entre outras coisas.

Graficamente é bom, contando com modelos razoavelmente decentes e bem construídos, cada personagem (dos jogáveis) tem uma identidade e um estilo de luta próprio. Mesmo os dois pro-wrestlers do seu grupo tem movimentos e estilos distintos de luta. Chris se sairia bem como DLC de algum Tekken novo por exemplo, se alguém na Namco lembrasse de Urban Reign. Os inimigos meio que são separados em gangues, mas não são genéricos, pois geralmente durante a jornada, você irá os reencontrar, o que certamente evita os recolors infinitos que assolam o gênero. Os cenários de combate são legais, com diversos elementos destrutivos e que podem ser utilizado de maneiras apelonas em combinar golpes. Por exemplo, combos próximos a uma parede, ajudam a beça, pode crer.

Sonoramente é meio fraquinho, não tem músicas marcantes. Elas não doem aos seus ouvidos, mas não são memoráveis ou coisa do tipo. A dublagem é boa, se considerarmos que não tem muitas falas no jogo, a não ser a narração da chinesinha durante as introduções das missões. Efeitos sonoros estão bem feitos, e tudo mais, e não tenho mais nada pra falar.

Finalizando, Urban Reign é uma boa pedida pra quem gosta de fraturar crânios alheios, causar concussões, enfim, cair na porrada com os outros. E o Multiplayer é o que há de mais divertido, pra quem gosta de dar muita porrada! Recomendado.

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1 comentário

  1. Você deixou o texto duas vezes no post eheheh!

    Eu tinha esse Urban Reign, não gostei do game, achei chato pacas, apesar de ser um estilo raro hoje em dia.

    Responder

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