Mortal Kombat: Deadly Alliance


Minha história com a série Mortal Kombat é longa. No tempo de 1900 e guaraná bolinha, eu via muita gente jogando o primeiro nos fliperamas. Tempos depois, num fliperama próximo a minha humilde residência (que é a mesma a uns 18, 19 anos – em cima da antiga) estava com Mortal Kombat 3, e vivia cheio. Meu Meguinha e meu SNES (ambos falecidos), passaram por muitas jogatinas de MK 1, 2 e 3, e também o Ultimate. Só zerei o 1 (no SNES), o 2 (no Mega) e o Ultimate no mega. No N64 cheguei a trocar tapas no MK 4 e no MK Trilogy (joguei mais no PS1). Tempo vai, pulei um monte de MK’s e na geração PS2, eu comecei pelo Deception, fui para o Armageddon e Infelizmente (devido ao Azar), não consegui jogar o Shaolin Monks. Mas, o jogo a ser analisado hoje, é o início de MK na geração PS2, com Mortal Kombat Deadly Alliance.

 

Mortal Kombat: Deadly Alliance

Produtora: Midway

Plataforma: PS2, GameCube, Xbox GBA

Gênero: Luta

 

Depois que Quan Chi foi mandado de volta para Netherrealm após a derrota de Shinnok para Raiden e seus guerreiros, Quan Chi acaba conseguindo fugir novamente e no caminho acaba encontrando a tumba do exército morto de Onaga. Com isso também descobre que o Rei Dragão Onaga, pode voltar a vida caso se junte um grande número de almas sacrificadas em nome de Onaga. Mas, para que isso pudesse realmente acontecer Quan Chi precisava de ajuda. Procurou então um antigo feiticeiro de Shao Kahn. Um feiticeiro muito bem conhecido dos guerreiros das Forças da Luz. Seu nome era Shang Tsung. E assim, foi formada a “Aliança Mortal”. A “Aliança Mortal” faz sua primeira vítima de muitas matando o monge Liu Kang. Liu Kang foi morto com o intuito de impedir que atrapalhasse os planos da Aliança. Após a morte de Liu Kang, um novo torneio do Mortal Kombat foi criado, incluindo guerreiros da luz como Jax, Johhny Cage, Kung Lao, Sonya Blade e Raiden e os guerreiros do lado maligno como Kano, Shang Tsung, Reptile e Quan Chi. Além desses novos guerreiros foram convocados e lutam por interesses diferentes como Mavado, Hsu Hao, Li Mei, Bo’ Rai Cho, Kenshi e Mokap.

 
O jogo peca de certa forma no começo, ao não agregar um modo história convincente, estando ele embutido no modo Arcade. Além disso, apenas um modo de Treino e um de Missões está disponível para jogo. Nem Puzzle, nem Xadrez e nem corridas de Kart. Suas performances em missões e nas jogatinas do Modo Arkade rendem moedas (de diferentes tipos) que podem ser usadas na Kripta para desbloquear outros personagens e artes conceituais, roupas novas e etcs.

 

 

Mas, o jogo também não tem lá muitos extras, você pode rever os finais, assistir ao Making-of, e também ao bacana vídeo History of Mortal Kombat (a franquia comemorava 10 anos), além de um Music Video que ninguém liga a mínima.

 

 

A jogabilidade é um tanto confusa, nem tanto por ser 3D, mas por sei lá… Não é muito fluído, antigamente nos jogos 2D tinhamos botões para soco alto e baixo, agora, com os 3 estilos de combate, até você aprender o que cada coisa faz leva tempo, e cada lutador tem 3 estilos intercambiáveis de combate, e cada estilo tem combos e golpes exclusivos, o que por si só já dá um nó na cabeça de qualquer jogador novato, some-se a dificuldade de jogar com cada um que é dividida em cinco níveis, e aí temos um jogo que afasta os novatos. Nem falemos dos comandos dos fatalities, ou sua cabeça irá explodir.

 

 
Graficamente o jogo não é de todo ruim, conta com bons modelos e os uniformes estão bacanas. Os cenários estão bem legais, o problema nos gráficos, são os efeitos especiais, de sangue e etc… Não gente, sério, os efeitos são ruins, e o pior é que esses efeitos continuaram até Armageddon, sério. Mas vou te contar, que o balanço dos magumbos da Li Mei… Ô, lá em casa!

 
Sonoramente é competente, as músicas são boas, não marcantes e o narrador não tem o mesmo impacto do cara dos três primeiros jogos. As vozes estão na medida do possível, boas, não sendo nada doloroso aos ouvidos. Os efeitos sonoros são digamos, descartáveis.
Gente, a Review ficou curta (até demais), mas enfim, Mortal Kombat Deadly Alliance foi um começo estranho para a série no PS2. Coisas demais, extras de menos e só a história realmente vale a pena, os fãs da série, dêem ao menos uma jogada, todos os outros, o console tem melhores opções de jogos de luta, a todos os jogadores, evitem a versão de Game Boy Advanced como o Diabo evitaria a cruz.

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1 comentário

  1. como troco de roupa??

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