Nascar: Dirt to Daytona (Playstaion 2/Nintendo Game Cube)


P.S: Mais tarde esse post será editado com imagens e correção dos erros escritos na análise.

Jogos de Nascar estiveram aí desde sempre, desde a adaptação do filme “Days of Thunder” aos jogos recentes da Activision. Eu mesmo joguei poucos jogos da categoria, no SNES apenas Kyle Petty: No Fear Racing, no PS1 conheci o Nascar 2000 por intermédio do cartoon Nascar Racers: Os Super Pilotos, e no Game Boy Color, o jogo baseado no próprio Cartoon, que você leu a análise aqui no Blog. No PS2, apenas dois títulos, Nascar 09, um dos últimos da EA e o jogo que você lerá a análise hoje, que é Nascar: Dirt to Daytona.

Nascar: Dirt to Daytona
Produtora: Atari* (Saiu ainda pelo selo Infogrames*)
Plataforma: Playstation 2 e Game Cube
Gênero: Corrida

O jogo tenta trazer uma experiência realista em termos de Nascar (para a época em que foi lançado), contando com um extenso modo carreira que engloba as quatro sub-categorias da Nascar (algumas tem nomes diferentes hoje em dia) e é necessário gerenciar isso ao longo do modo. E não, não será somente correr em círculos pra se dar bem, como você verá nesta análise. Ah, e é a sequência de Nascar Heat

A Nascar é conhecida pelos seus circuitos ovais, provas longas e como nós estamos acostumados a assistir a F1 e seus circuitos mistos, isso pode tender a significar que teríamos tédio nas provas de Nascar, certo? Errado! Ao iniciar o modo carreira, seu piloto não terá um carro muito bom, porém ainda assim competitivo no início, mas a vitória será um sonho distante.

Após customizar seu carro, você terá a opção de colocar alguns patrocínios em determinadas partes de seu carro, e isso É ESSENCIAL para melhorar seu carro mais tarde. Cada patrocínio tem uma exigência junto, do tipo: “Largue no mínimo em sétimo” ou “Termine a prova entre os cinco primeiros”, e caso as cumpra, uma bonificação em dinheiro será lhe dada após a prova. Conforme se avança no jogo, novos patrocínios surgem com exigências mais fortes e cachês maiores para isso.

E com o dinheiro conseguido, você pode conseguir melhorias para seu carro correr mais rápido, fazer as curvas melhor ou uma suspensão mais confortável por assim dizer. A coisa não será nada fácil, já vou adiantando e você pode ter uma bela cabeça em termos de compras, do tipo: “Compro motor X agora ou espero 2 corridas para ganhar mais dinheiro e comprar o motor Y que é mais potente?” É de se pensar a situação, porque mesmo com um motor bom, você pode cometer erros nas provas e acabar se dando mal.

Os treinos são fortes, e divididos em 3 baterias, são duas baterias com 10 pilotos em cada, os cinco melhores de cada formam o grid até o 10º colocado, e os outros 10 do grid disputam uma nova bateria para definir o resto do grid. Nas corridas, a coisa pega fogo, pois qualquer erro pode significar umas duas posições, no mínimo. Você tem que saber pegar o vácuo de seu adversário e quando atacá-lo para ganhar sua posição.

O sistema de danos do jogo não é algo meramente estético, mas também não é técnico, mas sim financeiro. A quantidade de dano que você causa ao carro, é deduzida do seu prêmio em cada corrida a título de reparos. A diribilidade é algo ao mesmo tempo simples e difícil de dominar, a questão do tempo de atacar, defender, e saber gerenciar sua grana pra melhorar o carro, além dos diferentes tipos de terreno em que se corre, a hora de frear nas curvas e saber gerenciar a diferença de tempo para os adversários. Para fãs da Nascar, é um prato cheio.

Graficamente conta com modelos muito bons e as pinturas customizadas são boas, se você contar que está jogando um título com uns 10 anos de idade, é surpreendente o fato do jogo não ter envelhecido mal, como muitos jogos de sua época. As pistas são igualmente bem feitas, e quando você estiver correndo na Nascar Cup em Daytona no meio de 43 pilotos, você entenderá o que digo.

Sonoramente, é um tanto chato por não usar muita trilha licenciada para os menús (ei, eu queria um heavy metal ou um country rock nos menús!), como os títulos da EA faziam, mas o ronco dos motores compensa isso bem, e você provavelmente não vai ligar pra falta de músicas, como eu fiz.

Finalizando, Talvez Nascar: Dirt to Daytona seja um dos melhores jogos da categoria do PS2, ou talvez de todos os tempos, não sei como a Activision se saiu neste departamento, mas eu o recomendo a fãs pacientes de jogos de corrida que ainda tenham seus PS2’s velhos de guerra, aproveitem.

Deixe um comentário

3 Comentários

  1. realmente esse jogo da Nascar, parece ser difícil. como não conheço a NASCAR, acho que valia a pena jogar…para conhcer, pelo menos

    Responder
  2. Único jogo de NASCAR que joguei foi no PC há eras atrás. Era da Sierra/Papyrus, vc se lembra desse?
    No PS2 não cheguei a jogar, mas parece legal.
    Muito bom o post!

    Responder
    • Kyo

       /  2012/04/17

      Se não me engano, está nos jogos semelhantes que tá na imagem final. Foi o último antes da EA adquirir a licença exclusiva da Nascar.

      Responder

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s