Jogo da Semana #2 Ace Attorney Investigations: Miles Edgeworth


Estamos de volta, e como sempre, estou jogando MUITA coisa ao mesmo tempo, e ainda tem os jogos aqui do PS2, do DS e agora no PC, além do emulador de Wii. Mas vamos parar de enrolação e falar do jogo que recomendo essa semana, que faz parte de uma franquia da Capcom que completou em 12 de outubro agora, dez anos de seu primeiro jogo. Falo, de Ace Attorney. Os três primeiros jogos, foram lançados para Game Boy Advance, apenas no Japão, e a franquia só deu as caras no ocidente em 2005, nos remakes/portes do Nintendo DS, sendo os títulos nomeados no ocidente: Phoenix Wright: Ace Attorney, Phoenix Wright: Trials and Tributations e Phoenix Wright: Justice for All. Basicamente são visual novels, nos quais você assume o papel do (no primeiro jogo) novato advogado de defesa Phoenix Wright (Ryuichi Naruhodo no Japão) que encarou os casos mais cabulosos possíveis e tinha que fazer das tripas coração para provar a inocência de seus clientes, acusados de algum assassinato. Apesar de se tratar de assassinatos, as tramas tem um desenrolar bem cômico e o humor é um dos fortes da franquia.
E um tempo depois, a Capcom desenvolveu um título inédito pro DS, Apolo Justice: Ace Attorney, que se passa 7 anos depois do último título lançado, estrelando o também novato Apolo Justice, que é pupilo de Wright que (SPOILERS) perdeu sua insígnia de advogado de defesa (/SPOILERS). E eis, que a Capcom em 2008 anuncia Gyakuten Kenji, que estrelaria ninguém menos que… Miles Edgeworth, o amigo e rival de Phoenix Wright, e eis que o título finalmente chega ao ocidente em 2009, com o título que você viu no título deste artigo.
Ace Attorney Investigations: Miles Edgeworth
Produtora: Capcom
Plataforma: Nintendo DS
Gênero: Adventure
Do que se trata o jogo?
O jogo se passa dois anos após Ace Attorney (bom, ao menos é o que o perfil de Dick Gumshoe – com 30 anos em PW: AA – que está com 32 em AA Investigations, ou isso é um furo da Capcom), e conta os casos que Miles Edgeworth tem que desvendar, que a princípio parecem se tratar de meros assassinatos, mas tem uma trama maior em sua volta, e interesses alheios em jogo.
Como é o jogo?
O jogo é um adventure, mas focado, como diz o título, nas investigações. Um crime acontece, um suspeito (inocente) e o culpado (alguém) aparece, e você deve recolher provas, tal qual os jogos anteriores. Mas, ao contrário de Phoenix, Miles é um gênio natural e tem tais coisas a seu favor. Em alguns pontos da aventura, além de pistas, Miles “recolhe” (na falta de expressão melhor) fragmentos de pensamentos, que separados não dizem muito, mas no novo menu [Lógica] (aonde esses pensamentos ficam guardados), eles podem ser juntados para formar um pensamento mais consistente, ajudando a chegar na conclusão do raciocínio. Também há um novo menú [Dedução], aonde se juntando algumas peças, pode-se chegar ao ponto aonde se (obviamente) deduz as coisas que estão acontecendo. Afora isso, as características dos julgamentos estão lá, mas com nomes alterados, obviamente.
Porque o recomendo?
É uma alteração bacana na série Ace Attorney, uma pena que Gyakuten Kenji 2 tenha ficado somente no Japão. Maldita Capcom!

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1 comentário

  1. O que joguei em 2011 « Blog do Kyo

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