[Nintendo DS]All Kamen Rider: Rider Generation


Henshin! Antes da introdução, gostaria de agradecer ao Gustavaum, do fansub TokuPlanet, pois sem ele seria quase impossível fazer esse review, já que ele mandou o jogo para mim (de certa forma). E pra ser sincero, não achei que fosse terminar o jogo tão cedo e começaria a escrever sobre ele. Pois bem, vamos voltar um pouquinho no tempo. Em 2006, havia sido lançado Kamen Rider Kabuto, para PS2, que durante um bom tempo foi o último jogo de Rider a ser lançado. Em 2009, a Bandai-Namco, junto com o 8ing (dos competentes Fate/Unlimited Codes, de PS2 e PSP e Tatsunoko X Capcom do Wii) lançou para o PS2 o bacana Kamen Rider Climax Heroes, que apesar dos seus defeitos, é um bom jogo direcionado a seu público alvo (fãs de Kamen Rider), e o jogo consegui garantir uma sequência, ou revisão, como queira chamar, para o Nintendo Wii, com atualizações baseadas na série seguinte a Decade (na qual se baseou o primeiro Climax Heroes), Kamen Rider W, chegou ao mercado no fim daquele mesmo ano, Kamen Rider Climax Heroes W. Curiosamente, este jogo chegou ao ocidente modificado e com algumas adições, se tornando Kamen Rider Dragon Knight, de Wii (A versão DS é baseada no jogo de PS1 Kamen Rider Ryuki). Algum tempo depois, chega a sequência de Kamen Rider Climax Heroes W, desta vez para Nintendo Wii e PSP. Baseado na série (atualmente na reta final) atual dos Riders, Kamen Rider OOO ganha seu game. E em 2011, para celebrar os 40 anos de Kamen Rider, a Bandai lançou no início desse mês de Agosto, exclusivamente para Nintendo DS, All Kamen Rider: Rider Generation, jogo que será analisado aqui hoje.

All Kamen Rider: Rider Generation

Produtora: Bandai-Namco

Desenvolvimento: Seventh Chord

Gênero: Beat’em Up

Plataforma: Nintendo DS

O jogo é em japonês, e apesar da língua não ser uma barreira na hora de jogar, é uma barreira na hora de entender o roteiro, a não ser que você se chame Fábio Santana. Mas, provavelmente é algo como: O Vilão lá que eu não sei o nome (Lembram? O jogo é em Japonês e eu sou uma farsa nessa língua) descobriu um jeito de dominar o mundo, e para isso, convocou diversos vilões da história dos Riders. E somente com todos os vinte e oito guerreiros mascarados unidos, será possível derrotar essa ameaça. Agora, convenhamos, uns vilõezinhos de merda contra VINTE E OITO KAMEN RIDERS, chegamos a conclusão de que o vilão desse jogo tem tanta inteligência quanto o pudim que eu comi domingo passado. Pois bem, o jogo é basicamente isso.


Como dito agora pouco, no parágrafo acima deste que você está lendo agora, são vinte e oito Riders selecionáveis, desde Kamen Rider 1 até o Kamen Rider Fourze. Cada Rider tem habilidades únicas, mesmo que executadas com os mesmos comandos. E eles não estão disponíveis logo de cara. São cinco estágios divididos em zonas, e em cada zona você pode habilitar um ou dois riders. Como dito, o jogo é um beat’em up e consiste em espancar inimigos até não poder mais, os Riders basicamente tem dois ataques básicos, com o Y e o X (que também é usado para o ataque no Dash – comando clássico de beat’em up’s), um ataque especial (A) que varia conforme é executado em movimento ou parado, a defesa com o botão L e alguns Riders tem diferentes funções com o botão R (W e OOO por exemplo, alternam entre as formas principais). Alguns Riders, tem movimentos únicos como o pulo duplo, que bem, pra ser sincero não faz tanta diferença. Mas, alguns Riders, possuem uma barra que é enchida conforme se derrota inimigos ou recolhe power-up’s dessa barra pelos estágios. E ao encher essa barra, é possível executar um ataque mortal, apertando o botão A. Muitos classificam a jogabilidade de um beat’em up repetitiva, pode até ser e isso conta contra o jogo, além da curta duração do jogo. Mas, para aumentar o tempo de vida útil, existem dificuldades mais altas e níveis de experiência para os Riders. Existem alguns estágios que o objetivo é apenas desviar de armadilhas, mas são irrelevantes. E, apesar das fotos mostrarem DOIS Riders, um deles é controlado pela AI do jogo.


Graficamente é bem caprichado, com cenários num fundo 3D e os sprites bidimensionais. Todos estão bem fiéis as séries de origem, contando com movimentos característicos (embora o ataque mortal do Ryuki não seja aquele Rider Kick bacana da série, mas sim um golpe executado na forma Survivor).Os inimigos variam, entre as séries, é possível encontrar desde os Worms despachados por Kabuto em 2006 até mesmo o Shadow Moon, que foi despachado MAIS DE OITO MIL VEZES (tá, foram só 4). Durante os diálogos, são utilizadas fotos dos personagens, o que… Bem, o que nada já que eu falei tudo o que tinha pra falar.

As músicas são heróicas e tudo mais, remetendo ao clima das séries, mas não chegam a se destacar tanto quanto a sonoridade. A maioria das vozes foram tiradas de suas séries originais (ou redubladas), é sempre legal ver algo mais fiel a série, como as duas vozes de W, os sons do cinto do OOO (dublados pelo cantor Akira Kushida: TA-TO-BA! TA-TO-BA! TA-TO-BA!) e aquela frase que o Decade pronunciava todo santo episódio. E sim, também tem aqueles passos medonhos do Shadow Moon.

Finalizando, All Kamen Rider: Rider Generations é um jogo com altos e baixos, pra cada acerto, há um erro na mesma proporção, para cada coisa boa, há uma ruim, mas ainda assim é um ótimo jogo e que vale a pena ser jogado, principalmente por fãs de Kamen Rider em geral e fãs de beat’em up que quiserem algo nos velhos moldes.

Nota Final: 9,2/10

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