Assassin’s Creed II Discovery


O primeiro Assassin’s Creed portátil (Altair’s Chronicles, desenvolvido pela gameloft) não foi lá um mega hit e recebeu reviews medianos, variando entre 4 e 7. Dito isso, a Ubisoft resolveu trocar a produtora do segundo episódio de DS, entrou a Griptonite no lugar da gameloft. E vamos ver como ela se saiu nessa empreitada?

Assassin’s Creed 2: Discovery Produtora: Ubisoft Desenvolvimento: Griptonite Plataformas: Nintendo DS, iOS (vulgo aparelhos da apple) Gênero: Plataforma Side Scroll Assim como em Altair’s Chronicles, a história de AC 2 Discovery não muda muita coisa na história de Assassin’s Creed 2 (Apesar do AC: AC ser um prequel do primeiro jogo), ele se passa no período após o início do segundo jogo, no espaço de tempo em que Ezio se torna um Assassino. Entre uma missão e outra, Ezio é levado a espanha, aonde uma trama dos Templários prende alguns membros da Ordem dos Assassinos. Tudo isso faz parte dos planos de Tomas Torquemada, que aliado a Borgia, planeja expandir os templários, indo rumo ao novo mundo. E cabe a Ezio, com a ajuda de alguns aliados, impedir Torquemada.

O jogo abandona o 3D de Altair’s Chronicles e embarca num jogo de plataforma 2,5D, ou seja, movimentação 2D com gráficos em 3D. Terminando isso, temos uma física muito semelhante a dos clássicos de Prince of Persia, com as adições de pulo nas paredes e corrida pelas paredes, além do rolamento, coisas da própria franquia. Os combates funcionam mais ou menos como Prince of Persia, com a adição do famoso movimento de Parry (segurando a defesa, aperte o botão de ataque no momento em que seu oponente for lhe atingir). As facas são parte primordial em algumas missões (e nas de Stealth principalmente). As missões são divididas em três tipos, e todas elas consistem basicamente de ir do ponto A ao ponto B, sendo que em algumas você terá que matar/salvar algumas pessoas. E estas missões se dividem em três tipos, como disse anteriormente:

As normais, que não tem nenhuma restrição quanto ao seu cumprimento, as de Stealth, que impõe a restrição de matar sem ser visto mais de três vezes (há um indicador na tela, e usa-se o radar da tela de toque para perceber os inimigos. Todos os comandos e dicas de como matar melhor os inimigos são ditas num tutorial ao longo do jogo. O terceiro tipo de missão é o Chase, que basicamente é chegar ao objetivo o mais rápido possível (geralmente é uma fuga), e em alguns casos, há um limite de tempo para se cumprir. Graficamente é decente, embora o level design não seja muito criativo, as cidades são melhor construídas que em Altair’s Chronicles e os cenários tem leve variação, primeiramente se passando na Itália Renascentista, depois na Espanha e num dos últimos estágios, na França. Os modelos estão decentes, dando um leve zoom e ficando mais bonitos nas execuções de Ezio (e nos Parries, aonde também há zoom). A dublagem conta com bons atores interpretando os papéis, embora os sotaques estejam um tanto forçados e incomodem as vezes. As músicas eu não reparei muito bem, mas estão na medida. Nada ruins, porém nada memoráveis. Finalizando, pelo preço que algumas lojas estão cobrando (R$ 99) não valeria a compra, mas caso ache mais barato e seja fã da franquia, vale a compra. Dá para passar um bom tempo zerando o jogo e tentando desbloquear o Hard Mode e os outros Animus Hacks, com isso, Assassin’s Creed II Discovery está recomendado aos donos de Nintendo DS. Assassin’s Creed II Discovery (Ubisoft, Nintendo DS) Nota: 77/100

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