Top 3 Nostalgia: Mega Drive


Semana passada, tivemos um excelente top 3 com os três jogos que marcaram minha infância no NES, e para recordar, foram eles:
Super Mario Bros. 3 (Nintendo)

Crystalis (SNK)

Dragon Spirit (Namco/Bandai)
Essa semana, falaremos do Mega Drive. Sim, o 16 bits da SEGA. Lembro bem do dia em que fui com meu pai e voltamos do shopping com dois Mega Drives (um era para meu primo, o pai dele não pode ir, então deixou conosco), o jogo vindo com ele era o clássico Sonic 2, conheci muitas pérolas, mas o primeiro cartucho que eu comprei, foi muuito tempo depois. Vamos aos 3 jogos que mais marcaram a minha infância.

3º Sonic The Hedgehog 3 (Sega, Plataforma)
Pra muitos jogadores e fãs do Mega Drive, Sonic 2 é tido como o game definitivo do ouriço, já pra mim, não. Durante muito tempo esse foi o único game que tive no meu console, fora os da locadora. A questão é que a capa de Sonic 3 na locadora me hipnotizou, o pior é que o bendito cartucho vivia alugado, o suor pra conseguir uma locação no fim de semana, acho que foi mais empolgante que o próprio jogo. Quando consegui, notei, toda a evolução que foi em relação ao Sonic 2. Sprites melhorados, cenários maiores, músicas melhores e mais, Tails não era só um ctrl c + ctrl v da jogabilidade do Sonic.
A história continua de onde Sonic 2 havia terminado, após Destruir o Imcompleto Death Egg, Sonic e Tails acabam parando na mística Angel Island, e tem suas esmeraldas roubadas pelo “vilão” Knuckles. A partir daí, tem-se início uma trama que culminará na nova tentativa de Eggman (Robotnick) de construir um novo Death Egg. Enredo simples, mas melhor desenvolvido que os “enredos” de sonic 1 e 2.
A Jogabilidade permanece inalterada no básico, mas com adições. Os escudos novos trouxeram junto, variantes. Dependendo do escudo usado, vantagens e desvantagens são obtidas. O escudo de fogo dá imunidade contra fogo dos cenários (boa contra o primeiro mestre, já que fica imune aos disparos de fogo e o foguete dele) e é inútil em trechos aquáticos, Além de permitir o “pai” do Homming Attack.

2º Castle of Illusion: Starring Mickey Mouse (Sega, Plataforma)
Havia um tempo em que as animações Disney (ou os personagens) eram garantia de bons jogos. Poxa, a Capcom fez uma trilogia excelente do Mickey no SNES (mas só trouxe um pro ocidente). Enfim, esse é um dos melhores exemplos de como um jogo pode ser atemporal, pois mesmo quase 20 anos após seu lançamento, Castle of Illusion: Starring Mickey Mouse continua excelente.
A vilã Mizrabel sequestrou Minnie para roubar sua aparência, e a mantém presa em seu castelo. Mickey deve coletar as sete jóias da Ilusão para impedir que isso aconteça.
Lembro da primeira vez que aluguei. Oh, aquilo sim é que era jogo, desafiante o suficiente para se seguir em frente, não muito difícil para não impedir qualquer um de jogar. Todos podiam jogar, era baseado em tentativa e erro, o que mudava era o quanto cada um teria que se esforçar para chegar no próximo nível. Mickey percorria fases com um design criativo, e podia atacar de duas formas, usando maçãs e sua bunda. Isso mesmo, Mickey dava bundadas nos inimigos.
Os gráficos eram soberbos, fazendo bom uso da palheta de cores do Mega, o Mickey era meio lerdo e rebolava, mas isso não impedia o jogo de ser legal, os cenários eram muito coloridos. Destaque para as fases do mundo dos doces e da casa de brinquedos, aonde um botão mudava o cenário de ponta cabeça, permitindo o acesso a novos locais. Lembro de coisa semelhante sendo usada no Megaman X8 em um dos estágios.

 

 

 

1º Gunstar Heroes (Sega/Treasure, Ação)
Junte todo o tiroteio frenético da série contra, com uma pitada leve da estética anime (acentuada na continuação Gunstar Super Heroes) e alguns elementos de plataforma, e temos a noção do que é Gunstar Heroes. Um dos melhores clássicos do Mega, era ação de primeira, do começo ao fim.
A história eu não lembro muito bem, mas pouco importava na época de garoto, era pegar o controle e massacrar hordas e mais hordas de soldados genéricos, enfrentar um sosia do Bison e gritar impropérios a cada dois minutos devido a dificuldade de alguns trechos.
A jogabilidade é derivada de contra (mais especificamente do Contra III), com duas armas que podem ser usadas separadas, ou juntas, também é possível agarrar seus inimigos, usar golpes aéreos e rasteiras. A dificuldade é progressiva e mesmo no menor nível de dificuldade, o chumbo é grosso.
A Treasure abusou do humor nas faces dos personagens, é tudo com aquele estilo anime. Os cenários são variados até, apesar de em certos trechos se repetirem.
Posso não ter falado muito, mas Gunstar Heroes permanece entre meus favoritos do Mega Drive

 

Esse foi o Top 3 Nostalgia dessa semana, semana que vem iremos para o SNES, console sinistro, esse!

 

 

 

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3 Comentários

  1. Gunstar Heroes é um dos melhores jogos de todos os tempos!
    É um dos grandes motivos para ter um Mega Drive.

    Também não acho Sonic 2 o melhor de todos, prefiro o Sonic 1 e os S3&K. Não consigo engolir aquele bônus stage.

    Ainda não joguei Castle of Illusion, mas não morro sem.

    Arrasô no Top!

    Responder
  1. Top 3 Nostalgia – Parte 3: SNES « Blog do Kyo
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