É hora do duelo!


Último review do ano e não irei falar de jogos de lutas porém, esse não deixa de ser sobre duelos e violência, iremos falar do jogo que virou febre nas mesas pelo mundo, em bancas com mangás, na TV com anime e claro, com muitos games (e bota muitos nisso), Yu-Gi-Oh! Forbidden Memories de PlayStation.

Lançado em 1999 no Japão e em 2002 no resto do mundo (sem contar África e América do Sul), Forbidden Memories junta a essencia da série Yu-Gi-Oh!, os jogos das trevas, com os elementos popular, o que vemos no anime com os personagens, somando a isso um simples gameplay, tornando o jogo perfeito para qualquer um jogar. Sim, qualquer um consegue jogar este game de YGO, porém vencer tudo é outra hsitória …

Você assume o papel do Faraó (sim, provavel que você seja Atem, mesmo sem seu nome ser mencionado diretamente) e começa o jogo no Egito Antigo e logo de cara, conhece seus tutor e o cosplay de Jafar vilão do jogo, Heishin (não, mencionar seu nome não o faz virar Kamen Rider …). Se você pensa que tudo será no Egito antigo, está enganado, também há contas a acertar no presente e ai sim, o jogo fica mais familiar para você.

Gráficos

Com batalhas em 3D (se acertar o ‘golpe’ usando o botão Quadrado), campo de batalha híbrido e “animações” estáticas em desenho. Os cenários também são em 3D, porém isso pouco importa, você basicamente se movimentará por setas ou respondendo perguntas.

Os cenários são bem desenhados, e chega ser uma pena muito serme vistos por segundos ou minuto.

Jogabilidade

Como mencionei no início do post, qualquer pessoa consegue jogar Forbidden Memories pelo simples fato de, todas aquelas regras de summon dependendo do valor de estrelas da carta, não serem usados aqui. Isso mesmo, Yu-Gi-Oh! UFC na veia (a violência em arte como manda Daniel Craig).

Sem a regra de summon, cada jogador pode baixar uma carta por turno porém, poderá combinar todas que estejam em suas mãos. O jogo tem um sistema de fusão, o que permite ao acaso (ou após decorar) formar cartas mais fortes ao juntar duas fracas.

Além desse sistema, temos também as cartas de Ritual e com elas, toda a dor de cabeça dos jogadores que encararam o jogo na raça. Tais cartas e suas evocações, são as mais ABSURDAS de serem ganhas no jogo e algumas delas, não estão disponíveis no jogo. Sim caro leitor, a Konami trollou seus jogadores ao não incluir a carta mais conhecida dos Rituaus, Magician of Black Chaos, no jogo …

Som

A parte mais fraca do jogo, a música de jogo é sempre a mesma, variando apenas com personagens importante e claro, a climatização padrão que rola em todo jogo que se preze.

Replay

Tendo um grande desafio no modo Campanha e todo o tempo que você disponibilizar para o Free Duel, o fator replay é alto devido o desafio de ganhar determinada carta. Cada personagem habilitado em capanha para o Free Duel, libera certas cartas como prêmio máximo pela sua vitória.

Sendo um jogo para todos sentirem o gosto de ser Yugi Moto/Atem, Forbidden Memories acerta em cheio no gameplay simples e fusão de elementos do universo Yu-Gi-Oh!, fazendo a alegria de quem apenas quer jogar ou dos fãs mais xiitas!

Gráficos: 7,5; Jogabilidade: 9,2; Som: 6,5; Replay: 9,6; Notal Final: 8,5

Nada pode te vencer ... oh wait, Exodia pode!

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2 Comentários

  1. Kyo

     /  2010/12/28

    Esse sistema de fusão livre também é usado nas versões de Game Boy Color, porém nelas, há a regra dos tributos pra invocação.
    Admito que nunca joguei no ps1, mas é fato de q as musicas de ygo são repetitivas em qualquer jogo.

    Responder
  1. Tweets that mention No blog do é Hora do Duelo -- Topsy.com

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