Omae wa mou shindeiru!


Yo minna, sou o (Ken) Wakahsimazu do blog parceiro Nipponimes e à convite do Kyo estarei por aqui trazendo alguns crazy reviews para vocês. Alguns podem se lembrar dessa participação aqui!

Deixando as apresentações de lado, trago o review de um bom jogo de um anime que, se você não conhece, você não tem o direito de se dizer fã de cultura pop japonesa😛

Deixe a bondade com os rivais de lado, salve sua amada, tudo isso depois, agora é hora de explodir cabeças!

Em 199X, como resultado dos crescentes conflitos que afligiam o mundo, a Terra foi devastada por bombas nucleares. Os mares secaram, as terras tornaram-se inférteis… Quase todas as formas de vida foram extintas. Porém, a humanidade sobreviveu… Se é que se pode chamar isso de vida.

O mundo transformou-se. Após as bombas, uma nova era surgiu, onde a violência e o poder reinam. E nesse mundo caótico, Kenshiro, o único herdeiro de uma lendária arte marcial chamada Hokuto Shinken, é a última esperança da humanidade contra os tiranos e opressores.

Com esse henredo, temos uma das maiores histórias dos animes e um ícone do que deveria ser o personagem shonem verdadeiramente macho. Hokuto no Ken sempre rendeu muitos jogos, em vários estilos, desde simples jogos de lutas a jogos de lutas fantásticos, beat n’ up épico (Hokuto Musou), até jogos estilo maquina caça niqueis. Este jogo para Game Boy é mais um fighting game.

Gráficos

Já vimos de tudo em 8 bits (caso você tenha vivido a época dos derivados do Nintendinho) e sabemos que, um jogo pode ter belos gráficos com esse limite. Apesar de ser portátil, o game Boy (Classic) tinha belos jogos visualmente falando e esse, não fica longe deles. O jogo é simples e o estilo escolhido, é o que reina até hoje nos jogos de lutas do “Jesus de sombrancelhas grossas” (como Hokuto no Ken de PS2, produzido pela mesma empresa do Guilty Gear).

Personagens grandes, cenários simples e bem desenhado, lembrando bem o que vêmos no anime.

Jogabilidade

Acredite, os duelos do anime foram recriados fielmente até o limite possível. Pulos alá Marvel vs Capcom, choque de voadoras como a de Kenshiro e Shin, golpes rápidos e etc.

Com o direcional, você tem o controle do personagem indo pra frente, trás, abaixar e pular e principalmente pular alto. Nesses pulos, você pode metralhar o botão de chute que a cena é legal. Os botões A e B são soco e chute respectivamente. Segurando o botão B, você tem o ataque ‘secreto’ do persoangem.

Temos ao todo 11 personagens: Kenshiro, Heart, Shin, Jagi, Uygur, Souther, Raoh, Falco, Han, Hyou e Kaioh.

Som

Infelizmente não temos uma versão 8 Bits de Ai wou Torimodose mas, as músicas são agradáveis. Música para os cénarios e música para a vitória marcam o jogo.

Replay

O jogo é simples mas viciante e, o fato de termos 11 personagens, certamente o fará jogar mais vezes para ver do que os outros 10 são capazes em suas mãos. Sim, os outros 10 pois é fato que Kenshiro será a primeira escolha em 99,9% dos casos.

Nota: 7,7/10

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