Cowboy Bebop, Saint Seiya e Hokuto no Ken


Vamos ser sinceros: essa foi a semana temática mais fraca do Blog, que de certa forma reflete meu estado de espírito, to meio desanimado, mas espero que isso passe e LOGO!

Pois bem, hoje teremos TRÊS MICRO REVIEWS, então vamos logo com isso!

Cowboy Bebop:
Produtora e Desenvolvimento: Bandai
Plataforma: Playstation
Gênero: Rail Shooter
Jogadores: 1

A primeira micro-review do último dia da semana temática é sobre um jogo baseado no excelente anime do estúdio Sunrise, Cowboy Bebop.
Pois bem, sem ficar no grosso do assunto, Spike Siegel é um caçador de recompensas com um passado obscuro, e juntamente com Faye Valentine, Jet Black e Ed, passa por poucas e boas pra conseguir os trocados do mês.
Resumo:
Um Rail Shooter no mesmo estilo de Star Fox e Panzer Dragoon, os comandos são bem simples de se aprender, se bem que não há muita explicação para isso. Um botão para atirar e outro pra um lock-on de mísseis, que pressionado com juntamente com o tiro, lança o míssel. Com os gatilhos laterais, é possível mudar a inclinação da nave, executando inclusive um Barrell Roll ao estilo Star Fox. Os gráficos do jogo são bem mais ou menos, a nave é bem legal, e os inimigos idem, mas os cenários não são uma beleza. Os efeitos de explosões e tiros são bonitos, mas os de cenários, como cachoeiras ou névoa são ruins de doer. A parte sonora é bacana, os dubladores fizeram sua parte muito bem, mas por preguiça da bandai, deixaram as falas, mas tiraram os textos. As músicas estão na média, nada ruins, mas nada de explêndido, como na trilha do anime.
É apenas um no meio de uma multidão de jogos de anime lançados para o PS1
.
Nota: 6,5/10
Saint Seiya: The Hades
Produtora: Atari Europe/Namco-Bandai
Desenvolvimento: Bandai-Namco Games
Plataforma: Playstation 2
Gênero: Luta
Jogadores: 1/2

Esse é um dos animes mais populares do Brasil, foi graças a ele que teve o BOOM de animes nos anos 90. Pois bem, o primeiro jogo (Saint Seiya: The Sanctuary) consegui render o suficiente pra ganhar uma sequência, e como a fase Inferno de Hades estava em produção, porque não alavancar um pouco as vendas?
Saint Seiya: The Hades, cobre o arcos do Santuário, até a batalha contra Minos. Controle os cavaleiro de ouro e bronze em batalhas épicas, ou quase isso.
Resumão:
Quebra-pau bonito, baseado em Saint Seiya, existem diversos modos, como o Story, que você segue a história da Saga de Hades, o Battle of 1000 days, que é o modo versus, além do modo galeria, survival e essas coisas todas. A jogabilidade, se você jogou o anterior, não mudou nada, botões de soco, chute. É a mesma coisa, com um pouco de prática você aprende. A dificuldade do jogo é mediana, porém levemente crescente nas últimas batalhas. Graficamente o jogo é fiel a série, tem algumas cutscenes bem bacanas e os modelos são fiéis aos personagens do anime. Os cenários são identicos aos da série, você reconhecerá o castelo de Pandora, os cenários do Inferno, é tudo bem feito, nem tanto, mas pelo menos transmite a sensação de estar em Saint Seiya. A maioria das músicas é meio meh, não gostei muito da trilha, e usaram como encerramento Soldier Dream. A dublagem está extremamente bem feita, os seiyuus usados foram os que assumiram os papéis na fase Inferno.
Um bom jogo de luta baseado em animes, apenas bom.
Nota: 7,5/10
Hokuto no Ken
Produtora: SEGA
Desenvolvimento: SEGA
Plataforma: Sega Mark III (Master System Japonês)
Gênero: Ação
Jogadores: 1/2

Ícone japonês dos anos 80 e símbolo da esquecida macheza otaku (Ou você acha que Lelouch tem cara de macho?) que se perdeu entre os anos 80 e a geração CLAMP, Hokuto no Ken é lembrado até hoje.
Um holocausto nos anos 90 acaba com a vida como a conhecíamos, a lei do mais forte impera e Kenshiro vai por todos os meios, acabar com seus inimigos por uma razão que eu esqueci no momento.
Resumão:
Já jogou Black Belt (Master System)? Pois é, é a versão ocidental de Hokuto no Ken (fizeram a mesma coisa com o jogo de Mega Drive), então você deve saber como a mecânica do jogo funciona, botão pra soco, um pra chute, direcional pula, estraçalhe inimigos, acabe com sub-bosses e quando chegar o mestre, muda para uma batalha mano a mano. A dificuldade é ligeramente maior que a de Black Belt, e com isso, você perderá alguns cabelos pra derrotar os bosses. Graficamente é bem diferente de Black Belt, o protagonista realmente lembra um lutador sério (e não o professor Girafales, como em Black Belt), os cenários lembram as terras devastadas do anime. Sonoramente a trilha é igual, aquele monte de chiptunes arrumadinhos legais que você já tinha ouvido. Pena q a SEGA não fez uma instrumental 8-bit de Ai wo torimodose.
Legal, mas nem tanto quanto poderia.
Nota: 7/10

Galeria de imagens quando o wordpress parar de bugar, ok?

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