Kamen Rider Agito (Playstation)


Hoje é o último dia da Semana Tokusatsu, então, antes de colocar o review do dia, vamos fazer um balanço da semana:

Foi realmente MUITO DIFÍCIL escrever sobre Tokusatsu aqui, por mais que eu conheça e goste, não tem tantos jogos quanto gostaríamos, e não pude resenhar muitos que eu gostaria de ter feito. Por outro lado, foi bacana conhecer jogos que realmente não havia ouvido falar, e consegui marcar uma entrevista com a NadiaSK (veja a galeria de Cutie Honey na aba Musas Retrô), só falta ela me enviar as respostas. E EU TO ESPERANDO ANSIOSO FEITO UMA GAROTINHA COLEGIAL POR ISSO!

Enfim, também houve uma quebra no recorde de acessos, embora eu não saiba a razão, foi legal ver isso!

Vamos com o review logo!

Kamen Rider AgitΩ
Plataforma: PS1
Ano: 2001
Gênero: Luta
Produtora: Bandai
Desenvolvedora: Bandai

O ano de 2000, de certa forma foi marcante para a franquia Kamen Rider, pois faziam 12 anos que não era produzida uma série (A última foi Kamen Rider Black RX, de 1988), foram produzidos entre esse tempo, alguns especiais (Shin: Prologue, ZO, J e World). Então, a franquia foi revivida com a série Kamen Rider Kuuga, cujo protagonista, Yuusuke Godai (Interpretado por Joe Odagiri) combatia os Grongi, uma raça que se mantinha selada, porém foi libertada após um acidente numa escavação arqueológica. Pois bem, como esse review não é sobre Kuuga, me limito a dizer isso sobre a série. Pois bem, Kuuga foi um sucesso (tanto comercialmente, quanto em audiência), e resolveram fazer séries Rider anualmente (antes eram em intervalos irregulares) e a seguinte a Kuuga foi Kamen Rider Agito. A série gera algumas controvérsias entre os fãs, pois uns a consideram sequência de Kuuga, outros não, pelo fato do sistema G3 ter sido feito para combater as Formas de Vida Não-Identificadas (Os Grongi, de Kuuga), que eram combatidas pelo Nº 4 (Como a polícia e os jornais chamavam o Kuuga). A série em si, traz o protagonista Shouichi Tsugami, que como Kamen Rider Agito, combate os Unknown. Outros dois Riders, o já citado antes G3, e o Rider Orgânico Gills, surgem durante a série, que foi ao ar entre Janeiro de 2001 e 2002. Mas bem, se quiser assistir a AgitO, tem 2 subs que completaram a série, o Projeto AgitO e o Perfect Zect Fansub, e não é necessariamente sobre isso que estamos falando, mas do jogo que foi baseado na série.

Pois bem, a Bandai adaptou a série para os videogames, num fighting game, cuja história é a mesma da série, e acho que não irei repetir o que já tinha dito sobre a história da série, então passemos ao próximo ítem da análise, a jogabilidade.

Dos três jogos de Kamen Rider da era Heisei (pós 2000) lançados para Playstation 1, Agito é o que conta com a melhor jogabilidade, simples e direta ao ponto. Conta com quatro botões, usados, um pra defesa, um pra ataque simples, um que se divide entre Finish Attack (com a condição de finalizar o oponente ativada) e golpe forte e um pra mudança de forma (esse só funciona quando pode mudar a forma, após uma ou duas lutas). Combinando a defesa com um botão, pode-se agarrar o oponente. A dificuldade do jogo não é elevada, com um pouco de paciência, e sabendo contra-atacar no momento certo, dá pra terminar o jogo tranquilamente com o AgitO, o que abre o segundo personagem, Gills, e sua jogabilidade truculenta, logo em seguida abrindo o terceiro personagem: G3X. Em suma, é um fighting game simples de se jogar, passemos ao próximo ítem: apresentação e gráficos.

A apresentação do jogo é uma versão poligonal da abertura da série, e entre as lutas, há uma pequena cut-scene, para situar o jogador em que parte da série ele está. Os gráficos, bem… Se lembrarmos que é um jogo de PS1, são até aceitáveis se levarmos em conta que o PS1 nunca foi um monstro em gráficos nem no seu auge. Os cenários dos combates são planos com um fundo pré-renderizado. Mas em geral os personagens estão bem modelados e semelhantes as suas versões live-action. Passemos ao último ítem da análise: Sons.

A trilha sonora de Kamen Rider AgitO é semelhante a da série homônima, a abertura do jogo é a mesma da série: “Kamen Rider AgitO”, interpretada por Shinichi Ishihara, e após conseguir ativar a condição de Finalizar o oponente, a música de fundo muda para o tema de batalha da série: “Believe Yourself”, interpretada por Naoto Fuuga. É um dos pontos fortes do jogo, pelo menos eu gosto bastante das músicas de AgitO.

Finalizando, Kamen Rider Agito não é a maior maravilha do mundo, nem inova em aspecto algum, mas é um fighting game decente e que agradará a fãs de Tokusatsu e possivelmente a não fãs de caras fantasiados espancando uns aos outros.

Nota: 8/10

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1 comentário

  1. Esse jogo é foda, voltei pro lado toku da força graças a ele.
    Única coisa que não entendo, é a/o chefe do jogo não aparecer na série o_o

    Responder

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