Kamen Rider (SNES)


Hoje, foi dia de pagamento, e com pagamento… COMPRAS! Por isso cheguei atrasado em casa!

Então, não deu tempo de gravar Kamen Rider Ryuki pra jogar no PS2 (a experiência é diferente do emulador, já que não tenho Joypad).

De qualquer jeito, vamos ainda assim de Kamen Rider, só que no SNES!

Kamen Rider

Produtora: Bandai

Desenvolvimento: Bandai

Plataforma: SNES

Gênero: Beat’em up

Jogadores: 1/2

Ah, Kamen Rider… Uma das franquias mais antigas do Tokusatsu, quase tão antiga quanto Ultraman e mais antiga do que os super sentais. Pois bem, em 1993 a Bandai criou um beat’em up inspirado no primeiro Kamen Rider, de 1971, sabe, aquele que tem o Segata Sanshiro como Kamen Rider. Sim, você não ouviu errado, o símbolo do Saturn em um console da Nintendo!

O Jogo

A Shocker (Que na mesma série vira Gel-Shocker, vira Destron em Kamen Rider V3 e evolui em Dai Shocker em Kamen Rider Decade), uma organização DO MAAAAAAAL, sequestrou Takeshi Hongo, mal sabendo que ele era Segata Sanshiro e o transformaram num soldado do MAAAL, como Hongo era Segata Sanshiro, um lutador da justiça, ele se revolta e passa 93 episódios espancando dublês com roupas de borracha… Se bem que na verdade são 53, pois Hiroshi Fujioka quebrou a perna no episódio 10, teve de ser substituído e voltou no 50. Pois bem, no jogo, Takeshi Hongo e Ichimonji Hayato (Cujo ator hoje em dia lembra o Tio Chico da Família Adams, mas isso é outra história) se prontificam a espancar pessoas em roupas ridículas, pois isso enerva o espírito.

Jogabilidade:

É um beat’em up clássico, só que a ação se dá em pequenos espaços fechados, que me fizeram lembrar de Dynamite Cop, e basicamente, vá de um ponto ao outro espancando soldados da Shocker, e quando a coisa apertar, aperte X para gritar: HENSHIN! e Se transforme em Kamen Rider para espancar os monstros com maior eficácia. A movimentação e o combate lembra muito o de Sailor Moon, com as mesmas falhas. O interessante, é que há um botão que faz automaticamente (quando transformado em Rider) um pequeno combo, e antes de iniciar o jogo, é possível customizar esse combo, o que conta positivamente em favor do jogo. A dificuldade é mediana, caso seja habilidoso, não terá grandes dificuldades em encará-lo.

Gráficos:

Cenários, protagonistas e inimigos estão fiéis e bem reproduzidos, a movimentação lembra a de Sailor Moon. A variação de cenários é legal, ora você está dentro de um prédio, ora em cima de um caminhão ou em um porto, como o mostrado ao lado. As vezes eu fico me matutando porque o PS2 só teve de jogo de ação relacionado a Kamen Rider o Seigi no Keifu, os outros eram Fighting Games. Tipo, a Bandai é preguiçosa pra caramba, viu? Esse game merecia um remake legal!

Sons:

As músicas e os efeitos sonoros, lembram a série, há o grito de HENSHIN (que salvo engano é a voz do Fujioka ou uma genérica) e as músicas são versões 16-bit de instrumentais da série, vez ou outra você vai cantarolar Let’s Go Rider Kick em algum momento! Sim, é bem legal!

Finalizando:

Kamen Rider poderia ter sido um jogo muito melhor, mas os cenários fechados e movimentação um pouco truncada, pesam contra a nota deste jogo, que se não fosse por estes detalhes, teria uma nota maior! Mas ainda assim vale a pena o tempo de jogatina porque é bem, bem divertido!

HENSHIN!

Nota: 8/10

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