Castlevania: Vampires Kiss (SNES)


Castlevania: Vampire’s Kiss
Produtora: Konami
Plataforma: SNES
Ano: 1995
Symphony of Night, é por muitos (eu não incluso) considerado o melhor Castlevania de todos os tempos. O meu por exemplo é o Chi no Rondo (PC-engine), o do André Breder do site Castlevania Legends é o III: Simon’s Quest (que também achei legal pra caramba, diga-se de passagem, é o meu terceiro favorito), meu segundo Castlevania favorito, é esse do qual você está lendo a resenha.
Primeiramente, eu conheci a versão européia do jogo alugando numa locadora. Tanto que no Japão e nos EUA, o jogo é conhecido pela alcunha de Dracula X, o que rende comparações injustas com o maravilhoso jogo do PC Engine. “capado”, “port porco” e “fraco” são adjetivos que já ouvi sobre o jogo em conversas… Mas será que o jogo é isso mesmo que dizem?
História:

Richter, partindo pra fazer justiça na base do chicote!

Lembra um pouco a versão do PC-Engine. Richter Belmont, descendente da lendária família Belmont, que há 300 jogos chuta a bunda de Drácula com louvor, precisa resgatar a sua namorada, Annet e a irmã dela, Maria Renard que foram sequestradas pelo rei dos Vampiros de verdade (não aquelas bibas de Crepúsculo). Basicamente é isso, e o jogo tem 4 finais possíveis (apenas um bom, tendo também um ruim e dois meio termo).
Jogabilidade:

Ao invés da movimentação fluída (e rápida demais pro meu gosto) de Super Castlevania IV, temos a movimentação um pouco mais travada dos Castlevanias anteriores do NES, mas com um pouco mais de fluidez nos comandos e na movimentação. Assim como em Super Castlevania IV, temos 3 botões de ação, um pro chicote, um para o pulo e aqui sai o botão para o ítem (que ao meu ver, ficou inútil), o ítem retornou para o comando Cima + Ataque, e entra o botão Item Crash, que é uma espécie de especial do Item em questão, pode ser uma saraivada de machados, uma chuva de agua-benta, ou um escudo de proteção que me ajudou a derrotar a segunda forma do Drácula. E além disso, temos um outro movimento, que se não me engano é executado com 2x botão de pulo, que seria uma esquiva pra trás, mas que não me serviu de porra nenhuma enquanto jogava.
Gráficos:

Saaaaaaaai Capeta!

O SNES já estava com os dias contados (O então Ultra 64 estava pra ser lançado no ano seguinte sob a alcunha de Nintendo SIXTY-FOUR, OH MY GOOOOOOOD!), mas mesmo assim ainda saiam excelentes jogos para ele, com gráficos muito competentes. Os cenários são bem construídos e os sprites bem definidos. O demérito fica por conta das artes usadas nas cutscenes de encerramento, que são muito fracas (não sei se é porque não fiz o final bom).
Sons:

Seria chover no molhado elogiar o time de compositores da Konami. Sério, o tema da primeira fase é um dos meus favoritos no conceito de Game Music. O jogo conta com excelentes efeitos sonoros e músicas de arrepiar, considerando que estamos falando de um console 16 bits, que não possui tanta capacidade sonora quanto outros consoles da mesma época que usavam CD (o periférico SEGA-CD, o Pc-Engine CD-ROM, o 3DO, o Saturn e o Playstation One).
Concluindo:

Uns acham que Dracula X/Vampire Kiss é um port fraco do jogo do PC Engine, mas se comparar ambos lado a lado, eles só compartilham a mesma história, pois são fases e cenários totalmente diferentes, então ao invés de o comparar com Chi no Rondo, veja-o como um game do SNES e verá o quão legal ele é.
Nota: 9/10
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