Drakengard 2 (PS2)


Acordei de bom humor e decidi fazer um novo review…

Mentira! Esse review já tinha sido feito pra um fórum, e estou o repostando aqui!

Resumo:
Este jogo é a sequência de Drakengard, jogo produzido pela cavia, em parceria com a Square-Enix no ano de 2003. É um RPG de ação, que conta com momentos de combate aéreo, que lembram muito o clássico do Sega Saturn Panzer Dragoon.


História:
Os Eventos de Drakengard 2 se passam 18 anos após o primeiro jogo, o protagonista Nowe, acaba de se juntar aos Cavaleiros do Selo (Knights of The Seal, organização que protege os selos que evitam o fim do mundo) e é lhe dada uma missão simples, alguns monstros estão atacando um Distrito (locais aonde ficam os selos), ele e sua amiga de infância Éris se encaminham. E quando Nowe descobre sobre como os selos são mantidos, a história de verdade começa. Uma trama relativamente simples, mas com muitas reviravoltas.


Jogabilidade:
A princípio, para quem está acostumado a Action-RPG’s velozes como .hack// e Kingdom Hearts, ou mesmo Zelda, Drakengard 2 parece meio lento, com o tempo você acostuma. Os comandos são simples,  para o corte horizontal,  para o corte vertical (um pouco mais lento, mas é bom para afastar alguns inimigos chatos), O para magia (A magia varia de acordo com a arma utilizada e a magia tem 4 níveis de força, depende do nível da arma) e X dá um salto simples, L1 esquiva para a esquerda, R1 esquiva para a direita e utilizando L1+R1, o personagem dá uma esquiva inútil para trás (palavra de quem já jogou), R2 defende (bom para usar o comando de parry, que consiste em, defendendo, apertar  na exata hora em que o oponente ataca, abrindo a guarda para um contra ataque). O esquema de aquisição de armas melhorou em relação ao primeiro game, ao passo em que o número de armas diminuiu (65 para 60). As armas são divididas em cinco categorias: Espadas, espadas longas, machados, cajados e lanças, que são distribuidas pelos personagens:

Nowe: Usa espadas e espadas longas (bom em luta contra cavaleiros, ruim contra magos)
Urick: Utiliza machados (e foices que estão na categoria machado) (Bom contra mortos-vivos, e seres gigantes)
Manah: Utiliza cajados. (bom contra magos e ruim contra cavaleiros)
Eris: Usa lanças para praticar espancamento de inimigos (boa contra mortos-vivos)

O esquema de armas/uso de ítens é interessante, antes de cada missão, você escolhe que armas irá levar numa roda de armas, num comando no menu (L2), você pode trocar de arma e personagem (trocando por exemplo para uma lança de Eris, você jogará com Eris), possibilitando estratégias numa batalha contra inimigos variados.


Em alguns trechos, jogando com Nowe, é possível montar em Legna (O Dragão que criou Nowe como um filho) apertando select e aí o combate fica até desleal, é possível exterminar legiões de inimigos. A jogabilidade mistura o rpg com um pouco de Panzer Dragoon. Os comandos são  para tiro simples, deixe pressionado ao passar a mira por um inimigo e a mira irá marcá-lo para um teleguiado, o alcance chega a oito marcas dependendo do nível de Legna. O serve para algo que eu não notei muito bem, o O é a magia que é dependente do MP de Nowe, o Xacelera o Legna, L1 esquiva para a esquerda, R1 esquiva para a direita e utilizando L1+R1, Legna dará meia volta, recurso muito útil em algumas batalhas.


Alguns estágios (momentos de transição entre um estágio e outro) são jogáveis apenas com Legna, aí é impossível não lembrar de Panzer Dragoon, os comandos não mudam, apenas uma variação na magia, que se transforma no botão dos power ups (tiros de fogo [ 9 ], água [ 99 ], trovão [ 3 ], laser [ 1 ] ou escudo [ 1 ].

Em determinados momentos, há pequenos puzzles para resolver, nada de muito difícil, os puzzles mais difíceis estão nas partes iniciais do jogo, depois a produtora ficou preguiçosa e os puzzles praticamente somem.


Gráficos:
Os gráficos ingame me lembram muito os de Sengoku Basara, da Capcom, não é nada que encha seus olhos, mas também não é de se jogar fora. As cut-scenes em CG são lindas, como qualquer trabalho da Square-Enix, embora sejam um tanto curtas e esparsas ao longo do jogo (cerca de oito, não chegando a 10 minutos de cenas). Baseando-se no fato de que é um jogo de 2005, tá na média.

Sons:
Eis o calcanhar de aquiles do jogo, a trilha sonora não é algo de se destacar, não é como aquela música marcante que você diz, AMAGADVOUCOLOCARNOMEUMP345678 (tá na hora de molhar o biscoito), os efeitos sonoros são até bons, mas a dublagem… Juro, eu tentei, tentei MESMO me convencer, mas a dublagem ocidental de Drakengard 2 é péssima, tá, não chega ao nível de KOF 2006 ou Soul Calibur 3 (piores dublagens ocidentais que já ouvi – Tá, eu ainda não ouvi a infame dublagem do Kamen Rider ZO do Sega CD), mas ainda assim é ruim. Um ou outro momento de boa atuação seguidas de toneladas de textos com vozes inexpressivas.

Finalizando:
Analizando-se os prós e contras, Drakengard 2 é um jogo muito bom, com algumas falhas é claro, mas que tem uma história bacana e com reviravolta em cima de reviravolta.

E uma curiosidade: Sabe porque peguei o jogo? Vi o logo da Square-Enix na capa. Prontofalei.

Nota: 8/10

Deixe um comentário

1 comentário

  1. david

     /  2012/04/13

    Uns dos melhores jogos perdendo para FF12(final fantasy 12),um jogo de boa jogabilidade,o desenrolar eh mt bm.Só não gostei da cenas q tem aquela tonelada de palavras.mas dublagem nao eh tao mal,claro.que tem alguns erros forte.Mas em geral eh um jogo bm p qm gosta de rpg

    Responder

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s