Top 10: Coadjuvantes de RPG


Primeiramente, este top apesar de listar 10 personagens coadjuvantes de RPG, não trará por posições, porque esse é um critério pessoal de cada um, e como o blog é meu e sou eu que mando, ah… A quem estou enganando, ninguém comenta no blog mesmo, então paremos de enrolar e vamos agora com 10 coadjuvantes bacanas de RPG. Aqueles que estão do lado do herói, mas não estampam a capa do jogo ou não estão no centro dela se estão do lado do protagonista.

10) Yosuke – Shin Megami Tensei: Persona 4

Persona 4 é sem sombra de dúvida, um dos melhores RPG’s de todos os tempos. Não sei se é o melhor, mas ainda to procurando. Mas enfim, entre o elenco totalmente carismático, resolvi escolher o Yosuke. Primeiro, ele é um tremendo atrapalhado e usado como alívio cômico do grupo. Apesar de bem intencionado, muitas vezes é ele que acaba digamos… Nada bem, como por exemplo, caindo da bicicleta, ou levando um golpe bem lá… Digo, pra uma pessoa levar um golpe no saco de uma amiga e não romper os laços de amizade, tem que ser bem amigo mesmo, porque pra um homem, o saco é a parte mais sensível do corpo. Ah, sim, e seu Persona é o Jiraya. Sim, ele pode dizer depois de uma bebedeira que estava virado no Jiraya e todos terão que concordar com ele. Tá, eu não disse muito, mas você sabia que ele é dublado nos EUA pelo Sasuke? Sim, aquele emo viado… Ok, mals por falar de Naruto nesse texto. P.s: A Arte de Yosuke que ilustra a matéria é do jogo Persona: Ultimate in Mayonaka Arena, jogo de luta feito em parceria entre a Atlus e a Arc System Works (curiosamente a Atlus foi quem distribuiu o primeiro Guilty Gear de PS1)

9) Joshua – The World Ends With You

Um spoiler pra quem ainda não jogou The Worlds End With You ou só jogou a introdução do jogo e ficou perdido com a jogabilidade, vamos lá. A MAIORIA do elenco está MORTA e o jogo se trata de um game que decide qual delas irá retornar ao mundo dos vivos. Joshua é uma das poucas exceções e entra no jogo vivo. Sempre irritante e com ar de quem sabe das coisas, é uma incógnita para Neku e este tem suas razões para desconfiar dele. Tanto que em lembranças dos momentos pré morte de Neku, Joshua parece ser o assassino de Neku, já que a última lembrança deste antes de acordar na Shibuya do jogo, é a de Joshua apontando um revolver para ele. A questão é, Joshua estava perseguindo outra pessoa, que esta sim seria o assassino de Neku, e Joshua se juntou ao ‘Fones’ (apelido dado a Neku por alguns NPC’s) por simpatizar com o garoto e acaba fazendo um gesto muito nobre ao se sacrificar na luta contra o Game Master da segunda semana. Detalhe é que ele estava vivo antes de se sacrificar, ou seja… Isso lhe garantiu uma vaga aqui no TOP 10 e eu não quero fazer spoiler demais.

8) Alkhaid – .hack//G.U.

Alkhaid é coadjuvante mais ativa no segundo jogo da série G.U., mas apareceu no primeiro como uma adversária. Sempre esquentadinha, desdenhou de Haseo e seus amigos, até confrontar com ele no torneio e perder (por conta da habilidade de Haseo de invocar um avatar ) e por conta disso, o acusou sempre que encontrava ele por trapaça. Nos eventos do segundo jogo, Alkhaid acaba por se juntar a Haseo e convive melhor com ele, estabelecendo laços de amizade e os dois lutam juntos no Holy Palace. Tal laço de amizade é mostrado quando Alkhaid é atacada por Bordeaux (que estava infectada pela AIDA) e Haseo a encontra pouco antes dela desaparecer (entrando em coma), mostra a preocupação de Haseo e a própria Alkhaid dizendo pra ele não ficar triste e não se preocupar. Mas quer saber? Só coloquei ela mesmo por ela ser ruiva! Isso mesmo, que se danem as convenções, Alkhaid aparece por aqui porque é ruiva.

7) Dante – Shin Megami Tensei 3: Nocturne

Devil May Cry é legal, e apesar do visual estranho do Dante no reboot feito pela Ninja Theory, o jogo parece melhor que nunca. Mas não falemos disso. A série Shin Megami Tensei é conhecida por sua controvérsia no enredo, você pode seguir o caminho do bem ou o do mal, sendo que tudo aqui é relativo, nada é preto ou branco, tem várias nuances e depende da interpretação. Mas bem, Shin Megami Tensei Nocturne (Lucifer’s Call na Europa) foi o primeiro da série principal a sair no ocidente (Os Persona 1 e 2 (apenas metade do 2) foram publicados no PS1, mas a série Persona é uma sub-série de Megaten). A Atlus é uma empresa com Bolas do tamanho de um touro, afinal, que empresa permitiria você ir até o inferno, chutar a bunda do Dante e recrutá-lo pro seu grupo pra poder Chutar a Bunda de DEUS TODO PODEROSO? É o que eu digo… BOLAS! E o visual do Dante dos quatro primeiros jogos ficou bem legal em SMT, e por isso ele está aqui.

6) Elh – Solatorobo: Red The Hunter

Solatorobo é um ótimo RPG de ação. Apesar de forçar o grinding em algumas situações, a trama é boa e quando se vê, você gastou 15 horas fazendo as duas metades do jogo. O elenco contém personagens carismáticos, destaco aqui a “parceira” do Herói. Red encontra Elh no prólogo, em uma situação de perigo e acaba salvando ela. Logo em seguida, Elh acaba o contratando para fazer um serviço, e aos poucos a amizade entre os dois cresce e isso abala um pouco a própria Elh, por razões que ela esconde (e que não vou contar pra não fazer mais spoilers), mas o fato é que com a convivência, Elh percebe o coração de ouro de Red, e o elo entre os dois é grande a ponto dela conseguir parar ele em um trecho decisivo do jogo. E não, Elh não é uma personagem jogável no modo principal.

5) N – Pokémon Black/White Versions

Pokémon Black/White foi o primeiro da franquia a obter um 40/40 da Famitsu, ele possui coisas familiares aos fãs da franquia, mas inovando um bocado, além de criar todo um pano de fundo interessante e enredo ao menos mais profundo que os outros jogos. Tipo, ele não foge do básico “Blah-d-Blah, quero çer um mestre poquemão”, mas tem histórias paralelas e motivações bastante interessantes. Entre os personagens que conhecemos, está N, um jovem que a princípio parece ser somente um rival aleatório, que tem a habilidade de falar com os Pokémons. O problema é que ele se revela um dos líderes do Team Plasma, e aí é aquela relação em que ele tem um objetivo nobre, mas aquele por trás da criação de N, não tem e toda a construção do personagem é bem feita, e ele acaba indo embora após o protagonista derrotar Ghetsis. Ok, N é bem clichê “vilão enganado/arrependido”, mas diabos, pelo menos ele surra o líder da E4 sem esforço e isso garante altos níveis de RESPECT!

4) Vincent Valentine – Final Fantasy VII

Confesso aqui que nunca joguei nenhum dos Final Fantasies do PS1. “MAIXX PURQUE QUE O VINCENT TÁ AQUI? FOCE É UMA BICHA CHOCOLATANTE, VAI SE FUDÊ, VIVA O FELIPE NETO!” Primeiramente, vá se foder se você pensou nessa frase aí de xingamento, seu lazarento. Vá enfiar sua cabeça num balde de gordura quente pra ver se eu me incomodo. Aos 98% dos meus leitores sãos que não se chocaram com tal notícia, vamos aí ao porque de Vincent estar na lista. Não é por conta de sua personalidade, mas sim pelo fato de que ele é um personagem opcional do jogo (Assim como a gostosinha da Yuffie), e do fato de que ele não foi criado pra ser jogável, mas acabou sendo jogável. E conseguiu se popularizar, a ponto de protagonizar um jogo próprio. (O bom, apenas bom shooter Dirge of Cerberus, que estarei comprando mês que vem). E não, não falo da personalidade dele, se um cara que nem era pra ser jogável, ganhou um jogo próprio, isso quer dizer apenas: BOLAS! O Cara tem BOLAS PRA ISSO! Aliás, Vincent é tão foda que a Square usou o vestuário dele pra colocar no Cloud em Kingdom Hearts porque as roupas de Cloud são bichas demais. É o que eu digo: BOLAS!

3) Urick – Drakengard 2

A continuação de Drakengard tinha um elenco mediano, não que fossem maus personagens, mas vejamos. Temos Nowe, o protagonista que foi criado pela PORRA DE UM DRAGÃO, que mais pra frente é revelado que é o PAI DE NOWE. E antes que sua cabeça frite, saiba que o jogo é da Square, logo sabemos o que os caras fumam. Enfim, temos Eris, amiga de infancia de Nowe e que aparentemente gostaria de agasalhar o croquete de Nowe. Temos Manah, uma das antagonistas do jogo anterior que atormentada por seus erros busca redenção, e é ela em quem Nowe quer espirrar maionese na esfirra, mas é claro que isso não é abertamente. E temos Urick. Em primeiro lugar, ele tem nome de integrante de banda nordica de Death, Black ou Power Metal, deixo você escolher a variante. Segundo, ele usa foices como armas, terceiro, ele forjou um pacto com a MORTE, QUE O TORNOU IMORTAL. (De fato, você pode apanhar jogando com Urick, que sua energia retornará aos poucos) e pra finalizar, ele mesmo destrói o selo que o mantém imortal na batalha contra Cain (protagonista de Drakengard), matando a si mesmo. É o que eu digo, se for pra morrer, que leve um filho da puta mudo junto com você. Só quem jogou Drakengard vai entender essa piada.

2) Sain – Fire Emblem: Rekka no Ken (Fire Emblem nos EUA)

Fire Emblem é uma série de grande importância nos RPG’s estratégicos, nela quando os aliados batem as botas, eles vão mesmo, não tem volta. E também adotou um esquema de Jan-Ken-Po em suas batalhas. Mas isso tudo é desculpa esfarrapada minha pra vos introduzir Sain. Sain é um cara amaldiçoado, de acordo com ele mesmo. Sua maldição? Segundo suas próprias palavras, sua maldição é ser atraído pelas mulheres. Entre um combate e outro da história, sempre que vê um rabo de saia, está lá ele fazendo-nos rir com suas cantadas, com coisas do tipo: “Posso ter o prazer de saber o seu nome, ou melhor ainda, de ter a sua companhia?”. E apesar de ser um mulherengo (Eu não vou desistir! Isso é todas as garotas lindas que eu ainda vou conhecer!), seu pedreirismo não se direciona a Lyndis. De fato, percebendo que seu melhor amigo Kent gosta de verdade da garota, ele o encoraja a demonstrar seus sentimentos, o que mostra que mesmo o mais pedreiro de nós tem seu lado camarada. Sério, queria eu ter um amigo assim. De fato, este artigo está me encorajando a tentar terminar algum Fire Emblem.

1) Kain Highwind – Final Fantasy IV

O Comandante Kain Highwind é amigo de infância de Cecil Harvey e Rosa Farron, e um sujeito sarcástico por natureza, embora seja calmo. Apesar de ser amigo de infância de Cecil, os dois nutriam uma certa rivalidade e embora Cecil não soubesse, nutriam a paixão pela mesma mulher (Rosa). Após ser possuído por Golbez, sua personalidade muda para algo mais frio. Depois de ser salvo por seus companheiros, Cecil perdoa o amigo, e Kain se engaja em consertar os erros que cometeu quando estava possuído por Golbez, fato este que continua em FF IV: After Years, com Kain confrontando seu lado Negro (e tomando uma sova no processo, retribuindo a surra mais tarde). E… É isso, eu tinha que colocar alguém de FF IV sem ser o protagonista, então é o Kain que está aqui. E sim, FF IV é meu segundo RPG favorito, o primeiro é Persona 4.

E é isso, não vou fazer menções honrosas porque estou escrevendo este artigo há quase uma semana e estou exausto, mas muitos personagens bacanas ficaram de fora e também não são muitos RPG’s a ficar por muito tempo nas minhas mãos, sou um tremendo azarado com este gênero de jogo (vide minhas más experiências com FF IV, Zelda Spirit Tracks, Final Fantasy X (envolvendo suco de laranja) e por aí vamos. Espero que tenham gostado.

Rejeitados: Games que não viram a luz do dia (Parte 2)


Após uma primeira matéria bem sucedida (Graças ao Gagá, tivemos boas visualizações), vamos com novos games que se estivéssemos numa outra realidade, eles estariam rodando em nossos consoles e emuladores e no Dingoo. Mas antes de mais nada, uma errata sobre a matéria anterior: “Existe ao menos UMA imagem do cancelado Final Fantasy IV de Nes”. Então vamos nos debulhar (em lágrimas) novamente, agora separando os jogos por plataforma:

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Top 3 Nostalgia – Parte 3: SNES


Semana passada tivemos o top 3 do Mega Drive, contando com a nata do Mega Drive (opiniões particulares a parte, acho que os três citados por mim, são realmente os melhores jogos do Mega). E você confere aqui os supracitados no artigo anterior.
*Sonic 3 (Sega, Plataforma)
*Castle of Illusion: Starring Mickey Mouse (Sega, Plataforma)
*Gunstar Heroes (Sega/Treasure, Run ‘n Gun/Plataforma)
Vamos agora a minha história com o SNES, eu já era um menino serelepe com meu amado Meguinha, e um clone do Atari (meu clone do nes já era) e já havia tido uma falha tentativa de comprar um SNES devido a problemas no crédito de meu pai (isso foi anos antes de ganharmos um processo contra o carrefour). Eis que numa ida ao Ponto Frio (loja que a minha família era cliente há anos), conseguimos um Super Nintendo. Ah, a emoção, os cartuchos alugados e horas e horas de jogatina de Mortal Kombat 3, ISS Deluxe, Super Mario World, Art of Fighting 2 (esse era ruim de alugar). Pois bem, levei um tempo para comprar meu primeiro cartucho, mas vamos a lista da semana, que contém… Sei lá, ainda nem pensei nos jogos de hoje!

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Dose dupla de Macross – NES & SNES


Hoje, iremos, no antepenúltimo dia da semana temática, com dois microreviews dedicados a uma das séries mais aclamadas do Japão, falo é claro, de Macross.

São dois jogos, ambos shmup’s e vamos nessa porque eu to sem saco hoje!

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Mighty Morphin Power Rangers: The Movie (Snes)


Wow! Primeiro vamos a nova do dia: eu acho que estou apaixonado por alguém.

Semana que vem, após o Anime Wings, teremos a revelação do tema da terceira semana temática, então o Cyber Woo vai poder tirar uma folga daqui.

Agora, vamos retornar a infância, aos tempos da TV colosso e afim, com Go Go Power Rangers! Sim, o review de hoje é de Mighty Morphin Power Rangers: The Movie!

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Kamen Rider (SNES)


Hoje, foi dia de pagamento, e com pagamento… COMPRAS! Por isso cheguei atrasado em casa!

Então, não deu tempo de gravar Kamen Rider Ryuki pra jogar no PS2 (a experiência é diferente do emulador, já que não tenho Joypad).

De qualquer jeito, vamos ainda assim de Kamen Rider, só que no SNES!

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New Mobile Report Gundam Wing: Endless Duel (SNES)


Hoje, teremos uma resenha de um jogo que se você não jogou, com certeza jogou um muito parecido. É mais um da categoria jogos de anime, mas esse daqui é show de bola, com vocês:

Shin Kidou Senki Gundam Wing: Endless Duel

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Bishoujo Senshi Sailor Moon (Mega Drive)


Bishoujo Senshi Sailor Moon

Produtora: Angel (Versão Original), Ma-Ba (Adaptação Mega Drive)

Desenvolvedora: Ma-Ba

Gênero: Beat’em up

Jogadores: 1

Plataforma: Mega Drive

Esse é o penúltimo dia da semana Temática do Blog, em agosto teremos outra semana assim, pois bem, eu iria hoje falar dos jogos do Game Boy, que de acordo com a wikipédia, eram sidescroller como o de Game Gear que vocês viram ontem. Só que bem… Eles são muito difíceis de se jogar e de se entender, resumindo: são abomináveis. Então hoje falarei de um jogo que vocês leram no início da semana, só que a adptação para Mega Drive.

Bishoujo Senshi Sailor Moon, em sua versão Mega Drive, let’s go!

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Bishoujo Senshi Sailor Moon (Snes)


Bishoujo Senshi Sailor Moon (Pretty Guardian Sailor Moon)

Produtora: Angel (Japão)/Bandai (França)

Desenvolvedora: Angel

Jogadores: 1/2

Gênero: Beat em up

Plataforma: SNES

Vamos abrir a nossa Semana Temática Sailor Moon com o primeiro jogo lançado para o SNES, chamado apenas de Bishoujo Senshi Sailor Moon. E sim, essa semana teremos post TODOS os dias, com conteúdo das Guerreiras Lunares.  Deixemos de conversa e vamos ao ponto:

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Semana Temática Sailor Moon


Pretty Guardian Sailor Moon

Primeiramente, não sei o que deu em mim para fazer isso, mas enfim, essa é a primeira semana temática do Blog do Kyo (como já temos modestas 400 e alguma coisa visitas, posso me dar ao luxo de fazer isso :p ), que será de Sailor Moon, ou seja, o nosso “Musas Retrô” e os dois reviews da semana serão de Sailor Moon e se deus quiser, no sábado sai o review do jogo de PS1 que irei baixar.  Então, até lá marujos!

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