Super Street Fighter II Turbo Revival


Todos amam Street Fighter. Não adianta, não negue isso. Mesmo que com um controle duro feito tijolo e a falta de um sistema decente de colisão, Street Fighter fez sucesso o suficiente para garantir uma sequência, que de acordo com a Capcom tinha que ser grande, colorida e barulhenta. E assim surgiu Street Fighter II: The World Warrior, que logo ganhou novas versões (Champion Edition e Turbo) e ganhou uma expansão com mais personagens, cenários reformulados e mais potência, assim surgiu Super Street Fighter II, que fez milagre no Mega e no SNES, e depois mais uma versão, a definitiva, Super Street 2 Turbo (pelo menos até o Hyper Street Fighter 2 no PS2 e Xbox e a Super Street 2 Turbo HD Remix). E como a Capcom faz suas franquias aparecerem no maior número de consoles possíveis; não tardou em Street Fighter aparecer no pequeno notável da Nintendo, o Game Boy Advance. E com novas adições, será que o jogo justifica o título de Turbo Revival? É o que veremos na análise de Super Street Fighter 2 Turbo Revival.

 

Super Street Fighter II Turbo Revival

Produtora: Capcom/Ubisoft

Plataforma: Game Boy Advance

Gênero: Luta.
Super Street Fighter 2 nada mais é do que a repaginação do Street Fighter 2, com novos lutadores, reformulação em alguns cenários. A versão Turbo, veio acrescentando a possibilidade de se lutar contra o personagem secreto Akuma. Super Street Fighter 2 Turbo Revival é a versão portátil, que traz novas adições e tenta tornar o jogo melhor. Além dos novos cenários, alguns eventos do jogo foram alterados para se conectarem com os da série Alpha.

A decisão da Capcom em relação aos botões foi errônea (mas não pior q a da Crawfish em SfA 3), ao invés de deixar apenas botão fraco e forte, deixaram os botões fraco, médio e forte… Mas se o Game Boy Advance só tem 4 botões, fica meio impossível, então. Um dos botões terá que ser pressionado e segurado por um certo tempo,o que atrapalha a jogatina, a não ser que você dê preferência a ficar só no soco forte e chute forte, vai levar um tempo tempo pra se acostumar com isso. Também foram diminuidos os números de confrontos, de 12 para 10 e eliminaram um dos bonus stages (o dos latões). Novos modos, como o Survival e o Time Attack foram adicionados, e são liberados após algumas lutas. As lutas dão pontos de vs e eles são usados pra desbloquear esses modos extras.

Nesses modos extras são pequenos desafios, como cumprir as fases bonus, ou coisas insanas como derrotar 100 adversários num survival mode, vencer Akuma, lutar contra a dupla Ryu/Ken, derrotar os quatro mestres entre outras coisas.

A apresentação gráfica não tem o portento da versão Arcade ou da SNES (que era o Ryu se preparando para um Hadouken), mas a escolha de arte foi muito boa, e as artworks e portraits são excelentes. Os cenários estão fiéis aos do Arcade, e os novos são muito bem feitos, com destaque aos cenários do Ken, Ryu e Guile (com o Helicóptero descendo e subindo), os personagens estão bem feitos, mas há um “defeito” por assim dizer, coisa que aconteceu com alguns jogos de Game Boy Advance, o clareamento das cores. Percebe-se por exemplo que a Chun-Li e o Fei Long estão claros demais.

Sonoramente é competente, a trilha não decepciona, mas está aquém do que podia. As músicas da série Sonic Advance podem não ser memoráveis por exemplo, mas estão bem melhor executadas. As vozes são as mesmas, e graças a deus foi mantida a diferença de tom entre os hadoukens de Ken e Ryu, introduzido em Super Street, porém a Chun-li continua com aquele Kikouken fanho introduzido no original (sério, eu não engulo aquele Kikoken da Chun-li).

Finalizando, apesar de eu ter malhado os defeitos do jogo, Super Street Fighter 2 Turbo revival é uma experiência boa da série Street Fighter, longe do ideal, mas pelo menos não tem os problemas gráficos de Guilty Gear ou as falhas de Mortal Kombat.

Score: 79% Bom

Retro Especial: Nettou!! A SNK nos portáteis


Bem vindos, visitantes, esse é um daqueles especiais aleatórios que surgem na minha cabeça! Bem, na verdade ele estava planejado pra ser feito, mas eu não sabia como. Enfim, todo mundo sabe que nos anos 90, a Takara era responsável por parte dos ports de jogos do NeoGeo para as populares plataformas domésticas. O curioso é que em torno de 4, 5 anos ela criou uma série de versões portáteis de seus jogos de NeoGeo, para o Gameboy tijolão, e vamos a uma pequena análise da série Nettou.

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The King of Fighters 98 Ultimate Match (Playstation 2/Xbox Live Arcade)


Em 2004, A SNK-Playmore fez o primeiro remake da série KOF, para comemorar os 10 anos da série, e tivemos o bacana KOF ’94 Re-bout, e 4 anos depois para celebrar os 10 anos de seu mais bem sucedido jogo (embora uns prefiram a 97, eu por exemplo prefiro a 96, mas a preferência é pelo KOF 98), a empresa resolveu lançar um remake do Dream Match The King of Fighters ’98, trocando o subtítulo Slugfest pelo Ultimate Match e com novas perfumarias e personagens.

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Fatal Fury Special (SNES)


Em 1991, para combater a Capcom e seu portentoso Street Fighter II: World Warrior (Não percam a Game Senior #10 com os 20 anos desse clássico), um dos produtores do primeiro jogo, agora na SNK, produziu o clássico Fatal Fury: King of Fighters, para os Arcades e logo depois convertido para o caro NeoGeo. Fatal Fury guarda muitas semelhanças com o primeiro Street Fighter, começando por se caracterizar em um torneio de lutas, e pelos poucos lutadores disponíveis para se jogar e os bonus. Mas, se destacava por possuir dois planos de luta em algumas batalhas, uma história mais profunda que a do primeiro SF (Que era só um torneio), já aqui, conta a história dos irmãos Bogard (Terry e Andy), que juntamente com o lutador de Muay-Thai Joe Higashi, partem em busca de vingança contra Geese Howard, que assassinara o pai adotivo de Terry e Andy (Jeff Bogard). Apesar de ser bonito para a época, tinha falhas, e a jogabilidade não era das melhores, os golpes as vezes não saiam e pra vencer, tinhamos que apelar para socos e chutes normais. Houveram ports para Mega Drive e SNES, e ficaram… Prefiro não comentar, ainda tenho traumas.

No ano seguinte, em 92, a SNK aprimorou tudo, com Fatal Fury 2: A New Legend. (subtítulo da versão japonesa), que melhorou todos os aspectos bons e deu uma gama maior de personagens carismáticos e belos (Mai Shiranui fez seu debut) e alguns esquecíveis (de onde veio a idéia para Cheng Sinzan?). Os ports para Mega e SNES foram muito bons, em especial o de SNES, que mostrava a pontuação. E no ano seguinte, enquanto preparava o excelente Fatal Fury 3: Road to The Victory, a SNK Lançou uma expansão de Fatal Fury 2. Abrigando o rol de lutadores dos dois primeiros jogos, excluindo alguns do primeiro, atualizando os sprites dos lutadores que retornam (como tung-fu rue, billy kane e geese) e adicionando mais um lutador secreto: Ryo Sakazaki, da série Art of Fighting, cujas condições para lutar contra ele eram insanas (simplesmente não perca NENHUM round) e mediante a códigos, podia-se liberar. Em 94, a Takara, responsável pelos ports domésticos de jogos da SNK, lança para diversas plataformas, a versão caseira de Fatal Fury especial, e é ela que será resenhada hoje!

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Prepare to fight!


Após a longa ressaca de fim de ano, acá está o primeiro review de game do ano. Demorou e por isso, vou começar com um jogo que teria o review no ano passado, mas coisas da vida aconteceram e eu não tinha animo para escrever e ainda mais um jogo que “brinca com a morte”.

Introduções a parte, para o pessoal da minha época lembra de quando chegamos nas casa de fliperama/bar e vimos o que queria ser o concorrente do Street Fighter, depois do King of Fighters, com aquela violência tão real. Com gráficos “reais” e pura sanguinolencia, chegava o jogo chamado Mortal Kombat. Com orçamento precário, muita coisa foi improvisada com os panos sendo mascara para os ninjas por exemplo.

Não irei falar desse clássico, mas sim do último Mortal Kombat “real” até a chegada do próximo Mortal Kombat xerox de Super Street Fighter IV, Mortal Kombat Armageddon [PS2]. Lançado em 9 de Outubro de 2006, MKA chega como uma compilação (similar ao Mortal Kombat Trilogy, lembra? Não? Então Now Loading sua memória …)

Sua op resume a história: Com os guerreiros ficando fortes demais para serem manipulados, os Elder Gods enviam um guardião para absorver os kombatentes sedentos por sangue. Surge uma enorme cratera em Edenia e sem muito alarde, surge uma enorme pirâmide do solo e envolta de muito fogo. No topo encontra-se Blaze, e os heróis e vilões partem para a escalada derradeira …

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Fate/Unlimited Codes (Playstation 2/Playstation Portable)


Primeiramente, *assopra* deixa eu tirar a poeira do Blog, porque faz um bom tempo que não atualizo. Essas últimas semanas foram de uma imensa, porém positiva reviravolta na minha vida pessoal. Como grandes novidades, o New Old Players vai entrar em Hiatus , devido a promoção do Cyber Woo no emprego dele, e eu passei a escrever como colunista retrô do site Gamers Invaders já tem quase um mês. E estou arranjando a quinta entrevista do Blog. Wow!

Acredite ou não, o jogo de hoje carrega uma grande ironia. A Franquia Fate começou como uma eroge novel, ganhou um jogo Doujin de luta. Como lá no Japão, os Doujins não interferem negativamente nas séries, a vida seguiu até Fate ganhar um anime (em 2006) (é claro, que como Kanon e Air, perdeu seu conteúdo erótico na transcrição pra Anime) e em meados de 2007, Fate/Stay Night era popular a ponto de ter mais material de merchandising que séries mainstream como Naruto e Bleach, por exemplo. Em 2008, a Capcom resolve produzir um jogo de Luta baseado em Fate/Stay Night, e para isso, chamou o estúdio Eighting, um dos dissidentes da antiga Toaplan (já falei diversas vezes sobre ela, quando citei o Gazelle e o Cave aqui no Blog). E bem, daí surgiu o jogo de Hoje, Fate/Unlimited Codes

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Yu Yu Hakusho: Sunset Fighters (Mega Drive)


Segundo dia da semana temática de animes do blog do kyo, e hoje, vamos analisar, acho que o único jogo de anime lançado oficialmente em português no Brasil, porém, devido a um erro de marketing da Tectoy, foi lançado tardiamente e não aproveitou o embalo da exibição da manchete. Falo é claro, de Yu Yu Hakusho: Sunset Fighters.

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Soul Calibur (Dreamcast)


Depois de uma semana corrida, entre twittadas, e-mails e muitos heróis com roupas colantes dando surra, estamos de volta a programação normal do Blog do Kyo. E pra recomeçar a jornada pelos games, vamos com um dos maiores clássicos dos games de luta em 3D, é claro que estamos falando de *Voz do Narrador* SOUL CALIBUR!

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Kamen Rider Ryuki (Playstation)


Esse jogo aqui foi um dos primeiros de PS1 que eu baixei, e por conta da semana Tokusatsu, o joguei até caírem meus dedos. Então, fiquemos agora com o Review de Kamen Rider Ryuki:

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Genseishin Justirisers Souchaku Chikyuu no Senshitachi (Game Boy Advanced)


Eu ia fazer um review de Chojin Sentai Jetman, mas o jogo me frustrou demais, então resolvi baixar outro game e jogá-lo o tempo suficiente para resenhá-lo (O pegarei mais tarde para detonar). O título do jogo de hoje, é meio longo: Genseishin Justirisers Souchaku Chikyuu no Senshitachi, por ora chamaremos apenas de Justirisers.

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