Total Overdose (Xbox, Playstation 2, PC)


Alguns jogos se perdem em meio ao hype da títulos mais badalados e outros permanecem ficando a sombra de títulos mais festejados, isso pode ser bom ou ruim. Todos sabemos da qualidade de Shadow of Rome, que ficou ofuscada pela divulgação da versão PS2 de Resident Evil 4 e por God of War, que também era sangrento. O excelente God Hand foi ofuscado pela atual geração, e Okami só pôde encontrar o brilho no Nintendo Wii, mesmo tendo feito bonito no PS2, ao menos para a imprensa. O título que vocês verão hoje, se enquadra nesse grupo de desconhecidos do grande público, mas… Será que ele também é bom como os jogos citados? É o que veremos.

Total Overdose
Produtora: Eidos Interactive
Plataformas: Xbox, Playstation 2, Microsoft Windows
Gênero: Ação

Durante uma investigação da CEA a um grande traficante conhecido como Papa Muerte, um agente acaba morrendo, os superiores suspeitam de overdose, mas o filho do agente, Tommy Cruz, pensa diferente e recomeça a investigação que seu pai estava fazendo… Porém, devido a um erro dele próprio, ele acaba sendo ferido, e para continuar seu trabalho, Tommy chama seu irmão gêmeo, Ramiro Cruz, que é basicamente o oposto do irmão. Ramiro tem que ao entrar no México, resolver a situação e terminar o serviço de seu pai, pegando Papa Muerte, e quem estiver no caminho, e assim, fazer jus ao apelido que ganha de seus inimigos, El Gringo Loco.

O jogo tem elementos de Sandbox, e Tiro em terceira pessoa. Você tem uma cidade para navegar, pode roubar carros e tudo mais, e tem diversas missões distribuídas pelo mapa. Mas aí temos as primeiras falhas do sistema do jogo, é obrigatório cumprir ao menos UMA missão aleatória para poder desbloquear a próxima missão da história, e mesmo tendo uma cidade para explorar, não há muito incentivo a isso, as missões paralelas não são muito atraentes em si (algumas, outras são levemente interessantes) e nem é necessário explorar o mapa para chegar as missões, basta pausar e ir no menú de missões para escolher, que você irá direto para o local.

Nos tiroteios, você tem um arsenal modesto que pode evoluir nas missões, além da barra de energia e stamina (necessária para os Spicy moves) que podem ser evoluídas com itens escondidos pela cidade (ou ganhos em missões). Um recurso que é uma boa sacada do jogo, é a câmera lenta nos saltos, que permite matar mais de um inimigo e ganhar energia extra ou outras coisas ao fazer mais combos.

Sim, o jogo tem combos, assim que você mata um inimigo, uma espécie de cronometro no mapa começa a rodar, e a cada inimigo que você mata, acrescenta um ponto no contador de combo e o cronometro retorna ao início, se ele chegar ao zero, finaliza o combo, dando bonus de pontuação.

Você tem diversos Spicy moves para fazer com o salto, saltando de lado, frente, fazendo um 180 em pleno ar (o jogo explica como), entre outras coisas que com certeza dão um ar mais cinematográfico ao jogo. Além desses Spicy Moves, há os loco moves, que são movimentos especiais, adquiridos no jogo, que ajudam muito em combates contra chefes ou aglomerações de inimigos, além de serem úteis para matar inimigos de longe.

A diversidade de comandos do jogo também pode atrapalhar um pouco, principalmente na versão PC, aonde a tecla do Loco Move é próxima do salto comum (não o em câmera lenta) (Left Ctrl e Left Shift são próximas), mas com um pouco de treino poderá pegar a prática. Outra coisa que o jogo tem de legal, são os Rewinds, que basicamente são divisores de vida do jogo, quando você morre, aperta um botão e a ação retornará a pouco antes de sua morte e você recuperará um pouco de energia. A quantidade de Rewinds é limitada, mas podem ser encontrados itens de Rewind durante as missões e pela cidade.

Graficamente não impressiona muito, apesar da estética mexicana predominante no jogo ser bem bacana, as cidades são simples e os modelos de personagens não impressionam muito, são medianos.

A parte sonora do jogo é o mais impressionante, temos boa música mexicana tocando, e os temas, tanto instrumentais quanto licenciados são ótimos, e ajudam a aclimatar o jogador, mostrando que ele está numa aventura cheia de tequila. A dublagem segue o mesmo tom, com cada dublador se saindo bem no papel, não é memorável, mas pelo menos ninguém ali fez feio.

Finalizando, Total Overdose é uma experiência boa, mas suas falhas acabaram por condená-lo ao esquecimento perante os gamers e a imprensa, mas acho que se Just Cause mereceu uma continuação, Total Overdose também deveria, as engines de hoje permitiriam que o jogo ganhasse uma boa segunda chance.

Nota: 7,2/10

Observação Pós-Review: Os personagens de Total Overdose também protagonizam Chili Con Carnage (PSP, 2007) que os utiliza (alguns) em uma história diferente

Might And Magic: Clash of Heroes (Nintendo DS/Playstation 3/PC/Xbox 360)


Eu vou confessar logo no primeiro parágrafo deste review, e lembrem-se que isso será importante para o resto deste texto: Odeio jogos de estratégia. Sim, acho Warcraft chato (e odeio com todas as minhas forças World of Warcraft, apesar de achar os gráficos bonitos, e louvável – a ponto de eu dar piruetas de satisfação – a iniciativa da Blizzard de trazer o jogo para o Brasil com uma mensalidade acessível aos nossos usuários. Só acho ainda o preço do jogo e suas expansões, algo mais doloroso que ser enrabado por um negão, não que eu tenha feito isso), Starcraft só me anima até a página 2 e todo e outro qualquer jogo do gênero me faz dormir profundamente. E eis que o Gagá anunciou (no tempo que ele ainda twittava) que estava vendendo um tal de Might and Magic: Clash of Heroes para DS. Não, eu não comprei o cartucho porque na época, se não me falha a memória, eu ainda não tinha o DS. Ou tinha, sei lá. Tava muito ocupado jogando pokémon. Um tempo se passou, e eis que o jogo estava para sair na Steam (isso quase 1 ano atrás) e me sugeriram que fizesse um review do jogo. Pois bem, corri atrás do jogo e coloquei ele. Será que ele me animou e me fez olhar diferente para os jogos de estratégia, ou permanecerei cético com este tipo de jogo? Confere aí a análise que se segue.

Might and Magic: Clash of Heroes

Produtora: Ubisoft

Desenvolvimento: Studio Capyvara

Plataforma: Nintendo DS, PC, Playstation 3, Xbox 360

Gênero: Estratégia Baseada em Turnos/Puzzle/RPG
O jogo é baseado no Spin-Off da série Might & Magic, Heroes of Might & Magic. E conta a história de cinco jovens guerreiros que tem que deter uma conspiração para destruir o mundo aonde vivem, e controlando tropas em batalha, vão, cada um, cumprindo sua parte e descobrindo a verdade por trás destes eventos. É claro que a história em si é mais longa que esse parágrafo vago, é que faz muito tempo que terminei o jogo e não estou com a menor vontade de consultar a wikipédia.
O jogo, mistura em si três elementos: Estratégia baseada em turnos, Puzzle e RPG. Vou explicar aqui como essa mistura foi feita. A parte RPG fica por conta da exploração dos mapas, evolução de tropas e dos personagens. Também há artefatos a se encontrar, que dão vantagens durante as tretas arrumadas. De fato, tem uma que pode fortalecer suas tropas de uma maneira muito apelona. Utilizando a unidade Elite Vampire (que absorve o HP Inimigo) e um certo anel, que aumenta a força de ataque das tropas em 100% ao custo de 90% do HP, pode se tornar uma poderosa arma. Pode-se encontrar side-quests para conseguir dinheiro para comprar novas tropas (Elite & Champions Units). As batalhas, como disse antes, são em turnos, explicarei no parágrafo a seguir para não ficar confuso.

Existem três tipos de unidade: as comuns, as de Elite e as Champions, cada uma ocupa espaços diferentes e tem maneiras diferentes de se montar uma unidade de ataque. São necessárias três unidades comuns da mesma cor para um ataque destas, duas unidades comuns atrás de uma de elite para montar uma unidade de ataque de Elite e quatro unidades comuns atrás de uma Champion para montar uma unidade de ataque da Champion. Cada turno lhe dá um número delimitado de ações para executar (mover as tropas ou sacrificá-las) e algumas ações podem desencadear combos que lhe dão uma ação extra (ou mais de uma). E cada tropa tem suas particularidades e cores diferentes. Algumas tropas tem atributos especiais ou ataques diferentes. E a questão das cores é simples (cada tropa tem uma cor – são 3 tropas comuns, uma de cada cor – as tropas Elite e Champion podem ser de qualquer uma daquelas cores) e para montar uma unidade de ataque, é necessário 3 unidades de uma MESMA COR, aí reside a chave do jogo.

As unidades podem ser fundidas, potencializando o poder de ataque, e consequentemente causando mais danos. Eu poderia ficar falando de outras particularidades dos ataques, mas basta saber que há ataques especiais de tipos diferentes que dependem do personagem. Ah, e cada unidade de ataque demora um numero determinado de turnos para atacar, o que pode ser crucial numa batalha. Algumas batalhas exigem não força, mas inteligência para atender as condições, mas não são tão difíceis assim, apenas exigem um pouco de uso da massa cinzenta. Agora, as batalhas contra os chefes… Oh, céus, algumas exigem perspicácia e inteligência, mas algumas precisam de um milagre. Por exemplo, a batalha final, eu só consegui vencer na sorte, com 1 HP restando ao meu personagem. No mais, há a opção de batalhas multiplayer e a opção de quick-battle contra a CPU, que pode ser desafiadora no início, mas perde a graça conforme o tempo.

Graficamente é competente, a escolha de arte é boa, e por deus, como eu queria uma Succubus como a Jezebel em casa (só que com outro nome). No jogo e nas batalhas, os gráficos são simples, mas não necessariamente ruins, e os efeitos visuais do jogo são muito bons. Ainda não vi se a versão HD tem melhorias neste departamento, mas espero que sim.

Sonoramente conta com boas melodias, que tem apenas o defeito de repetirem muito na partida e acredite, ouvir as mesmas músicas por 25 horas (o tempo que levei para completar a campanha solo fazendo algumas subquests) cansam os ouvidos de qualquer pessoa sã. Efeitos sonoros estão ok, não são ruins nem memoráveis. Se o jogo tivesse uma dublagem, seria melhor, mas seria pedir de mais, não?

Finalizando, apesar das minhas explicações confusas, o jogo funciona sim, e é muito bom. Para quem tem um DS e está cansado de correr e pular, ou de capturar pokémons e procura uma distração entre um jogo e outro, recomendo.

Nota Final: 8,5/10

 

Test Drive Unlimited (Multiplataforma)


Ah, faz um bom tempo que não escrevo uma análise nova, mas bem. Estou de férias e o orçamento extra me permitiu que eu fizesse algumas coisas extras no lado gamístico da coisa. Então, estou com uma boa quantidade de jogos novos aqui, inclusive alguns de PS2 que provavelmente nem jogarei, comprei pra fazer número. Mas estou adiantando-me. Entre os jogos que comprei, está um de uma franquia já antiga, falo de Test Drive Unlimited, jogo que será analisado hoje. Test Drive Unlimited Produtora: Atari Desenvolvimento: Eden Games/Melbourne House (Versões PS2 e PSP) Plataformas: PC, Xbox 360, Playstation 2, Playstation Portable Gênero: Corrida. O jogo tem uma base definida, mas não é necessariamente uma história. O seu personagem resolve se mudar pro Hawaii e se meter em diversas corridas para ser o melhor de lá. Você não vai precisar saber muita coisa pra estar lá e nem vai se prender em fugas ou vinganças imbecis… E sim, isso foi uma indireta pros Need for Speed Carbon e Need for Speed The Run. Ainda bem que fui claro. O jogo é de corrida, mas tem um toque de Sandbox, é necessário uma casa para guardar seus carros (cada casa comporta um determinado número de veículos). Você começa com $ 200.000 e tem que comprar uma, além de um carro para competir na ilha. Nisso, você compete em diversos tipos de desafios, desde corridas simples, corridas contra o tempo, corridas em que o importante é manter a velocidade alta nos velocímetros. Essas provas dão dinheiro e são importantíssimas. Também há missões de carona à modelos, carona a vagabundos, que dão cupons, esses cupons permitem comprar roupas pra customizar seu personagem (falarei mais pra frente) e dão certa dor de cabeça, pois há limite de tempo para ambas e você não pode danificar o carro demais, nem sair fora do asfalto por tempo demais. Além destas, há missões de entrega de carros (as mais importantes em termos financeiros) e entregas de mercadorias. As missões de entregas de carros, como o próprio nome diz, você terá que levar o carro do ponto A ao ponto B (geralmente mais de 15 km), sem limite de tempo, mas tem a mesma questão das missões de carona sobre batidas e sair fora do asfalto, e tem um bonus: caso não danifique o carro e nem saia do asfalto (o contador de dinheiro é mostrado), você levará além da bonificação da missão, um acréscimo da metade do valor (entre $ 80.000 e $ 99.999) A MAIS (mais entre 40 e 49 mil dólares). As entregas de mercadoria seguem um tipo parecido, mas elas tem limite de tempo e não pode danificar muito a mercadoria, os custos de danos são arcados por você. O sistema de compra de veículos do jogo se dá pelos show rooms das montadoras, que você vai descobrindo pela ilha, e caso queira testar aquele Mercedes Mc Laren F1, pode fazer um test drive de 2 minutos (que pode ajudar a preencher o mapa do GPS – explicarei mais adiante). Após descobrir os showrooms das montadoras de carro, os showrooms de MOTOCICLETAS ficam disponíveis, abrindo uma nova gama de provas com motos, além de provas mistas. Os carros são separados em sete categorias, de modo crescente: F, E, D, C, B e A, além da G que são veículos clássicos que podem ser conseguidos em showrooms dedicados a clássicos. Já as motos são apenas duas categorias, mA e mB. Você encontrará veículos de diversas montadoras conhecidas, como Ford, Chevrolet, Aston Martin, Maserati, Mercedes, Audi, Nissan, Ferrari, entre outras que não lembro no momento. O lado sandbox, é que você tem que explorar a ilha pra encontrar as provas, showrooms, casas novas pra comprar e preencher o GPS. Aliás, o GPS tem um recurso importante, acessando o Mapa da ilha, você pode marcar seu GPS pra qualquer destino dela, e se você passou por determinado ponto aleatório da ilha e está em um lado oposto, pode se transportar para aquele ponto, poupando tempo. Caso você esteja conectado a internet (e aos servidores do jogo), poderá encontrar outros jogadores na Ilha e desafiá-los para um desafio customizado. Mas, caso não esteja conectado, a ilha é preenchida por Bots e você também poderá desafiá-los para os mesmos desafios, bastando piscar o farol pra ele quando o encontrar (Os bots são identificados no radar). Conforme você vai vencendo provas, conquistando medalhas, você vai subindo de rank e desbloqueando novas provas, fique atento, pois algumas são exclusivas de carros de certas montadoras, o que pode fazer você correr atrás de um carro novo (você pode trocá-lo on-line ou vendê-lo).

A dirigibilidade não é nenhum mistério, a princípio você ficará estranhando, mas a adaptação é rápida (o quanto eu evoluí com 1 semana de jogo é incrível), para as motos vale a mesma coisa, mas dá para empinar tanto a frente quanto a traseira.  Preste bastante atenção nas missões longas (de Entrega de veículos, por exemplo), pois elas envolvem o tráfego e em estradas largas, há veículos que mudam de pista e podem atrapalhar (se você tiver a 270 por hora com um Jaguar XL você vai me entender). Na versão PC (não sei quanto as de PS2, PSP e X360), você pode, no Free Ride (Passeio livre), parar em um canto qualquer pra tirar fotos e aplicar efeitos nelas, seja o blur, aplicar efeitos de Instagram, como por exemplo, tons de sépia e preto e branco, aumentar contraste, zoom, angulos diferentes. Só não seja besta que nem eu, e desligue o contador de frames do Fraps por exemplo, porque sai na foto também.

A polícia se faz presente em TDU, então não cometa deslizes como bater no tráfico, pois se for pego pelos canas, pode perder dinheiro e ir parar na cadeia se tiver sem dinheiro (Não queira passar por isso).

Os gráficos do jogo são bonitos, o jogo tem quase seis anos e jogos mais recentes podem ser mais bonitos e tudo mais (comecei por exemplo a jogar NFS Hot Pursuit, assunto pra depois), mas os gráficos de Test Drive Unlimited tem seu charme. Os carros são bastante detalhados (só pecam por não ter um sistema de danos ao menos visual), mas o que destaca são os detalhes do INTERIOR deles quando se ativa a câmera do volante, com detalhes precisos (em alguns casos, há até um GPS instalado e também mostra ali em versão miniatura) e que só isso já vale a pena. Uma das coisas que destaco aqui na versão de PC, é que a configuração da qualidade gráfica não se refere a qualidade do gráfico, mas a quantidade de detalhes do cenário (ver essas alterações em tempo real faz você entender o que eu digo).

Outra coisa que gostei bastante aqui no jogo, foram alguns detalhes que vi enquanto dirigia, como folhas voando quando passava em locais com árvores, os passaros voando ao fundo, coisas pequenas, mas como estamos falando de um passeio pelo Hawaii, é algo a se dizer. Seu personagem pode ser customizado desde a aparência (coisa BEM simples), até o vestuário, com roupas que compramos com cupons dados nas missões de carona. E com roupas de marcas conhecidas, como Ecko por exemplo. E aliás, apesar de possuirem modelos simples, os NPC’s não são feios, mas pelo menos você dirige contra pessoas, não robôs como em Burnout por exemplo (não, não é crítica a Burnout, já que Burnout é um jogo irreal de nascença).

Sonoramente é bem feito, não tem MUITA dublagem, mas foi um trabalho feito de maneira decente. Cada carro tem seu próprio ronco, alguns são tão diferentes que até um noob em carros como eu consegue diferenciar um carro de outro. E as músicas, bem, tem as músicas de menu que não incomodam e são bacanas, e tem algumas rádios com material licenciado, mas que sinceramente não conheço muitos artistas, só Queens of Stone Age (um remix de No One Knows) e Metric (que conheci em Rock Band 3), mas… Aí é a cereja do bolo do jogo, ao menos no PC (e no X360, eu acho), é que você pode criar até quatro rádios customizadas e colocar suas MP3 lá, eu por exemplo, coloquei uma pra tocar só o disco novo do Van Halen, outra pra tocar Country Rock, uma para Heavy Metal e uma para J-Music.

Finalizando, mesmo não zerando, tenho certeza que Test Drive Unlimited vai passar muito tempo aqui no meu PC, já que sempre dou um tempo pra passar no Hawaii, aloprando ao som de Van Halen ou do que você quiser. Recomendo e muito para os fãs de jogos de corrida.

Nota final: 9,0/10

Galeria de imagens abaixo:


Jogo da Semana #4: Sonic Generations


O jogo da Semana de hoje, curiosamente (já que foi decidido de última hora) continua no ritmo do review de ontem (que era pra ter saído na sexta-feira) e se trata de Sonic. Sim, depois de uma batalha enorme e muita dor de cabeça, consegui por as mãos no novo título do ouriço azul da SEGA, então, vamos a recomendação de hoje?

Sonic Generations

Produtora: Sega
Plataforma: PS3 (Também disponível para X360 e PC)
Gênero: Plataforma 2D & 3D

Do que se trata o jogo?

A nova aventura de Sonic, comemora os 20 anos do ouriço azul, compensando o fracasso dos 15 anos e sendo tão boa quanto o aniversário de 10 anos. O enredo é bem simples e é sobre uma entidade do MAAAAAAAAL (como diria o homem sereia) que quer destruir o mundo e tudo mais, e acaba por juntar os Sonics de duas eras de uma maneira que não me lembro bem.
E isso é uma desculpa para colocar os dois Sonic em um jogo só, tentando agradar os fãs de ambas as épocas, o que bem… Não sei como terminar o parágrafo, então fica assim mesmo.

Como é o jogo?

Antes de falar um pouco sobre a jogabilidade, vou falar dos gráficos, o jogo é bonito pacas! Sério, os cenários são lindos e os detalhes de ambos os Sonics, além dos badnicks são de tirar o fôlego, reflexos, luz e sombras estão bem feitos. E para as pessoas menos abastadas, com pc’s menos poderosos podem aproveitar o jogo (o teste com os gráficos no máximo da versão PC rodou lento – devido ao meu PC que não é tão top assim), pois junto com o jogo, tem a ferramenta de configuração do jogo, aonde você configura resolução de tela e efeitos. Com tudo no mínimo (e a resolução padrão do meu monitor), o resultado foi bastante satisfatório e 70% do tempo do teste foi com esta configuração, o que conta muitos pontos para os desfavorecidos monetariamente.

Agora, falando sobre o jogo, esqueça essas coisas de coisa nova a cada jogo novo, Werehog ou bla bla bla… Aqui você jogará com o Sonic ou com o Sonic. Cada estágio é composto de dois atos, um você jogará com o Sonic Clássico, numa visão 2D clássica, em 2,5 D. Alguns efeitos bacanas em certos trechos do estágio (câmeras dramáticas, pra ser exato) e uma física bastante superior a de Sonic 4, por exemplo. Tudo o que é necessário é apenas uma adaptação rápida. E um pequeno adendo a jogabilidade. Para os preguiçosos que não querem fazer Spin Dash com o comando clássico, a SEGA adicionou um botão para tal coisa.

Já o Sonic moderno, pega emprestada a jogabilidade de Sonic Unleashed, mais precisamente os estágios diários, aonde a ação mescla o 3D veloz e momentos em 2D, coisas como Boost, Side Step e Homming Attack estão presentes, e demais habilidades são adquiridas conforme se avança na história. Vale ressaltar que estou EXTREMAMENTE ENFERRUJADO com relação a Sonic Unleashed (tem mais de 3 meses que não jogo) e nos testes de hoje, passei vergonha jogando, haha.

Um adendo, não coloquei o 3DS nos consoles acima, pois a versão dele de Sonic Generations é diferente e foi feita pela Dimps, contendo estágios diferentes da versão de consoles de mesa, com exceção da Green Hill, subsequentes temos Cassino Night, Mushroom Hill, Emerald Coast, Radical Highway e uma fase de Colors que não lembro . Vale a conferida também.
Porque o recomendo?

A SEGA quando quer, realmente faz algo bom, e isso é a prova, com o melhor de 2 mundos, a SEGA finalmente colocou o ouriço pra funcionar direito em 3D depois do Dreamcast e conseguiu agradar gregos e troianos com uma jogabilidade sólida, uma história simples, mas funcional e gráficos muito bem feitos.

 

Super Street Fighter IV Arcade Edition


2009 foi um ano e tanto pra Capcom, por assim dizer, tivemos Resident Evil 5, que apesar de fugir das raízes survival horror é um bom título de ação, e se você discorda de mim, é uma bichinha chocolatante que merece ser estuprada pelo Valdomero. E tivemos, claro, a volta de um dos maiores clássicos de luta, com Street Fighter IV, que soube equilibrar o velho e o novo. A Capcom planejava alguns personagens como DLC, mas, por questões de equilíbrio, revisou o jogo todo e lançou em 2010 Super Street Fighter IV, que aumentou e muito o que já era bom em SF IV. E como os arcades foram de onde SF IV veio, a Capcom revisou novamente o jogo e adicionou Yun e Yang (SF 3) em SSF IV Arcade Edition, então exclusivo dos arcades japoneses.
Os fãs fizeram pressão, ameaçaram criar um holocausto nuclear e ressucitar Hitler, se a Capcom não lançasse o jogo pros Consoles, e assim, no meio deste ano, tivemos Super Street Fighter IV: Arcade Edition. Será que o jogo vale a pena o investimento ou é mais uma atitude mercenária da Capcom? É o que vamos descobrir.

Super Street Fighter IV Arcade Edition
Produtora: Capcom
Desenvolvimento: Capcom/Dimps
Plataforma: Playstation 3 (Também para Xbox 360 e PC’s)
Gênero: Luta

Seth, um dos vilões mais perturbadores da história dos games de luta (Junto com Gill, Urien e o Ash de KOF XIII) quer destruir o mundo, ou abrir uma panificadora, ou criar sua religião e ter um programa na TV igual ao R.R. Soares, sei lá. Nunca fiz questão de entender o enredo de Street Fighter, e não vai ser no milionésimo jogo que farei isso. Mas, como o jogo é uma revisão de SSF IV, o roteiro deve ser igual a ele, e raso feito um pires. Quem quiser me contestar, deixa sua bronca nos comentários. E a motivação de Seth, seja lá qual for, é motivo para os 1945 lutadores diferentes de SF trocarem sopapos.

A versão de Consoles de Super Street Fighter IV: Arcade Edition tem duas novidades (personagens) em relação a versão lançada para os Arcades, são elas, Evil Ryu, que é o Ryu após se entregar a energia maligna que tentava controlá-lo na série Alpha, e Oni que é uma versão mais “marvada” do Akuma. Na prática, são apenas mais dois shotokans, com golpes semelhantes aos de Ken, Ryu e os 280 shotoclones da série, apesar da brutalidade visual de Oni, acredite, em alguns momentos chega a ser perturbador. Em sua pose de vitória após vencer os dois rounds, ele pega a cabeça do oponente e bate com ela em algum lugar.

A jogabilidade funciona de forma semelhante a de SF IV, que por sua vez, foi inspirada na do clássico SF II, ou de seu irmão mais novo, SSF II Turbo, com a adição dos especiais. Se você quiser jogar de forma tradicional, pode, mas contra alguém mais “treinado” no jogo, você possivelmente perderá, pois o jogo tem novidades que podem e devem ser exploradas. Primeiramente, há os focus attacks, que funcionam de maneira semelhante aos Parries de SF 3, mas que consistem no uso de dois botões simultaneamente. O domínio dos focus attacks não será de imediato e você levará um bom tempo pra aprender quando usá-los.
Outra novidade, é a barra de EX Attacks/Super Combos, localizada na parte inferior da tela. Conforme golpeia-se o oponente e recebemos dano, ela enche e tem quatro níveis. Quando enche um nível, pode se usar um EX Attack, que é um ataque comum (um hadouken por exemplo) com maior potência. Ou, encher os quatro níveis e usar um Super Combo (O Shinkuu Hadouken do Ryu ou o ShoryuReppa do Ken) para mostrar quem é que manda.


E não é só isso, também há os Ultra Combos, que utilizam a barra de Revenge, localizada ao lado da barra de Ex/Super Combo. Conforme se apanha durante a luta, a barra de Revenge vai enchendo e quando atinge o nível necessário, com um comando (relativamente) simples e usando os três botões (de soco ou chute, dependendo do Ultra Escolhido*), executa-se um devastador combo com uma animação dramática que pode virar a luta a seu favor, e se estiver numa partida contra um amigo ao lado, poderá assistí-lo se enrolar em posição fetal e chorar profusamente enquanto você grita: “QUEM É FODA AQUI? QUEM? SOU EU?” até você lembrar que aquilo pode ter sido um momento de sorte e começar a se preocupar com uma vingança. *Em SF IV, os personagens tem apenas 1 Ultra, e em SSF IV, eles ganharam mais um
Graficamente é um assombro, o jogo utiliza o mesmo motor do SF IV Original, e acredite, de dois anos pra cá, ele continua lindo. O estilo artístico único do jogo e os detalhes de cada cenário são de impressionar, principalmente a quem nunca viu o jogo. As imagens deste artigo falam por si só, a cada personagem tem um trejeito e uma maneira diferente de se movimentar, e acredite, mesmo entre as pelejas, você vai pausar naquele momento com a Chun-li, nem que seja no modo de Treino. NÃO MINTA PRA MIM, EU SEI QUE VOCÊ VAI!
A abertura do jogo deixou um pouco a desejar, mesmo (felizmente) não tendo EXILE na abertura, ficou meio estranha aquela sequência com Ken e Ryu trocando golpes. As animações de introdução e encerramento do jogo ficaram bem legais, fico imaginando como seria uma série nova de Street Fighter em Anime, tipo, baseada nos quadrinhos da Udon, sabe?
As músicas são variadas, por um lado, temos uns temas meio genéricos baseados em techno, gênero que não curto, mas não tenho nada contra, visto que combinado com certos elementos, pode ficar genial. Sabe o tema da Helena em Dead or Alive 2? Aquela mistura de Techno e Violinos ficou show. Mas bem, outros temas do jogo são muitissimo bem executados, sim senhor. E os remixes dos temas clássicos (que são ouvidos em determinadas lutas, Ken Vs Rufus por exemplo) estão muito bem executados. As vozes? Sim, a dublagem ficou boa, tanto em Japonês quanto em inglês, sendo apenas questão de preferência, alguns personagens ficam melhor em inglês, outros em japonês, então, zere uma vez e customize a dublagem.
Se eu recomendo Super Street Fighter IV AE? É difícil, se você já tem o SSF IV, fique com ele, não é muito diferente, mas se não tem uma versão de Street Fighter IV, pegue essa aqui sem medo, pois é a definitiva. Ah, em dezembro agora, sairá uma nova revisão da Arcade Edition, intitulada Super Street Fighter IV Arcade Edition ver. 2012 (ou algo assim) nas redes on-line e será GRATUITA de acordo com a Capcom. A nota do jogo?
Nota Final: 10/10

Jogo da Semana #1 – Warhammer 40,000: Space Marine


 

 

 

 

 

 

Essa é uma nova coluna semanal, aonde recomendarei um jogo que estou jogando (poderá aparecer em futuros reviews), mas não terminei e está em curso, em um console, no meu PC novo ou no DS. Pra começar, vamos com um jogo recente, baseado (mais ou menos) numa famosa franquia de jogos de tabuleiro.
Warhammer em si é um jogo medieval (não o que estamos falando), que conta a história de batalhas entre diferentes espécies (Orcs, humanos, essa bodagaiada toda que conhecemos desde Lord of Rings e Dungeons & Dragons) e é jogado, como eu havia dito, com figures e tabuleiros. O jogo ganhou um MMO em torno de 2008 (Warhammer Online: Age of Reckoning, distribuido pela EA), não sei como anda a situação dele hoje em dia. Mas bem, vamos falar de Space Marines em si. Ah, e o próprio Warhammer gerou o Warhammer 40K

Warhammer 40.000: Space Marines
Produção: THQ
Desenvolvimento: Relic Games
Plataformas: PC/Xbox 360/Playstation 3

Do que se trata o jogo?


Trata-se da invasão do planeta Graia (Um planeta que produz equipamentos militares) pelos Orks, e no controle do Segundo Comandante dos Ultramarines, Captain Titus, devemos chutar as bundas dos inimigos e descobrir o que há por trás dessa pataquaiada toda. Sim amigos, isso é mais ou menos superficialmente a base do jogo, detalhes você pode encontrar na wikipédia.
Como é o jogo?


O jogo é uma mistura de shooter em terceira pessoa e hack’n slash (poucos elementos, mas possui), basicamente você deve matar tudo que se mexe e cumprir missões solo ou em grupo. A princípio, para um inapto em teclado/mouse é difícil se acostumar, mas os comandos básicos são simples, o clássico WASD para mover o personagem, mouse mira e o botão esquerdo atira, o botão direito é usado para ataques físicos, que são essenciais para poupar munição e conseguir recuperar sua barra de vida, pois combinado com a tecla [F] pode render finalizações que garantem um pouco de energia.
O protagonista é forte feito um touro, e sua armadura (que apesar do jogo ser futurista, é medieval) aguenta uma certa quantidade de dano antes dos danos chegarem a seus pontos de vida. E mesmo que sua armadura leve um bocado de dano, basta ficar um tempo sem levar dano (parado, longe da ação) que a armadura recupera sozinha (mas não os pontos de vida), o que dá um fôlego extra para o jogador aguentar as missões.

Por que o recomendo?
Bem, pessoalmente eu fiquei empolgado com Space Marine desde que vi os vídeos, e a ação dele é convincente, além de trazer uma ambientação bem bacana e junta dois tipos de jogo distintos para agradar ao jogador. E seus gráficos são bacanas, e mesmo o protagonista sendo parrudão, ele não fala arrotando que nem um certo Marcus Fênix… E sim, farei piadas com Marcus Fênix até o fim de minha vida. Voltamos semana que vem, com um jogo de DS, talvez… Ou falarei de outro jogo de outro console.


Semana Halloween: Scene It? Twilight


Vamos lá, é da Konami, tem vampiros e tem jogos para Wii e DS… A descrição poderia ser de um Castlevania, certo? Pois bem, não é, como você deve ter percebido no título deste review (que será curto, eu juro), que se trata de Crepúsculo. Sim, aliás, não sei porque cargas d’água a Konami resolveu que seria bom faturar um troco em cima dos vampiros que brilham feito purpurina. E digo que poderia ser uma experiência boa, se a Konami fizesse sei lá, um jogo de aventura genérico baseado nos filmes ou mesmo um daqueles adventures point’n click. E o DS tem Castlevania, que acreditem, é um jogo de caçar vampiros, então eles poderiam aproveitar a engine do jogo e criar uma aventura em 2D baseada no universo de Crepúsculo com um olhar diferente. E acredite, eu com certeza faria um roteiro melhor que Stephanie Meyer, mas isso é questão para outro dia. Eis que a Konami pegou um tradicional jogo americano (Scene It? uma franquia de jogos para DVD, que em sua versão normal tem diversas versões, baseado em filmes famosos) e fez uma versão eletrônica para Wii e DS baseado em Twilight… E isso NÃO FOI UMA BOA IDÉIA.

Scene It? Twilight

Produtora: Konami

Plataformas: Wii/DS/PC/iPhone

Gênero: Trivia

O jogo é direcionado ao público que assistiu aos filmes com afinco… Ele não tem roteiro nenhum, você escolhe seu perfil, a foto de um dos personagens da série para ilustrar o seu perfil (eu escolhi o Shark Boy, o único que presta naquela porra) e então… Você passará os piores 5 minutos de sua vida ao tentar responder as perguntas indicadas da seguinte forma: É mostrada uma cena do filme, faltando alguma coisa. São dadas algumas opções e você tem que clicar na correta. Se você tem uma memória fotográfica absurdamente perfeita ou um chute afiadissimo, você se dará bem. Caso você for algum leigo como eu, irá provavelmente se ferrar e em 2 minutos desligará o DS e jogará o cartucho (ou DVD) do jogo pela janela. Aliás, o tempo para responder é curtíssimo, por isso, o chute é a melhor opção. E… Não, não tem mais que isso não. Ah, também há questões em texto sobre coisas inúteis que pessoas que não são obsessivas por Crepúsculo não se importam. Ah, e mesmo tendo sido lançado próximo a New Moon, não há questões sobre o filme.

Sim, eu sei que vocês estão admirados por eu ter dedicado mais de duas linhas para falar sobre Crepúsculo e irão me mandar iates, mulheres e toda aquela papagaiada que me prometeram quando fiz um blog de games, mas que nunca chegou.

Graficamente, olha, vai da pessoa se ela gosta de olhar a expressão de “Nada” da Kristen Stewart e da cara de quem não caga a um mês do Robert Pattinson ou não. Ele usa fotos e imagens dos filmes. O menu é bem simplista e tudo mais, nada mais a declaras.

Sonoramente… Cara, não lembro da trilha sonora desse troço. Digamos que ele não se fez valer da trilha sonora dos filmes, o que seria legal. Pois mesmo não curtindo tanto bandas como Muse ou Paramore, seria legal ouvir algo que eu me lembre. Olha, coloca sei lá, seu CD de músicas favorito e curta a primeira música antes de você desligar o jogo e fazer o que foi dito no segundo parágrafo deste texto. De facto, escute “A Menina e o Vampiro” dos Seminovos enquanto estiver jogando, garanto que será menos doloroso.

Finalizando, apesar de ser um jogo péssimo, Scene It! Twilight não levará nota zero, digamos que se eu fosse fã de Crepúsculo (e obviamente não estaria escrevendo neste blog, mas sim debatendo se Midnight Sun deveria ser lançado ou não em um fórum com um monte de adolescentes e alguns potencialmente gays – nada contra os gays) daria um 5/10, mas como não sou, a nota do jogo é…

Nota Final: 2,5/10

E ainda digo que escrevi demais sobre este jogo, mas de qualquer jeito, a versão de iPhone custa 2 pratas na AppStore (cinco na época do lançamento), o que nos faz repensar o valor do nosso dinheiro.

Galeria:

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Novo jogo da série XIII chega no mês que vem


A Produtora francesa Anuman Interactive soltou o teaser de um novo jogo da série XIII. O Teaser foi lançado na página do Facebook da produtora: http://www.facebook.com/anuman.fr?sk=wall

O game, chamado de XIII: Lost Identity sairá no mês que vem para as plataformas da Apple e para PC’s. No momento não há screens ou detalhes e tampouco sabe se o jogo terá alguma conexão com o FPS em cel shading lançado pela Ubisoft em 2003 (para PC, PS2, Xbox e GameCube)

via Game Informer

Preview: Lego Harry Potter: Years 5~7


 

LEGO Harry Potter Years 5~7

Produtora: Warner Bros Games/Traveller’s Tales

Desenvolvimento: Traveller’s Tales/TT Fusion

Lançamento: Novembro 2011

Sistemas: Multiplataforma

Expectativa: 85% de sucesso

Preview Por Geovane “Kyo” Sancini

 

Trabalhar com previews é algo parecido com a loteria, pois geralmente a princípio as produtoras não liberam muita coisa e a coisa vai crescendo conforme o passar do tempo. Então, se muita coisa daqui não for confirmada, a culpa não é minha. Pois bem, voltando ao foco principal, o jogo em si.

Lego Harry Potter: Years 1~4 foi um jogo brilhante, por assim dizer, uniu a franquia de sucesso dos livros de Harry Potter, com o humor de Lego, avaliei apenas a versão de Nintendo DS, mas dizem os jogadores das versões maiores (360, PS3 e Wii) que o jogo conta com o melhor co-op da franquia. Tendo como isso em base, já dá para sacar qual é a mecânica da coisa.

O jogo cobrirá os últimos três anos de Harry em Hogwarts, correspondentes aos livros Ordem da Fênix, Enigma do Príncipe e Relíquias da Morte. Como o jogo tem uma pitada dos filmes, é possível que a última etapa seja dividida em duas, e tenham a mesma duração.

Espero que a produtora não tenha caído na armadilha de Lego Pirates of Caribbean (colocar poucos estágios (LONGOS) por etapa.) Por mais que o jogo demonstre uma superioridade gráfica e variedade de cenários melhores que os de Harry Potter, a quantidade pequena de estágios (principalmente na versão DS) e o tamanho exageradamente longo destas etapas o tornam um pouco cansativo. Se não fizerem, teremos uma boa quantidade de estágios por livro, e assim o jogo poderá ser apreciado em doses pequenas como o anterior, aonde uma etapa não dura muito e acaba ficando na proposta ao menos na versão portátil. (Para passar o tempo).

A dúvida que irá permanecer é se eles darão maior importância a alguns personagens secundários, como fizeram com o primeiro jogo, aonde em dupla, Harry e Cedrico superam o Labirinto (Cálice de Fogo) ou quando Harry e Murta trabalham juntos no Banheiro dos Monitores. Diabos, no primeiro jogo há até um segmento dedicado ao Tom Riddle caçando Aragogue. Mas enfim, esperemos que Luna, Cho e essa galera da Armada de Dumbledore tenha um maior destaque (e não apenas como meros personagens para multiplayer).

A mecânica (provavelmente) continuará a mesma do anterior, de um jogo de aventura e exploração, com batalhas num ritmo mais cadenciado do que o da franquia Lego em Geral, a dúvida que paira é se Harry continuará com os feitiços aprendidos no jogo anterior, ou terá que reaprendê-los durante a partida. Pessoalmente acho que a segunda opção acontecerá por conta da Armada de Dumbledore.

No geral, possivelmente o jogo será mais do mesmo, mesmo que necessariamente isso não seja ruim, já que a franquia sempre tem uma ou outra firula nova pra mostrar a cada jogo novo, embora já demonstre sinais de cansaço com jogos lançados anualmente (ou até menos, já que este ano tivemos DOIS jogos lançados e mais um por vir). De fato, falei muito mas não mostrei muita coisa, o jeito é aguardar coisas novas.


Just Cause (Multiplataforma)


O gênero Sandbox foi popularizado por GTA, mas… E quando a fórmula “seja um criminoso” fica cansativa? O que fazer? Existem outros diversos jogos que usam o sandbox de diversas maneiras, em Mercenaries (Lucas Arts/Pandemonium), a guerra na Coréia do Norte; Simpsons Hit & Run (Radical Entretaniment) conta uma engraçada história e Hulk: Ultimate Destruction (Radical Entretainment) é um dos melhores jogos de Super Heróis. A Eidos procurou se inspirar em uma história real (A operação Just Cause, ocorrida no Panamá em 1989) para criar um jogo que prometia uma imensa área para explorar. Assim surgiu Just Cause, em 2006, desenvolvido pelo Avalanche Studios. Será que Rico Gonzalez conseguiu seus objetivos de ao menos ser lembrado em uma imensidão de games do ps2?

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